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Meta é alcançar 50ª posição em rankings de competitividade, diz secretário



09/10/2019 | 10:46


Depois de subir uma posição no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial, o governo quer ficar entre os 50 países mais competitivos do mundo até o fim do mandato do presidente Jair Bolsonaro, em 2022. De acordo com o secretário de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, a meta é alcançar a 50ª posição tanto no ranking do fórum, em que o País passou de 72º para 71º na terça-feira, 8, quanto no ranking Doing Business, organizado pelo Banco Mundial, no qual o Brasil está na 109ª posição.

O secretário ressaltou que a melhoria divulgada na terça pelo Fórum Econômico Mundial ainda não captura as ações do atual governo, já que utiliza dados fechados de 2018 e pesquisas que levam em consideração respostas do ano passado.

Ele ressaltou que a melhoria nos rankings passa por equacionar a questão fiscal "urgentemente", o que é necessário para voltar a crescer. "A grande oportunidade do País para crescer desproporcionalmente nos próximos anos é avançar em competitividade", afirmou.



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Meta é alcançar 50ª posição em rankings de competitividade, diz secretário


09/10/2019 | 10:46


Depois de subir uma posição no ranking de competitividade do Fórum Econômico Mundial, o governo quer ficar entre os 50 países mais competitivos do mundo até o fim do mandato do presidente Jair Bolsonaro, em 2022. De acordo com o secretário de Produtividade e Competitividade do Ministério da Economia, Carlos da Costa, a meta é alcançar a 50ª posição tanto no ranking do fórum, em que o País passou de 72º para 71º na terça-feira, 8, quanto no ranking Doing Business, organizado pelo Banco Mundial, no qual o Brasil está na 109ª posição.

O secretário ressaltou que a melhoria divulgada na terça pelo Fórum Econômico Mundial ainda não captura as ações do atual governo, já que utiliza dados fechados de 2018 e pesquisas que levam em consideração respostas do ano passado.

Ele ressaltou que a melhoria nos rankings passa por equacionar a questão fiscal "urgentemente", o que é necessário para voltar a crescer. "A grande oportunidade do País para crescer desproporcionalmente nos próximos anos é avançar em competitividade", afirmou.

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