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Capacitação no setor petroquímico


Do Diário do Grande ABC

23/09/2019 | 12:57


Por conta das novas tecnologias digitais que estão surgindo, os setores industriais avançam globalmente cada vez mais rápido e a indústria necessita de profissionais qualificados para lidarem com as novidades que surgem todos os dias. 

Não distante dos principais mercados e sempre em busca de competitividade no cenário internacional, a indústria brasileira realiza altos investimentos em inovação para automatizar processos, aumentar a produtividade e ter mais eficiência operacional. Entretanto, para garantir o sucesso da realização de aportes financeiros e implementar novidades, é necessário termos não apenas equipes qualificadas, mas também engajadas e comprometidas com essas evoluções da indústria 4.0.

Pesquisa realizada pelo Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), divulgada em agosto, mostra que nos próximos cinco anos o Brasil terá que qualificar 10,5 milhões de trabalhadores para atender à crescente renovação dos processos industriais causados pelos avanços tecnológicos. Número alto, que demonstra o bom crescimento da indústria e consequentemente traz esperança ao mercado de trabalho brasileiro, que atualmente registra taxa de mais de 12 milhões de desempregados.

Há diversos cursos disponíveis no mercado para quem busca a formação técnica, porém, com o avanço da indústria 4.0 é preciso readequá-los à nova realidade para que atenda às necessidades específicas, tanto atuais como futuras. A indústria procura por pessoas que tenham capacitação, bom relacionamento com colegas e objetivo – é sempre preciso ter um, caso contrário o sucesso profissional não acontece.

Com o intuito de aumentar o interesse por áreas técnicas e combater a baixa procura, muitas empresas promovem palestras em escolas e convidam estudantes para conhecerem de perto a realidade de linha produtiva, além de oferecer remuneração diferenciada, superior em relação a outros cargos em uma própria indústria e nos setores de serviços. Ótimo exemplo são os cargos técnicos para atuantes nas áreas de produção de refino de petróleo e de indústrias químicas. O Polo Petroquímico do Grande ABC, segundo pesquisa divulgada neste ano pela MaxiQuim (empresa de avaliação de negócios na indústria química), tem salário médio mensal de R$ 5.468, o que é 50% acima do valor pago em toda a indústria de transformação no Estado de São Paulo.

Portanto, é possível concluir que o foco nos conhecimentos técnicos específicos é importante para o sucesso do trabalho nas áreas industriais, porém, o espírito de equipe e a inteligência emocional são diferenciais para atingir os objetivos profissionais.

Rogério Figueira é especialista em treinamento da Braskem.

Iguais

Havia cobranças quanto ao vocabulário de Lula, para que fosse escolarizado, letrado. Cobravam que Dilma Rousseff fosse intelectualizada. Mas votaram em Bolsonaro. Como explicar e fazer esse pessoal entender os crimes de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol se essas mesmas pessoas admiram alguém que ‘endeusa’ o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna), um dos órgãos atuantes na repressão política durante a ditadura militar no Brasil? Não enxergam que a família do presidente é envolvida com milícias, que matam, roubam, traficam? Existe rapaz influente nas redes sociais que passou bom tempo criticando os governos petistas, porém, nunca foi ameaçado de nada, e, agora, bastaram nove meses criticando o ‘Bozo’, teve que tirar a família do Brasil. Isso sim é fascismo. Cadê aquela meia dúzia de leitoras que viviam a criticar o PT? Sumiram? Estão com vergonha? Aprenderam que não existem partido nem político honestos? 

Jorge Paulo Fleixas

Diadema

Sonho e pesadelo

Um aeroporto no Grande ABC, conforme reportagem neste Diário (Economia, dia 16). Além da poluição sonora e do ar, causada pela decolagem e pouso dos aviões, é preciso lembrar dos acidentes, que tiram vidas de centenas de pessoas. Construir aeroporto na região pode sim atrair investimentos. Mas as consequências podem ser danosas no futuro com a sua entrada em funcionamento, já que a tendência é a ocorrência de ocupação de áreas adjacentes, seja de forma legal ou ilegal, contribuindo, assim, com a derrocada da qualidade de vida da população devido à destruição de áreas verdes. Contudo, essa questão encontra-se ainda apenas no papel. Vai passar pelo crivo do Consórcio e, se aprovada essa malfadada ideia, a preocupação será onde encontrar recursos financeiros para tornar o aeroporto realidade. O governo federal teria verbas para tal empreendimento e depois acabaria privatizando, como tem sido feito? Mas sonhar todos têm direito. Nem que às vezes o sonho se transforme num pesadelo.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Desmandos

O leitor Ailton Natalino de Lima defendeu Bolsonaro dizendo que seu presidente não quer mais impostos (Controle, ontem). Deixou claro, também, que acha que Bolsonaro não tem controle sobre toda equipe de governo, que é ‘um universo’. Mas, agora, a notícia de que o ministro de Economia, Paulo Guedes, quer retirar o reajuste do salário mínimo da Constituição, que não será mais corrigido pela inflação, e sofrerá congelamento provisório em situações de ‘aperto fiscal’, por até dois anos (Economia, dia 17)? E agora? O que vai dizer o leitor? Será que continuará achando que Bolsonaro não sabe disso? Parou para pensar que é mais uma perda do trabalhador, já tão castigado e sofrido? Será que o senhor sabe que seu presidente liberou milhões de reais ao fundo partidário? Até quando vamos aturar os desmandos desse nefasto cidadão?

Marilza Aparecida Sperândio

Mauá

Tenebroso

Ao ler a reportagem ‘Gasto com vacinas pode cair R$ 393 milhões’ (Setecidades, dia 18), fiquei abismada, já que enfrentamos surto de sarampo, febre amarela e dengue. A proposta de corte foi enviada ao Congresso pelo governo de Bolsonaro. Este presidente não é sério, mas ele não é o maior culpado. A culpa toda é de quem votou nele, mesmo sabendo de seu passado nebuloso, com 28 anos de mandato e nenhum projeto relevante à Nação. Pois bem. Nesta mesma semana (passada), ao menos duas notícias que contrariam esse corte: a primeira é que o governo de Bolsonaro destinou R$ 4,8 bilhões de vantagens para militares, propôs aumento do adicional de habilitação – que é pago a militares que fazem cursos de qualificação. A segunda é que o Ministério da Economia pretende perdoar parte de dívida de R$ 11 bilhões do agronegócio com o Funrural (Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural). Onde vamos parar nas mãos deste presidente? Não é difícil imaginar que o futuro do Brasil será tenebroso.

Vânia Togato Viegas

São Bernardo

Setembro Amarelo

Sobre o Setembro Amarelo, na minha opinião são necessários sutileza e jeito especial na abordagem deste assunto. Crianças e adolescentes devem ser informados de acordo com sua faixa etária, pois interpretam de modo diferente, principalmente quando já apresentam algum problema de ordem psicológica. Todo tato e discernimento se fazem necessários para que prevenção não se torne via de mão dupla e perca o sentido.

Erika Pereira Farré

Santo André

Sabesp

A empresa Sabesp vem a Santo André com promessa de novos investimentos em atenção às necessidades do município. Porém, já vem fazendo estragos por todos os lados. Entendo a necessidade, mas não se justifica escavar vias públicas devidamente conservadas e, depois, fazer operação tapa-buraco. Levando-se em consideração as necessidades e o potencial econômico da empresa, seria mais digno proceder recapeamento asfáltico em toda via pública e não fazer serviço malfeito e dar nome de ‘execução de obra viária a contento’. Que o nosso prefeito Paulo Serra coloque equipe à altura para ficar atenta a esse tipo de serviço ‘meia boca’, e faça essa empresa cumprir na íntegra os termos do contrato, pois esse serviço com certeza irá apresentar futuros esburacamentos na via e a culpa será jogada na administração municipal.

Edson Campelo

Santo André

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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Capacitação no setor petroquímico

Do Diário do Grande ABC

23/09/2019 | 12:57


Por conta das novas tecnologias digitais que estão surgindo, os setores industriais avançam globalmente cada vez mais rápido e a indústria necessita de profissionais qualificados para lidarem com as novidades que surgem todos os dias. 

Não distante dos principais mercados e sempre em busca de competitividade no cenário internacional, a indústria brasileira realiza altos investimentos em inovação para automatizar processos, aumentar a produtividade e ter mais eficiência operacional. Entretanto, para garantir o sucesso da realização de aportes financeiros e implementar novidades, é necessário termos não apenas equipes qualificadas, mas também engajadas e comprometidas com essas evoluções da indústria 4.0.

Pesquisa realizada pelo Senai (Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial), divulgada em agosto, mostra que nos próximos cinco anos o Brasil terá que qualificar 10,5 milhões de trabalhadores para atender à crescente renovação dos processos industriais causados pelos avanços tecnológicos. Número alto, que demonstra o bom crescimento da indústria e consequentemente traz esperança ao mercado de trabalho brasileiro, que atualmente registra taxa de mais de 12 milhões de desempregados.

Há diversos cursos disponíveis no mercado para quem busca a formação técnica, porém, com o avanço da indústria 4.0 é preciso readequá-los à nova realidade para que atenda às necessidades específicas, tanto atuais como futuras. A indústria procura por pessoas que tenham capacitação, bom relacionamento com colegas e objetivo – é sempre preciso ter um, caso contrário o sucesso profissional não acontece.

Com o intuito de aumentar o interesse por áreas técnicas e combater a baixa procura, muitas empresas promovem palestras em escolas e convidam estudantes para conhecerem de perto a realidade de linha produtiva, além de oferecer remuneração diferenciada, superior em relação a outros cargos em uma própria indústria e nos setores de serviços. Ótimo exemplo são os cargos técnicos para atuantes nas áreas de produção de refino de petróleo e de indústrias químicas. O Polo Petroquímico do Grande ABC, segundo pesquisa divulgada neste ano pela MaxiQuim (empresa de avaliação de negócios na indústria química), tem salário médio mensal de R$ 5.468, o que é 50% acima do valor pago em toda a indústria de transformação no Estado de São Paulo.

Portanto, é possível concluir que o foco nos conhecimentos técnicos específicos é importante para o sucesso do trabalho nas áreas industriais, porém, o espírito de equipe e a inteligência emocional são diferenciais para atingir os objetivos profissionais.

Rogério Figueira é especialista em treinamento da Braskem.

Iguais

Havia cobranças quanto ao vocabulário de Lula, para que fosse escolarizado, letrado. Cobravam que Dilma Rousseff fosse intelectualizada. Mas votaram em Bolsonaro. Como explicar e fazer esse pessoal entender os crimes de Sérgio Moro e Deltan Dallagnol se essas mesmas pessoas admiram alguém que ‘endeusa’ o coronel Carlos Alberto Brilhante Ustra, ex-chefe do DOI-Codi (Destacamento de Operações de Informação – Centro de Operações de Defesa Interna), um dos órgãos atuantes na repressão política durante a ditadura militar no Brasil? Não enxergam que a família do presidente é envolvida com milícias, que matam, roubam, traficam? Existe rapaz influente nas redes sociais que passou bom tempo criticando os governos petistas, porém, nunca foi ameaçado de nada, e, agora, bastaram nove meses criticando o ‘Bozo’, teve que tirar a família do Brasil. Isso sim é fascismo. Cadê aquela meia dúzia de leitoras que viviam a criticar o PT? Sumiram? Estão com vergonha? Aprenderam que não existem partido nem político honestos? 

Jorge Paulo Fleixas

Diadema

Sonho e pesadelo

Um aeroporto no Grande ABC, conforme reportagem neste Diário (Economia, dia 16). Além da poluição sonora e do ar, causada pela decolagem e pouso dos aviões, é preciso lembrar dos acidentes, que tiram vidas de centenas de pessoas. Construir aeroporto na região pode sim atrair investimentos. Mas as consequências podem ser danosas no futuro com a sua entrada em funcionamento, já que a tendência é a ocorrência de ocupação de áreas adjacentes, seja de forma legal ou ilegal, contribuindo, assim, com a derrocada da qualidade de vida da população devido à destruição de áreas verdes. Contudo, essa questão encontra-se ainda apenas no papel. Vai passar pelo crivo do Consórcio e, se aprovada essa malfadada ideia, a preocupação será onde encontrar recursos financeiros para tornar o aeroporto realidade. O governo federal teria verbas para tal empreendimento e depois acabaria privatizando, como tem sido feito? Mas sonhar todos têm direito. Nem que às vezes o sonho se transforme num pesadelo.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Desmandos

O leitor Ailton Natalino de Lima defendeu Bolsonaro dizendo que seu presidente não quer mais impostos (Controle, ontem). Deixou claro, também, que acha que Bolsonaro não tem controle sobre toda equipe de governo, que é ‘um universo’. Mas, agora, a notícia de que o ministro de Economia, Paulo Guedes, quer retirar o reajuste do salário mínimo da Constituição, que não será mais corrigido pela inflação, e sofrerá congelamento provisório em situações de ‘aperto fiscal’, por até dois anos (Economia, dia 17)? E agora? O que vai dizer o leitor? Será que continuará achando que Bolsonaro não sabe disso? Parou para pensar que é mais uma perda do trabalhador, já tão castigado e sofrido? Será que o senhor sabe que seu presidente liberou milhões de reais ao fundo partidário? Até quando vamos aturar os desmandos desse nefasto cidadão?

Marilza Aparecida Sperândio

Mauá

Tenebroso

Ao ler a reportagem ‘Gasto com vacinas pode cair R$ 393 milhões’ (Setecidades, dia 18), fiquei abismada, já que enfrentamos surto de sarampo, febre amarela e dengue. A proposta de corte foi enviada ao Congresso pelo governo de Bolsonaro. Este presidente não é sério, mas ele não é o maior culpado. A culpa toda é de quem votou nele, mesmo sabendo de seu passado nebuloso, com 28 anos de mandato e nenhum projeto relevante à Nação. Pois bem. Nesta mesma semana (passada), ao menos duas notícias que contrariam esse corte: a primeira é que o governo de Bolsonaro destinou R$ 4,8 bilhões de vantagens para militares, propôs aumento do adicional de habilitação – que é pago a militares que fazem cursos de qualificação. A segunda é que o Ministério da Economia pretende perdoar parte de dívida de R$ 11 bilhões do agronegócio com o Funrural (Fundo de Assistência ao Trabalhador Rural). Onde vamos parar nas mãos deste presidente? Não é difícil imaginar que o futuro do Brasil será tenebroso.

Vânia Togato Viegas

São Bernardo

Setembro Amarelo

Sobre o Setembro Amarelo, na minha opinião são necessários sutileza e jeito especial na abordagem deste assunto. Crianças e adolescentes devem ser informados de acordo com sua faixa etária, pois interpretam de modo diferente, principalmente quando já apresentam algum problema de ordem psicológica. Todo tato e discernimento se fazem necessários para que prevenção não se torne via de mão dupla e perca o sentido.

Erika Pereira Farré

Santo André

Sabesp

A empresa Sabesp vem a Santo André com promessa de novos investimentos em atenção às necessidades do município. Porém, já vem fazendo estragos por todos os lados. Entendo a necessidade, mas não se justifica escavar vias públicas devidamente conservadas e, depois, fazer operação tapa-buraco. Levando-se em consideração as necessidades e o potencial econômico da empresa, seria mais digno proceder recapeamento asfáltico em toda via pública e não fazer serviço malfeito e dar nome de ‘execução de obra viária a contento’. Que o nosso prefeito Paulo Serra coloque equipe à altura para ficar atenta a esse tipo de serviço ‘meia boca’, e faça essa empresa cumprir na íntegra os termos do contrato, pois esse serviço com certeza irá apresentar futuros esburacamentos na via e a culpa será jogada na administração municipal.

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