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Procurador pede retratação de Mendes por 'acusações descabidas e temerárias'

Gervásio Baptista/SCO/STF Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


02/10/2019 | 13:12


O procurador Almir Teubl Sanches, da força-tarefa da Lava Jato no Rio, cobrou na manhã desta quarta-feira, 2, uma retratação por parte do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em fevereiro, quando soube que havia um dossiê da Receita Federal sobre ele, o magistrado tentou ligar Marco Aurélio Silva Canal, auditor fiscal preso nesta manhã pela Polícia Federal, à força-tarefa da operação.

"Agora que há um novo fato de conhecimento público, espera-se que haja alguma espécie de retratação sobre essas acusações que foram feitas. Na época, não tínhamos como nos defender, porque a investigação estava em caráter sigiloso", disse o procurador. A força-tarefa já investigava Canal àquela altura.

Almir Sanches Teubl classificou as declarações como descabidas e até temerárias. "Ele chegou a citar em algumas entrevistas, fazer algumas insinuações. Por um lado, temos que pesar também que ele não tinha informação dessa investigação que estava acontecendo e pode ter se sentido vítima de uma violação", ponderou o procurador. "Por outro lado, foram acusações muito graves que não tinham nenhum fato objetivo que pudesse levar a acreditar nisso."

Em coletiva na manhã desta quarta-feira na sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro, os procuradores fizeram questão de destacar inúmeras vezes que Canal não tinha relação com a força-tarefa. Ele atuava numa etapa seguinte à investigativa.



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Procurador pede retratação de Mendes por 'acusações descabidas e temerárias'


02/10/2019 | 13:12


O procurador Almir Teubl Sanches, da força-tarefa da Lava Jato no Rio, cobrou na manhã desta quarta-feira, 2, uma retratação por parte do ministro Gilmar Mendes, do Supremo Tribunal Federal (STF). Em fevereiro, quando soube que havia um dossiê da Receita Federal sobre ele, o magistrado tentou ligar Marco Aurélio Silva Canal, auditor fiscal preso nesta manhã pela Polícia Federal, à força-tarefa da operação.

"Agora que há um novo fato de conhecimento público, espera-se que haja alguma espécie de retratação sobre essas acusações que foram feitas. Na época, não tínhamos como nos defender, porque a investigação estava em caráter sigiloso", disse o procurador. A força-tarefa já investigava Canal àquela altura.

Almir Sanches Teubl classificou as declarações como descabidas e até temerárias. "Ele chegou a citar em algumas entrevistas, fazer algumas insinuações. Por um lado, temos que pesar também que ele não tinha informação dessa investigação que estava acontecendo e pode ter se sentido vítima de uma violação", ponderou o procurador. "Por outro lado, foram acusações muito graves que não tinham nenhum fato objetivo que pudesse levar a acreditar nisso."

Em coletiva na manhã desta quarta-feira na sede da Polícia Federal no Rio de Janeiro, os procuradores fizeram questão de destacar inúmeras vezes que Canal não tinha relação com a força-tarefa. Ele atuava numa etapa seguinte à investigativa.

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