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Polícia do Rio prende mulher e cunhado de acusado de matar Marielle

Reprodução/Instragram Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Operação é um desdobramento das investigações dos assassinatos da vereadora e motorista



03/10/2019 | 09:34


A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro cumpriram nesta quinta-feira, 3, cinco mandados de prisão da Operação Submersus, um desdobramento das investigações dos assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, mortos em março do ano passado. Um dos mandados foi cumprido contra o policial reformado Ronnie Lessa, acusado de participar dos homicídios, que já estava preso na Penitenciária Federal de Porto Velho.

Os outros alvos, segundo a Agência Brasil, foram a mulher de Lessa, Elaine Lessa; o irmão de Elaine e cunhado dele, Bruno Figueiredo; Márcio Montavano, conhecido como Márcio Gordo; e Josinaldo Lucas Freitas, o Djaca. Eles são acusados de obstrução de Justiça, porte de arma e associação criminosa.

Segundo a Polícia Civil, o grupo teria ocultado armas usadas pelo grupo de Lessa, entre elas a submetralhadora HK MP5, que teria sido usada para matar Marielle e Anderson.

De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios (DH) da capital fluminense, em março deste ano, dois dias depois das prisões de Lessa e do ex-policial Élcio de Queiroz, outro acusado de matar Marielle e Anderson, o grupo teria jogado as armas no mar.

Sob o comando de Elaine, conforme a polícia, o armamento foi descartado próximo às Ilhas Tijucas, na altura da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio.

Para a DH, Montavano tirou uma caixa com armas de um apartamento no bairro da Pechincha, na zona oeste do Rio, levou-a até Freitas, que havia contratado o serviço de um taxista para transportá-la até o quebra-mar, de onde saiu o barco que levou o material até o oceano.

Já Figueiredo é acusado de ajudar Montavano na execução do plano. Com o auxílio de mergulhadores do Corpo de Bombeiros e da Marinha, foram realizadas buscas no local, mas nada foi encontrado. A profundidade e as águas muito turvas dificultaram o trabalho, segundo a Polícia Civil. Todos os acusados - à exceção de Lessa - foram levados para a DH.



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Polícia do Rio prende mulher e cunhado de acusado de matar Marielle

Operação é um desdobramento das investigações dos assassinatos da vereadora e motorista


03/10/2019 | 09:34


A Polícia Civil e o Ministério Público do Rio de Janeiro cumpriram nesta quinta-feira, 3, cinco mandados de prisão da Operação Submersus, um desdobramento das investigações dos assassinatos da vereadora Marielle Franco (PSOL) e do motorista Anderson Gomes, mortos em março do ano passado. Um dos mandados foi cumprido contra o policial reformado Ronnie Lessa, acusado de participar dos homicídios, que já estava preso na Penitenciária Federal de Porto Velho.

Os outros alvos, segundo a Agência Brasil, foram a mulher de Lessa, Elaine Lessa; o irmão de Elaine e cunhado dele, Bruno Figueiredo; Márcio Montavano, conhecido como Márcio Gordo; e Josinaldo Lucas Freitas, o Djaca. Eles são acusados de obstrução de Justiça, porte de arma e associação criminosa.

Segundo a Polícia Civil, o grupo teria ocultado armas usadas pelo grupo de Lessa, entre elas a submetralhadora HK MP5, que teria sido usada para matar Marielle e Anderson.

De acordo com as investigações da Delegacia de Homicídios (DH) da capital fluminense, em março deste ano, dois dias depois das prisões de Lessa e do ex-policial Élcio de Queiroz, outro acusado de matar Marielle e Anderson, o grupo teria jogado as armas no mar.

Sob o comando de Elaine, conforme a polícia, o armamento foi descartado próximo às Ilhas Tijucas, na altura da Barra da Tijuca, na zona oeste do Rio.

Para a DH, Montavano tirou uma caixa com armas de um apartamento no bairro da Pechincha, na zona oeste do Rio, levou-a até Freitas, que havia contratado o serviço de um taxista para transportá-la até o quebra-mar, de onde saiu o barco que levou o material até o oceano.

Já Figueiredo é acusado de ajudar Montavano na execução do plano. Com o auxílio de mergulhadores do Corpo de Bombeiros e da Marinha, foram realizadas buscas no local, mas nada foi encontrado. A profundidade e as águas muito turvas dificultaram o trabalho, segundo a Polícia Civil. Todos os acusados - à exceção de Lessa - foram levados para a DH.

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