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Trump e Modi mostram união entre as maiores democracias do mundo



22/09/2019 | 17:01


Tambores marcaram a entrada do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, enquanto os dois apertavam as mãos e atravessavam o palco em um estádio lotado do Texas neste domingo, enviando uma mensagem de união entre as duas maiores democracias do mundo, apesar das tensões comerciais.

Trump destacou o crescimento das exportações dos EUA para a Índia, os bilhões de dólares que a Índia está gastando em equipamentos de defesa produzidos pelos EUA e os exercícios militares conjuntos com Nova Délhi. "A Índia nunca investiu nos Estados Unidos como está fazendo hoje", disse Trump. "Estamos fazendo a mesma coisa na Índia." O presidente também discutiu a segurança nas fronteiras, uma importante questão de campanha para o Texas, que compartilha uma fronteira com o México. "Estamos adotando medidas sem precedentes para proteger nossa fronteira sul e parar a imigração ilegal", disse Trump.

Cerca de 50 mil americanos de origem indiana participaram do comício "Howdy Modi!" (Olá, Modi!) em Houston, onde a multidão entoou "Modi! Modi! Modi!", quando ele subiu ao palco para apresentar Trump como "meu amigo, um amigo da Índia, um grande presidente americano".

Modi até usou o slogan político de Trump para dizer que o presidente dos EUA tem a forte intenção de "tornar a América grande novamente". "Quando o conheci pela primeira vez, ele me disse: 'A Índia tem um verdadeiro amigo na Casa Branca'", disse Modi. "Sr. Presidente, nesta manhã em Houston, você pode ouvir os batimentos cardíacos dessa grande parceria nesta celebração das duas maiores democracias do mundo."

Trump disse que Modi o convidou para o comício - um dos maiores encontros da diáspora indiana nos EUA - quando os dois se encontraram no mês passado na França, e Trump havia dito a repórteres mais cedo que "ama a Índia", explicando sua decisão de participar. Os líderes devem se reunir novamente na terça-feira nos bastidores da Assembleia Geral da ONU.

Trump disse que os laços entre EUA e Índia estão em expansão, mas as tensões sobre o superávit comercial da Índia com os EUA persistem. Em junho, os EUA cancelaram privilégios comerciais especiais da Índia, que permitiam ao país exportar certos produtos com tarifas mais baixas para os EUA. A Índia respondeu aumentando tarifas sobre mais de duas dúzias de mercadorias dos EUA.

Os EUA e a Índia estão discutindo maneiras de negociar pelo menos um acordo comercial parcial, o que permitiria a Trump obter uma vitória ao fazer campanha pela reeleição em novembro de 2020. Um acordo parcial poderia incluir Washington restabelecendo o status tarifário especial da Índia se Nova Délhi fizer concessões aos EUA relacionadas ao acesso aos mercados indianos, possivelmente em laticínios e dispositivos médicos. Várias questões não resolvidas estão frustrando os esforços para assinar um acordo maior. Os EUA querem que a Índia compre mais produtos americanos para reduzir seu superávit comercial com os Estados Unidos, que hoje é de cerca de US$ 24 bilhões por ano. Fonte: Associated Press.



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Trump e Modi mostram união entre as maiores democracias do mundo


22/09/2019 | 17:01


Tambores marcaram a entrada do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, e do primeiro-ministro da Índia, Narendra Modi, enquanto os dois apertavam as mãos e atravessavam o palco em um estádio lotado do Texas neste domingo, enviando uma mensagem de união entre as duas maiores democracias do mundo, apesar das tensões comerciais.

Trump destacou o crescimento das exportações dos EUA para a Índia, os bilhões de dólares que a Índia está gastando em equipamentos de defesa produzidos pelos EUA e os exercícios militares conjuntos com Nova Délhi. "A Índia nunca investiu nos Estados Unidos como está fazendo hoje", disse Trump. "Estamos fazendo a mesma coisa na Índia." O presidente também discutiu a segurança nas fronteiras, uma importante questão de campanha para o Texas, que compartilha uma fronteira com o México. "Estamos adotando medidas sem precedentes para proteger nossa fronteira sul e parar a imigração ilegal", disse Trump.

Cerca de 50 mil americanos de origem indiana participaram do comício "Howdy Modi!" (Olá, Modi!) em Houston, onde a multidão entoou "Modi! Modi! Modi!", quando ele subiu ao palco para apresentar Trump como "meu amigo, um amigo da Índia, um grande presidente americano".

Modi até usou o slogan político de Trump para dizer que o presidente dos EUA tem a forte intenção de "tornar a América grande novamente". "Quando o conheci pela primeira vez, ele me disse: 'A Índia tem um verdadeiro amigo na Casa Branca'", disse Modi. "Sr. Presidente, nesta manhã em Houston, você pode ouvir os batimentos cardíacos dessa grande parceria nesta celebração das duas maiores democracias do mundo."

Trump disse que Modi o convidou para o comício - um dos maiores encontros da diáspora indiana nos EUA - quando os dois se encontraram no mês passado na França, e Trump havia dito a repórteres mais cedo que "ama a Índia", explicando sua decisão de participar. Os líderes devem se reunir novamente na terça-feira nos bastidores da Assembleia Geral da ONU.

Trump disse que os laços entre EUA e Índia estão em expansão, mas as tensões sobre o superávit comercial da Índia com os EUA persistem. Em junho, os EUA cancelaram privilégios comerciais especiais da Índia, que permitiam ao país exportar certos produtos com tarifas mais baixas para os EUA. A Índia respondeu aumentando tarifas sobre mais de duas dúzias de mercadorias dos EUA.

Os EUA e a Índia estão discutindo maneiras de negociar pelo menos um acordo comercial parcial, o que permitiria a Trump obter uma vitória ao fazer campanha pela reeleição em novembro de 2020. Um acordo parcial poderia incluir Washington restabelecendo o status tarifário especial da Índia se Nova Délhi fizer concessões aos EUA relacionadas ao acesso aos mercados indianos, possivelmente em laticínios e dispositivos médicos. Várias questões não resolvidas estão frustrando os esforços para assinar um acordo maior. Os EUA querem que a Índia compre mais produtos americanos para reduzir seu superávit comercial com os Estados Unidos, que hoje é de cerca de US$ 24 bilhões por ano. Fonte: Associated Press.

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