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Claudinho tenta esquecer passado de ‘xodó de Lula’

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Prestes a concorrer pela 3ª vez à Prefeitura de Rio Grande, ex-petista evita falar da sigla


Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

22/09/2019 | 07:00


Na eleição de 2012, quando indagado sobre sua relação com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o então vereador de Rio Grande da Serra Claudinho da Geladeira, que buscava pela primeira vez a cadeira de prefeito da cidade, relatava emoção e, por algumas vezes, não segurava o choro. Passados sete anos e prestes a encarar sua terceira eleição à Prefeitura local, sua reação ao ser confrontado sobre o passado petista é bem diferente.

Há duas semanas, Claudinho se filiou ao Podemos, partido escolhido após a saída do petismo – pelo qual foi vereador dois mandatos e chegou à coordenação regional. O objetivo é se distanciar da legenda que foi sua casa por anos.

A equipe do Diário conversou com Claudinho na sexta-feira para falar sobre sua nova fase na política. Ele confirmou que se prepara para concorrer à Prefeitura pela terceira vez consecutiva e, ao ouvir pergunta sobre sua relação com o PT e com Lula, foi sucinto: “Não quero falar sobre isso”. Em seguida, desligou o telefone, de sopetão.

A reação é bastante distinta da que ele teve em 3 de setembro de 2012. À ocasião, Claudinho foi ao Instituto Lula, em São Paulo, se encontrar com o maior cacique do petismo. Tirou fotos sorridente, gravou vídeo emocionado. Estava junto de outros prefeituráveis petistas do Grande ABC. Naquela eleição, três deles venceram seus pleitos – Carlos Grana (Santo André), Luiz Marinho (São Bernardo) e Donisete Braga (Mauá). Claudinho foi derrotado por Gabriel Maranhão (então PSDB, hoje Cidadania), que pela primeira vez havia entrado em uma corrida eleitoral. Mas ganhou um apelido que fazia questão de ostentar: xodó de Lula.

“Se o Claudinho ganhou a vida dando um duro muito grande consertando geladeira, certamente ele vai ajudar a consertar Rio Grande da Serra. Muita gente tem preconceito porque o Claudinho conserta geladeira. Certamente o mesmo preconceito que tinham contra mim”, dizia Lula, em vídeo gravado à época. Essa gravação foi amplamente explorada na campanha de Claudinho, junto da promessa de erguer uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento).

Agora, Claudinho mudou de grupo político. Se aproximou de seu antigo rival, o atual prefeito de Ribeirão Pires, Adler Kiko Teixeira (PSB) – ex-prefeito de Rio Grande. Em 2020, será adversário do candidato que Maranhão lançará. 



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Claudinho tenta esquecer passado de ‘xodó de Lula’

Prestes a concorrer pela 3ª vez à Prefeitura de Rio Grande, ex-petista evita falar da sigla

Daniel Tossato
Do Diário do Grande ABC

22/09/2019 | 07:00


Na eleição de 2012, quando indagado sobre sua relação com o ex-presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT), o então vereador de Rio Grande da Serra Claudinho da Geladeira, que buscava pela primeira vez a cadeira de prefeito da cidade, relatava emoção e, por algumas vezes, não segurava o choro. Passados sete anos e prestes a encarar sua terceira eleição à Prefeitura local, sua reação ao ser confrontado sobre o passado petista é bem diferente.

Há duas semanas, Claudinho se filiou ao Podemos, partido escolhido após a saída do petismo – pelo qual foi vereador dois mandatos e chegou à coordenação regional. O objetivo é se distanciar da legenda que foi sua casa por anos.

A equipe do Diário conversou com Claudinho na sexta-feira para falar sobre sua nova fase na política. Ele confirmou que se prepara para concorrer à Prefeitura pela terceira vez consecutiva e, ao ouvir pergunta sobre sua relação com o PT e com Lula, foi sucinto: “Não quero falar sobre isso”. Em seguida, desligou o telefone, de sopetão.

A reação é bastante distinta da que ele teve em 3 de setembro de 2012. À ocasião, Claudinho foi ao Instituto Lula, em São Paulo, se encontrar com o maior cacique do petismo. Tirou fotos sorridente, gravou vídeo emocionado. Estava junto de outros prefeituráveis petistas do Grande ABC. Naquela eleição, três deles venceram seus pleitos – Carlos Grana (Santo André), Luiz Marinho (São Bernardo) e Donisete Braga (Mauá). Claudinho foi derrotado por Gabriel Maranhão (então PSDB, hoje Cidadania), que pela primeira vez havia entrado em uma corrida eleitoral. Mas ganhou um apelido que fazia questão de ostentar: xodó de Lula.

“Se o Claudinho ganhou a vida dando um duro muito grande consertando geladeira, certamente ele vai ajudar a consertar Rio Grande da Serra. Muita gente tem preconceito porque o Claudinho conserta geladeira. Certamente o mesmo preconceito que tinham contra mim”, dizia Lula, em vídeo gravado à época. Essa gravação foi amplamente explorada na campanha de Claudinho, junto da promessa de erguer uma UPA (Unidade de Pronto Atendimento).

Agora, Claudinho mudou de grupo político. Se aproximou de seu antigo rival, o atual prefeito de Ribeirão Pires, Adler Kiko Teixeira (PSB) – ex-prefeito de Rio Grande. Em 2020, será adversário do candidato que Maranhão lançará. 

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