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Taxa de desemprego fica em 11,8% no trimestre até agosto, afirma IBGE

Marcello Casal JR/Agência Brasil Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


27/09/2019 | 09:18


A taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,8% no trimestre encerrado em agosto, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira, 27, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou no teto das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast , que estimavam uma taxa de desemprego entre 11,5% e 11,8%, com mediana de 11,7%.

Em igual período de 2018, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,1%. No trimestre até julho deste ano, a taxa foi exatamente a mesma, de 11,8%.

Com o resultado do trimestre até agosto, o indicador interrompeu uma trajetória de queda registrada desde o trimestre encerrado em abril.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.298 no trimestre encerrado em agosto. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 209,893 bilhões no trimestre até agosto, alta de 1,8% ante igual período do ano anterior.



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Taxa de desemprego fica em 11,8% no trimestre até agosto, afirma IBGE


27/09/2019 | 09:18


A taxa de desocupação no Brasil ficou em 11,8% no trimestre encerrado em agosto, de acordo com os dados da Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios Contínua (Pnad Contínua) divulgados nesta sexta-feira, 27, pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).

O resultado ficou no teto das expectativas dos analistas ouvidos pelo Projeções Broadcast , que estimavam uma taxa de desemprego entre 11,5% e 11,8%, com mediana de 11,7%.

Em igual período de 2018, a taxa de desemprego medida pela Pnad Contínua estava em 12,1%. No trimestre até julho deste ano, a taxa foi exatamente a mesma, de 11,8%.

Com o resultado do trimestre até agosto, o indicador interrompeu uma trajetória de queda registrada desde o trimestre encerrado em abril.

A renda média real do trabalhador foi de R$ 2.298 no trimestre encerrado em agosto. A massa de renda real habitual paga aos ocupados somou R$ 209,893 bilhões no trimestre até agosto, alta de 1,8% ante igual período do ano anterior.

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