Fechar
Publicidade

Terça-Feira, 22 de Outubro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Índice de Confiança do Empresário Industrial fica estável em setembro, diz CNI



19/09/2019 | 11:00


O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) manteve-se em 59,4 pontos em setembro, mesmo índice de agosto, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 19, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A estabilidade no índice interrompe uma sequência de três meses consecutivos de alta. Apesar disso, a confiança do empresário continua elevada.

Segundo os dados da CNI, o Icei está 4,8 pontos acima de sua média histórica e 6,6 pontos acima do registrado em setembro de 2018.

Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Os índices acima de 50 pontos mostram que os empresários estão confiantes.

De acordo com a pesquisa, essa estabilidade do Icei é resultado de variações em sentidos contrários dos seus componentes. O Índice de Condições Atuais cresceu 0,8 ponto na comparação com agosto e alcançou 51,9 pontos em setembro.

Essa é a segunda variação positiva consecutiva do índice, o que afasta o indicador da linha divisória dos 50 pontos, apontando que o empresário vem percebendo melhora nas condições correntes dos negócios, destaca da CNI.

O Índice de Expectativas aponta leve queda em setembro, de 0,4 ponto, interrompendo a sequência de três meses de alta. Essa queda no índice, segundo a pesquisa, deve-se exclusivamente às expectativas com relação à economia brasileira, já que as expectativas relativas à própria empresa se mantiveram estáveis no mês.

"A confiança se mantém elevada por uma combinação de perspectivas futuras otimistas, entre elas a de aprovação da reforma da Previdência e avanços na discussão da reforma tributária, e em função de uma percepção de melhora na atividade corrente das próprias empresas", afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo, em nota divulgada pela entidade.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Índice de Confiança do Empresário Industrial fica estável em setembro, diz CNI


19/09/2019 | 11:00


O Índice de Confiança do Empresário Industrial (Icei) manteve-se em 59,4 pontos em setembro, mesmo índice de agosto, segundo pesquisa divulgada nesta quinta-feira, 19, pela Confederação Nacional da Indústria (CNI). A estabilidade no índice interrompe uma sequência de três meses consecutivos de alta. Apesar disso, a confiança do empresário continua elevada.

Segundo os dados da CNI, o Icei está 4,8 pontos acima de sua média histórica e 6,6 pontos acima do registrado em setembro de 2018.

Os indicadores da pesquisa variam de zero a 100 pontos. Os índices acima de 50 pontos mostram que os empresários estão confiantes.

De acordo com a pesquisa, essa estabilidade do Icei é resultado de variações em sentidos contrários dos seus componentes. O Índice de Condições Atuais cresceu 0,8 ponto na comparação com agosto e alcançou 51,9 pontos em setembro.

Essa é a segunda variação positiva consecutiva do índice, o que afasta o indicador da linha divisória dos 50 pontos, apontando que o empresário vem percebendo melhora nas condições correntes dos negócios, destaca da CNI.

O Índice de Expectativas aponta leve queda em setembro, de 0,4 ponto, interrompendo a sequência de três meses de alta. Essa queda no índice, segundo a pesquisa, deve-se exclusivamente às expectativas com relação à economia brasileira, já que as expectativas relativas à própria empresa se mantiveram estáveis no mês.

"A confiança se mantém elevada por uma combinação de perspectivas futuras otimistas, entre elas a de aprovação da reforma da Previdência e avanços na discussão da reforma tributária, e em função de uma percepção de melhora na atividade corrente das próprias empresas", afirma o economista da CNI Marcelo Azevedo, em nota divulgada pela entidade.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;