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EUA anunciam restrições a vistos para chinesas devido a abusos em Xinjiang



08/10/2019 | 16:38


O secretário de Estado dos Estados Unidos, Michael Pompeo, anunciou por meio de comunicado a restrição de vistos a autoridades do governo chinês e seus familiares por instituir uma "campanha altamente repressiva" contra minorias muçulmanas no território autônomo de Xinjiang, no noroeste da China.

De acordo com Pompeo, tal medida complementa a decisão de ontem do Departamento do Comércio de impor restrições a exportações de produtos americanos para 28 entidades.

"Os EUA pedem à República do Povo da China que encerre imediatamente sua campanha de repressão em Xinjiang, liberte todos os que foram arbitrariamente detidos e suspenda os esforços de coerção de membros dos grupos minoritários muçulmanos chineses residente no exterior para que retornem à China para enfrentar um destino incerto. A proteção dos direitos humanos é de fundamental importância e todos os países devem respeitar suas obrigações e comprometimentos", afirma o comunicado.



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EUA anunciam restrições a vistos para chinesas devido a abusos em Xinjiang


08/10/2019 | 16:38


O secretário de Estado dos Estados Unidos, Michael Pompeo, anunciou por meio de comunicado a restrição de vistos a autoridades do governo chinês e seus familiares por instituir uma "campanha altamente repressiva" contra minorias muçulmanas no território autônomo de Xinjiang, no noroeste da China.

De acordo com Pompeo, tal medida complementa a decisão de ontem do Departamento do Comércio de impor restrições a exportações de produtos americanos para 28 entidades.

"Os EUA pedem à República do Povo da China que encerre imediatamente sua campanha de repressão em Xinjiang, liberte todos os que foram arbitrariamente detidos e suspenda os esforços de coerção de membros dos grupos minoritários muçulmanos chineses residente no exterior para que retornem à China para enfrentar um destino incerto. A proteção dos direitos humanos é de fundamental importância e todos os países devem respeitar suas obrigações e comprometimentos", afirma o comunicado.

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