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Após entrevista polêmica em que critica a música brasileira, Milton Nascimento se defende: Fora de contexto



26/09/2019 | 17:11


Milton Nascimento protagonizou uma polêmica e tanto. Recentemente, o músico deu uma entrevista para a coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo, em que falou sobre, dentre outros assuntos, a música brasileira. Em uma de suas falas, o veterano de 77 anos de idade afirma o seguinte:

- A música brasileira tá uma m***a. As letras, então. Meu Deus do céu. Uma porcaria. Não sei se o pessoal ficou mais burro, se não tem vontade [de cantar] sobre amizade ou algo que seja. Só sabem falar de bebida e a namorada que traiu. Ou do namorado que traiu. Sempre traição, disse, logo em seguida informando que Maria Gadú e Tiago Iorc são dois exemplos fora dessa curva.

A repercussão foi grande e o cantor, logo depois, sentiu a necessidade de se defender. Por meio de seu Instagram, Milton publicou o print de sua entrevista e escreveu o seguinte texto:

Fora do contexto, o título de uma reportagem pode levar o leitor a conclusões equivocadas. A frase escolhida para a manchete da entrevista que Milton Nascimento deu à jornalista Monica Bergamo (foto acima) se refere exclusivamente à música feita no mainstream do mercado nacional, consumida pela massa. E só a ela. Justamente por isso, os únicos citados por ele como contra-exemplo foram Maria Gadú e Tiago Iorc, dois dos raros artistas talentosos que transitam nesse universo industrial. Bituca [apelido do músico] jamais se referiu à nova geração brasileira que, à parte do mainstream musical, tem construído a melhor música desse novo tempo.

O texto ainda continua:

Milton tem muitos desses artistas por perto. São seus amigos. E conhece profundamente o que eles têm feito por nossa música. Um salve para Zé Ibarra, Tom Veloso, Amaro Freitas, Dani Black, Silva, Rubel, Tim Bernardes, Djonga, Emicida, Beraderos, Rincón Sapiência, Liniker, Marcia Castro, Luedji Luna, Cicero, Mallu Magalhães, Céu e a tantos outros queridos amigos que estão e vão estar sempre por aqui.



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Após entrevista polêmica em que critica a música brasileira, Milton Nascimento se defende: Fora de contexto


26/09/2019 | 17:11


Milton Nascimento protagonizou uma polêmica e tanto. Recentemente, o músico deu uma entrevista para a coluna de Mônica Bergamo, do jornal Folha de São Paulo, em que falou sobre, dentre outros assuntos, a música brasileira. Em uma de suas falas, o veterano de 77 anos de idade afirma o seguinte:

- A música brasileira tá uma m***a. As letras, então. Meu Deus do céu. Uma porcaria. Não sei se o pessoal ficou mais burro, se não tem vontade [de cantar] sobre amizade ou algo que seja. Só sabem falar de bebida e a namorada que traiu. Ou do namorado que traiu. Sempre traição, disse, logo em seguida informando que Maria Gadú e Tiago Iorc são dois exemplos fora dessa curva.

A repercussão foi grande e o cantor, logo depois, sentiu a necessidade de se defender. Por meio de seu Instagram, Milton publicou o print de sua entrevista e escreveu o seguinte texto:

Fora do contexto, o título de uma reportagem pode levar o leitor a conclusões equivocadas. A frase escolhida para a manchete da entrevista que Milton Nascimento deu à jornalista Monica Bergamo (foto acima) se refere exclusivamente à música feita no mainstream do mercado nacional, consumida pela massa. E só a ela. Justamente por isso, os únicos citados por ele como contra-exemplo foram Maria Gadú e Tiago Iorc, dois dos raros artistas talentosos que transitam nesse universo industrial. Bituca [apelido do músico] jamais se referiu à nova geração brasileira que, à parte do mainstream musical, tem construído a melhor música desse novo tempo.

O texto ainda continua:

Milton tem muitos desses artistas por perto. São seus amigos. E conhece profundamente o que eles têm feito por nossa música. Um salve para Zé Ibarra, Tom Veloso, Amaro Freitas, Dani Black, Silva, Rubel, Tim Bernardes, Djonga, Emicida, Beraderos, Rincón Sapiência, Liniker, Marcia Castro, Luedji Luna, Cicero, Mallu Magalhães, Céu e a tantos outros queridos amigos que estão e vão estar sempre por aqui.

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