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Região terá outra campanha contra o sarampo na segunda

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Vacinação será ofertada em todas as UBSs; primeira etapa visa crianças de até 5 anos


Do Dgabc.com.br

04/10/2019 | 07:00


 A crescente de casos confirmados de sarampo e óbitos em razão da doença em todo o Estado – são oito vítimas fatais e 5.411 casos – motivou nova campanha de vacinação a partir de segunda-feira. Na primeira etapa da ação, até 25 de outubro, o público-alvo será crianças a partir de 6 meses e com menos de 5 anos. Entre 18 e 30 de novembro, jovens de 20 a 29 anos serão o foco da imunização. No Grande ABC, são 571 vítimas da doença atualmente.

No sábado, haverá o ‘Dia D’, quando os postos de saúde estarão abertos para facilitar o acesso dos pais e responsáveis. “A tríplice viral protege contra sarampo, caxumba e rubéola. Mantê-la em dia é a melhor forma de prevenção e, por isso, convocamos as mães, pais, familiares e responsáveis para levarem os pequenos aos postos durante esta campanha”, diz a diretora de imunização da Secretaria da Saúde do Estado, Helena Sato.

Entre as sete cidades, Santo André e São Bernardo concentram a maior parte de casos confirmados (171 cada). Na sequência aparecem Mauá (107), Ribeirão Pires (54), São Caetano (38), Diadema (28) e Rio Grande da Serra (dois).

Não há tratamento específico para a doença, que é combatida apenas por anticorpos. A vacina contra o sarampo integra o Programa Nacional de Imunizações e é aplicada aos 12 meses. O reforço é aos 15 meses com a tetraviral (sarampo, rubéola, caxumba e varicela). Até os 29 anos, a recomendação é tomar duas doses. Entre 30 e 59 anos, a pessoa deve ser vacinada uma vez.

O Brasil chegou a ficar quase cinco anos sem casos. A primeira pessoa infectada após o período foi em fevereiro do ano passado. Inclusive, o País perdeu, em março, o certificado de erradicação da doença, concedido pela Opas (Organização Pan-Americana de Saúde), em 2016.

Segundo alerta a secretaria, são consideradas pessoas com condição de risco os portadores de doenças crônicas, como diabete, hipertensão e imunodeprimidos, que podem ficar mais vulneráveis à infecção e à evolução do quadro com maior gravidade.



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