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Alimentos mais baratos mantêm deflação ao consumidor na 1ª prévia do IGP-M



10/10/2019 | 10:22


Embora mais branda, a queda nos custos dos alimentos manteve a deflação ao consumidor na primeira prévia de outubro do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) recuou 0,01% no primeiro decêndio de outubro, ante uma redução de 0,09% no mesmo período do mês anterior.

Quatro das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais elevadas, com destaque para o grupo Alimentação, que saiu de deflação de 0,89% na primeira prévia de setembro para recuo de 0,45% na primeira prévia de outubro. O item hortaliças e legumes passou de -14,59% para -7,17% no período.

Os demais acréscimos ocorreram nas taxas dos grupos Transportes (de 0,12% para 0,27%), Vestuário (de -0,07% para 0,31%) e Despesas Diversas (de 0,05% para 0,06%). Houve influência dos itens gasolina (de -0,60% para 0,80%), roupas (de -0,04% para 0,60%) e alimentos para animais domésticos (de -0,37% para 1,21%).

Na direção oposta, as taxas foram mais baixas nos grupos Habitação (de 0,23% para 0,04%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,24% para 0,03%) e Comunicação (de 0,23% para 0,15%), sob impacto de itens como tarifa de eletricidade residencial (de 1,12% para 0,09%), passagem aérea (de 2,10% para -0,79%) e tarifa de telefone residencial (de 0,64% para 0,17%).

O grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu na prévia de outubro a mesma taxa de variação da prévia de setembro: 0,21%. Houve pressão dos artigos de higiene e cuidado pessoal (de -0,46% para 0,18%), enquanto os serviços de cuidados pessoais subiram menos (de 0,42% para 0,28%).



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Alimentos mais baratos mantêm deflação ao consumidor na 1ª prévia do IGP-M


10/10/2019 | 10:22


Embora mais branda, a queda nos custos dos alimentos manteve a deflação ao consumidor na primeira prévia de outubro do Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M), informou a Fundação Getúlio Vargas (FGV).

O Índice de Preços ao Consumidor (IPC-M) recuou 0,01% no primeiro decêndio de outubro, ante uma redução de 0,09% no mesmo período do mês anterior.

Quatro das oito classes de despesa registraram taxas de variação mais elevadas, com destaque para o grupo Alimentação, que saiu de deflação de 0,89% na primeira prévia de setembro para recuo de 0,45% na primeira prévia de outubro. O item hortaliças e legumes passou de -14,59% para -7,17% no período.

Os demais acréscimos ocorreram nas taxas dos grupos Transportes (de 0,12% para 0,27%), Vestuário (de -0,07% para 0,31%) e Despesas Diversas (de 0,05% para 0,06%). Houve influência dos itens gasolina (de -0,60% para 0,80%), roupas (de -0,04% para 0,60%) e alimentos para animais domésticos (de -0,37% para 1,21%).

Na direção oposta, as taxas foram mais baixas nos grupos Habitação (de 0,23% para 0,04%), Educação, Leitura e Recreação (de 0,24% para 0,03%) e Comunicação (de 0,23% para 0,15%), sob impacto de itens como tarifa de eletricidade residencial (de 1,12% para 0,09%), passagem aérea (de 2,10% para -0,79%) e tarifa de telefone residencial (de 0,64% para 0,17%).

O grupo Saúde e Cuidados Pessoais repetiu na prévia de outubro a mesma taxa de variação da prévia de setembro: 0,21%. Houve pressão dos artigos de higiene e cuidado pessoal (de -0,46% para 0,18%), enquanto os serviços de cuidados pessoais subiram menos (de 0,42% para 0,28%).

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