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Bolsonaro faz visita à sede do jornal 'O Estado de S. Paulo'

Reprodução/Instragram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


11/10/2019 | 07:25


O presidente Jair Bolsonaro conta que, antes de ingressar no Exército, fez um curso por correspondência para melhorar a gramática. O conhecimento adquirido nas aulas do Instituto Universal Brasileiro o ajudou no seu primeiro emprego, de entregador de jornal, quando começou a colaborar com o jornal O Estado de S. Paulo criando palavras cruzadas. A história é contada pelo presidente sempre que encontra um profissional do grupo.

De 1971, quando tinha 16 anos, a 1976, ano em que já estava na academia militar, o presidente emplacou 21 palavras cruzadas no Estado. Bolsonaro diz que, quando eram publicadas, mudava sua rotina. Em vez de arremessar o periódico na casa do assinante, ele batia na porta para recomendar a leitura do seu passatempo, indicando que seu nome estava estampado nele.

O presidente recebeu nesta quinta-feira, 10, do diretor-presidente do Grupo Estado, Francisco Mesquita Neto, um livro com a compilação do seu trabalho e um quadro com uma reportagem sobre as suas cruzadas. O pedido partiu do próprio Bolsonaro, que se emocionou ao rever o material que lamentava não ter guardado para mostrar aos filhos.

"Isso aqui vai estar lá na Presidência da República. A gente volta 50 anos no tempo. Eu não era bom em português e fiz o Instituto Universal Brasileiro por correspondência. As provas a gente fazia em casa e mandava pelo correio. Isso aqui me ajudou e muito (apontando para as palavras cruzadas). Eu fiz meu próprio dicionário de sinônimos e antônimos também, tá certo? Me ajudou bastante. Eu fiquei muito feliz (com a entrega do presente), ainda mais porque não imaginava que teria um momento como esse", afirmou Bolsonaro.

O presidente visitou a sede do jornal em São Paulo acompanhado dos ministros Paulo Guedes (Economia), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo). Além do porta-voz, Otávio do Rêgo Barros, do secretário especial de Comunicação Social, Fabio Wajngarten, do assessor especial Filipe Martins e do deputado Hélio Lopes (PSL-RJ). Foi a primeira visita dele como presidente a um jornal.

Ao folhear o livro, Bolsonaro apontou uma das palavras cruzadas que fez como a mais difícil para o leitor resolver. O segredo para quem desejar seguir os passos de Bolsonaro ele mesmo conta: "Colocar poucas casas mortas", como são chamados os quadrados pretos.

Nos últimos meses, Bolsonaro tem mantido uma relação tumultuada com a imprensa. No encontro na sede do Estado, porém, ele afirmou que "aceita as críticas". "Vocês têm a obrigação de fazê-las", disse o presidente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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Bolsonaro faz visita à sede do jornal 'O Estado de S. Paulo'


11/10/2019 | 07:25


O presidente Jair Bolsonaro conta que, antes de ingressar no Exército, fez um curso por correspondência para melhorar a gramática. O conhecimento adquirido nas aulas do Instituto Universal Brasileiro o ajudou no seu primeiro emprego, de entregador de jornal, quando começou a colaborar com o jornal O Estado de S. Paulo criando palavras cruzadas. A história é contada pelo presidente sempre que encontra um profissional do grupo.

De 1971, quando tinha 16 anos, a 1976, ano em que já estava na academia militar, o presidente emplacou 21 palavras cruzadas no Estado. Bolsonaro diz que, quando eram publicadas, mudava sua rotina. Em vez de arremessar o periódico na casa do assinante, ele batia na porta para recomendar a leitura do seu passatempo, indicando que seu nome estava estampado nele.

O presidente recebeu nesta quinta-feira, 10, do diretor-presidente do Grupo Estado, Francisco Mesquita Neto, um livro com a compilação do seu trabalho e um quadro com uma reportagem sobre as suas cruzadas. O pedido partiu do próprio Bolsonaro, que se emocionou ao rever o material que lamentava não ter guardado para mostrar aos filhos.

"Isso aqui vai estar lá na Presidência da República. A gente volta 50 anos no tempo. Eu não era bom em português e fiz o Instituto Universal Brasileiro por correspondência. As provas a gente fazia em casa e mandava pelo correio. Isso aqui me ajudou e muito (apontando para as palavras cruzadas). Eu fiz meu próprio dicionário de sinônimos e antônimos também, tá certo? Me ajudou bastante. Eu fiquei muito feliz (com a entrega do presente), ainda mais porque não imaginava que teria um momento como esse", afirmou Bolsonaro.

O presidente visitou a sede do jornal em São Paulo acompanhado dos ministros Paulo Guedes (Economia), Augusto Heleno (Gabinete de Segurança Institucional), Luiz Eduardo Ramos (Secretaria de Governo). Além do porta-voz, Otávio do Rêgo Barros, do secretário especial de Comunicação Social, Fabio Wajngarten, do assessor especial Filipe Martins e do deputado Hélio Lopes (PSL-RJ). Foi a primeira visita dele como presidente a um jornal.

Ao folhear o livro, Bolsonaro apontou uma das palavras cruzadas que fez como a mais difícil para o leitor resolver. O segredo para quem desejar seguir os passos de Bolsonaro ele mesmo conta: "Colocar poucas casas mortas", como são chamados os quadrados pretos.

Nos últimos meses, Bolsonaro tem mantido uma relação tumultuada com a imprensa. No encontro na sede do Estado, porém, ele afirmou que "aceita as críticas". "Vocês têm a obrigação de fazê-las", disse o presidente. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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