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Desafio de Redação coloca foco de jovens no futuro do Grande ABC

Nario Barbosa/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

10/10/2019 | 07:00


 Participar do 13° Desafio de Redação ajudou os alunos da EE Prof Luis Washington Vita, no Parque São Vicente, em Mauá, a focar no futuro. Com o tema A Região Que Eu Quero em 2030, os estudantes discorreram em seus textos sobre preservação, avanços tecnológicos, cura de doenças e os benefícios e se conhecer novos planetas. O desafio é realizado pelo Diário e pela USCS (Universidade Municipal de São Caetano), patrocinado pelo Cemitério Vale dos Pinheirais e com apoio institucional do Saesa (Sistema de Água, Esgoto e Saneamento Ambiental) de São Caetano.

Para a vice-diretora da unidade escolar, Débora Cristina Francisco da Silva, o tema faz uma provocação necessária: pensar no mundo onde esses jovens vão viver. “É importante também para eles verem a função da escrita, para além do que se pratica em sala de aula. É necessária para um processo seletivo, um concurso como esse, o vestibular daqui a alguns anos”, citou. A escola participa do Desafio há vários anos e já teve alunos premiados com bicicletas. “Isso também é um incentivo”, completou.

Aluno do 7° ano do ensino fundamental, Victor Hugo Egídio da Silva, 12 anos, relatou que se animou com o tema, porque pensar no futuro já é uma prática do seu dia a dia. “A gente precisa olhar para a Amazônia, para a questão da preservação. Precisamos também de mais igualdade e respeito”, afirmou.

Ana Cássia Silva Souza, 12, também aluna do 7° ano, avaliou que o tema é muito atual e que a ajudou a pensar no que pode acontecer daqui para frente. “Abordei a questão da poluição, das queimadas, e da necessidade de exploramos e conhecermos novos planetas.”

Apaixonado por jogos e eletrônicos, Leonardo de Andrade Souza, 12, pontuou sobre saúde e os avanços tecnológicos que espera que ocorram nos próximos anos, inclusive com a cura de doenças. “Já havia participado no ano passado e achei o tema bem interessante”, concluiu.

Para a professora de geografia Flávia da Silva Oliveira, que acompanhou a aplicação do concurso, muitos alunos que não costumam pensar no futuro se sentiram estimulados. “O tema inclusive abrange muito da geografia, porque o mundo vive em constantes mudanças e transformações. O aluno de hoje precisa ter foco e pensar em como vai ser daqui para frente”, finalizou.



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Desafio de Redação coloca foco de jovens no futuro do Grande ABC

Aline Melo
Do Diário do Grande ABC

10/10/2019 | 07:00


 Participar do 13° Desafio de Redação ajudou os alunos da EE Prof Luis Washington Vita, no Parque São Vicente, em Mauá, a focar no futuro. Com o tema A Região Que Eu Quero em 2030, os estudantes discorreram em seus textos sobre preservação, avanços tecnológicos, cura de doenças e os benefícios e se conhecer novos planetas. O desafio é realizado pelo Diário e pela USCS (Universidade Municipal de São Caetano), patrocinado pelo Cemitério Vale dos Pinheirais e com apoio institucional do Saesa (Sistema de Água, Esgoto e Saneamento Ambiental) de São Caetano.

Para a vice-diretora da unidade escolar, Débora Cristina Francisco da Silva, o tema faz uma provocação necessária: pensar no mundo onde esses jovens vão viver. “É importante também para eles verem a função da escrita, para além do que se pratica em sala de aula. É necessária para um processo seletivo, um concurso como esse, o vestibular daqui a alguns anos”, citou. A escola participa do Desafio há vários anos e já teve alunos premiados com bicicletas. “Isso também é um incentivo”, completou.

Aluno do 7° ano do ensino fundamental, Victor Hugo Egídio da Silva, 12 anos, relatou que se animou com o tema, porque pensar no futuro já é uma prática do seu dia a dia. “A gente precisa olhar para a Amazônia, para a questão da preservação. Precisamos também de mais igualdade e respeito”, afirmou.

Ana Cássia Silva Souza, 12, também aluna do 7° ano, avaliou que o tema é muito atual e que a ajudou a pensar no que pode acontecer daqui para frente. “Abordei a questão da poluição, das queimadas, e da necessidade de exploramos e conhecermos novos planetas.”

Apaixonado por jogos e eletrônicos, Leonardo de Andrade Souza, 12, pontuou sobre saúde e os avanços tecnológicos que espera que ocorram nos próximos anos, inclusive com a cura de doenças. “Já havia participado no ano passado e achei o tema bem interessante”, concluiu.

Para a professora de geografia Flávia da Silva Oliveira, que acompanhou a aplicação do concurso, muitos alunos que não costumam pensar no futuro se sentiram estimulados. “O tema inclusive abrange muito da geografia, porque o mundo vive em constantes mudanças e transformações. O aluno de hoje precisa ter foco e pensar em como vai ser daqui para frente”, finalizou.

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