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O desafio dos mercados regionais


Do Diário do Grande ABC

10/10/2019 | 09:40


Com a conquista de grandes resultados e desempenho favorável, expandir rede de franquias para outras regiões do País surge como alternativa natural para crescer cada vez mais. No entanto, há medidas fundamentais para se estabelecer de forma sólida e segura em mercados empresariais específicos. Uma delas é saber onde se está pisando. Quando se viaja para cidade desconhecida, é comum observar costumes diferentes, linguagens variadas e forma distinta de se levar o cotidiano. Isso também se aplica em termos comerciais. 

Antes de mais nada, é necessário realizar estudo detalhado sobre questões como público-alvo e locais com maior possibilidade de negócio. Essa sondagem inicial determinará se há risco ou não na implementação empresarial. Por meio de mapeamento, o empreendedor terá a possibilidade de identificar o perfil selecionado e onde ele se concentra, facilitando a decisão a respeito do processo de expansão. 

Outra medida importante é estudar os concorrentes locais e analisar todos os dados disponíveis sobre eles. Visando maior entendimento sobre como as coisas funcionam nessa nova região, será importante prestar atenção no comportamento e resultados que os concorrentes apresentam. Qualquer referência surge como parâmetro e fortalece a cautela perante determinado cenário. Ferramenta capaz de simplificar e indicar a receptividade local para sua franquia é a gestão de dados confiáveis. Com eles, você poderá construir termômetro assertivo sobre a região, além de facilitar a tomada de decisão final. Todos esses detalhes demonstram se há ou não viabilidade operacional para a implementação.

Em custos, é impossível desconsiderar a realidade econômica em que se está inserido. É um dos grandes desafios: ter a sensibilidade de identificar, com base em planejamento estratégico, o local mais frutífero para receber sua franquia. Abrir novas unidades espalhadas por regiões diferentes exige senso de adaptação imediato do franqueador. Mudanças no produto e flexibilidade no tipo de atendimento são alguns exemplos práticos que podem determinar o sucesso de um negócio.

Campanha de marketing, por exemplo, só surtirá o efeito desejado se atingir o público selecionado. E, para isso, é preciso compreendê-lo, sob a ótica de nova perspectiva cultural. Novas parcerias, tecnologia de ponta e, principalmente, apoio sólido ao franqueado são iniciativas estratégicas que abrirão espaço para o crescimento da rede. Por isso, a etapa que precede a ampliação da rede é primordial para os resultados que virão. E aprofundar-se na cultura regional é sinônimo de garantir terreno seguro para novas franquias.

Lucas Romi é sócio e vice-presidente de expansão e novos negócios na Odontoclinic.

Pêsames

Meus pêsames ao meu amigo de faculdade Donisete Braga (ex-Prefeito de Mauá) pelo falecimento da sua querida e amada mãe. Que Deus conforte o coração de todos os familiares.

Ailton Natalino de Lima

São Bernardo

Provérbio

Provérbio ou adágio é ditado simples e concreto, que expressa verdade baseada no senso comum ou experiência, como a seguir: ‘Caro otimista e pessimista, enquanto vocês discutiam se o copo com água estava meio cheio ou meio vazio, eu a bebi. Atenciosamente, o oportunista”. O mesmo dito pode, metaforicamente, ser utilizado para nos referirmos ao cenário político atual, pois, enquanto esquerda e direita discutem suas ideologias, oportunistas estão só aguardando as próximas eleições para se elegerem ou se reelegerem. 

Vanderlei A. Retondo

Santo André

Azulão

Acho que não é só o fim da era Nairo no São Caetano (Esportes, ontem). Acho que é o fim do próprio São Caetano. Quem vai querer pegar um abacaxi daqueles. Hoje a única coisa no calendário do São Caetano é a Segunda Divisão paulista. Sem torcida, sem clube social, usando velho estádio da Prefeitura. Nairo realmente foi herói ao carregador essa ‘coisa’ por 30 anos nas costas. É o fim de mais uma tentativa frustrada de ter time de futebol profissional em São Caetano. Acho que a partir de agora a cidade deve priorizar o futebol amador, pois tem bons campos e muita gente boa de bola na várzea, até porque, futebol profissional não é coisa para amadores.

Donizete Souza

Ribeirão Pires

CPTM-Metrô

Causa-me perplexidade as incursões de Doria pelo Grande ABC, à caça de apoios com mais um festival de promessas pré-eleitorais que não são cumpridas. Lembrando que o PSDB está no poder em São Paulo há, no mínimo, 25 anos, e é o partido de alguns prefeitos da região. Durante este período, desde a criação da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), a região só teve perdas, como: desativação da Estação Pirelli, fim dos trens regulares para Santos, para Paranapiacaba, para Francisco Morato, Barra Funda, trem expresso Mauá Luz, transbordo obrigatório no Brás com as linhas lotadas da CPTM. Como pode alguém afirmar que a solução para especificação do modal para a Linha 18-Bronze seria técnica? Sabendo que o local previsto para seu trajeto é fundo de vale, sujeitos a enchentes frequentes como ocorrido no Córrego dos Meninos-Rio Tamanduateí em março deste ano. 

Luiz Carlos Leoni

São Caetano

Provocador

O presidente Bolsonaro faz declarações que desgastam sua imagem, e sua assessoria tenta manter o controle para evitar confronto com os meios de comunicação. Na mais recente ele chamou a imprensa de fétida. E ao ser questionado sobre problemas nos presídios no Pará, respondeu de forma agressiva, dizendo para o jornalista ‘parar de perguntar besteira’. Ou seja, os meios de comunicação pelo visto só merecem elogios se omitirem fatos como as suspeitas de corrupção de integrantes de seu governo. A que ponto chegamos.

Uriel Villas Boas

Santos (SP)

Rombos

Devido às péssimas administrações nos fundos de pensão de Caixa, Correios e Petrobras, durante governos Lula e Dilma, rombos foram bilionários. Sabe quem paga a conta? Funcionários e as três patrocinadoras, em contribuições mensais, durante muitos anos. Esta foi uma das heranças petistas. Felizmente o fundo dos funcionários do Banco do Brasil, tecnicamente administrado, ficou imune à nefasta influência, foi salvo. 

Humberto Schuwartz Soares

Vila Velha (ES) 

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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O desafio dos mercados regionais

Do Diário do Grande ABC

10/10/2019 | 09:40


Com a conquista de grandes resultados e desempenho favorável, expandir rede de franquias para outras regiões do País surge como alternativa natural para crescer cada vez mais. No entanto, há medidas fundamentais para se estabelecer de forma sólida e segura em mercados empresariais específicos. Uma delas é saber onde se está pisando. Quando se viaja para cidade desconhecida, é comum observar costumes diferentes, linguagens variadas e forma distinta de se levar o cotidiano. Isso também se aplica em termos comerciais. 

Antes de mais nada, é necessário realizar estudo detalhado sobre questões como público-alvo e locais com maior possibilidade de negócio. Essa sondagem inicial determinará se há risco ou não na implementação empresarial. Por meio de mapeamento, o empreendedor terá a possibilidade de identificar o perfil selecionado e onde ele se concentra, facilitando a decisão a respeito do processo de expansão. 

Outra medida importante é estudar os concorrentes locais e analisar todos os dados disponíveis sobre eles. Visando maior entendimento sobre como as coisas funcionam nessa nova região, será importante prestar atenção no comportamento e resultados que os concorrentes apresentam. Qualquer referência surge como parâmetro e fortalece a cautela perante determinado cenário. Ferramenta capaz de simplificar e indicar a receptividade local para sua franquia é a gestão de dados confiáveis. Com eles, você poderá construir termômetro assertivo sobre a região, além de facilitar a tomada de decisão final. Todos esses detalhes demonstram se há ou não viabilidade operacional para a implementação.

Em custos, é impossível desconsiderar a realidade econômica em que se está inserido. É um dos grandes desafios: ter a sensibilidade de identificar, com base em planejamento estratégico, o local mais frutífero para receber sua franquia. Abrir novas unidades espalhadas por regiões diferentes exige senso de adaptação imediato do franqueador. Mudanças no produto e flexibilidade no tipo de atendimento são alguns exemplos práticos que podem determinar o sucesso de um negócio.

Campanha de marketing, por exemplo, só surtirá o efeito desejado se atingir o público selecionado. E, para isso, é preciso compreendê-lo, sob a ótica de nova perspectiva cultural. Novas parcerias, tecnologia de ponta e, principalmente, apoio sólido ao franqueado são iniciativas estratégicas que abrirão espaço para o crescimento da rede. Por isso, a etapa que precede a ampliação da rede é primordial para os resultados que virão. E aprofundar-se na cultura regional é sinônimo de garantir terreno seguro para novas franquias.

Lucas Romi é sócio e vice-presidente de expansão e novos negócios na Odontoclinic.

Pêsames

Meus pêsames ao meu amigo de faculdade Donisete Braga (ex-Prefeito de Mauá) pelo falecimento da sua querida e amada mãe. Que Deus conforte o coração de todos os familiares.

Ailton Natalino de Lima

São Bernardo

Provérbio

Provérbio ou adágio é ditado simples e concreto, que expressa verdade baseada no senso comum ou experiência, como a seguir: ‘Caro otimista e pessimista, enquanto vocês discutiam se o copo com água estava meio cheio ou meio vazio, eu a bebi. Atenciosamente, o oportunista”. O mesmo dito pode, metaforicamente, ser utilizado para nos referirmos ao cenário político atual, pois, enquanto esquerda e direita discutem suas ideologias, oportunistas estão só aguardando as próximas eleições para se elegerem ou se reelegerem. 

Vanderlei A. Retondo

Santo André

Azulão

Acho que não é só o fim da era Nairo no São Caetano (Esportes, ontem). Acho que é o fim do próprio São Caetano. Quem vai querer pegar um abacaxi daqueles. Hoje a única coisa no calendário do São Caetano é a Segunda Divisão paulista. Sem torcida, sem clube social, usando velho estádio da Prefeitura. Nairo realmente foi herói ao carregador essa ‘coisa’ por 30 anos nas costas. É o fim de mais uma tentativa frustrada de ter time de futebol profissional em São Caetano. Acho que a partir de agora a cidade deve priorizar o futebol amador, pois tem bons campos e muita gente boa de bola na várzea, até porque, futebol profissional não é coisa para amadores.

Donizete Souza

Ribeirão Pires

CPTM-Metrô

Causa-me perplexidade as incursões de Doria pelo Grande ABC, à caça de apoios com mais um festival de promessas pré-eleitorais que não são cumpridas. Lembrando que o PSDB está no poder em São Paulo há, no mínimo, 25 anos, e é o partido de alguns prefeitos da região. Durante este período, desde a criação da CPTM (Companhia Paulista de Trens Metropolitanos), a região só teve perdas, como: desativação da Estação Pirelli, fim dos trens regulares para Santos, para Paranapiacaba, para Francisco Morato, Barra Funda, trem expresso Mauá Luz, transbordo obrigatório no Brás com as linhas lotadas da CPTM. Como pode alguém afirmar que a solução para especificação do modal para a Linha 18-Bronze seria técnica? Sabendo que o local previsto para seu trajeto é fundo de vale, sujeitos a enchentes frequentes como ocorrido no Córrego dos Meninos-Rio Tamanduateí em março deste ano. 

Luiz Carlos Leoni

São Caetano

Provocador

O presidente Bolsonaro faz declarações que desgastam sua imagem, e sua assessoria tenta manter o controle para evitar confronto com os meios de comunicação. Na mais recente ele chamou a imprensa de fétida. E ao ser questionado sobre problemas nos presídios no Pará, respondeu de forma agressiva, dizendo para o jornalista ‘parar de perguntar besteira’. Ou seja, os meios de comunicação pelo visto só merecem elogios se omitirem fatos como as suspeitas de corrupção de integrantes de seu governo. A que ponto chegamos.

Uriel Villas Boas

Santos (SP)

Rombos

Devido às péssimas administrações nos fundos de pensão de Caixa, Correios e Petrobras, durante governos Lula e Dilma, rombos foram bilionários. Sabe quem paga a conta? Funcionários e as três patrocinadoras, em contribuições mensais, durante muitos anos. Esta foi uma das heranças petistas. Felizmente o fundo dos funcionários do Banco do Brasil, tecnicamente administrado, ficou imune à nefasta influência, foi salvo. 

Humberto Schuwartz Soares

Vila Velha (ES) 

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