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Chefe do MP-RJ critica federalização de investigação sobre morte de Marielle



18/09/2019 | 20:36


O procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, que é chefe do Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ), encaminhou nesta quarta-feira, 18, ofício ao procurador-geral da República interino, Alcides Martins, em que se opõe à transferência da Polícia Civil do Rio para a Polícia Federal da investigação sobre o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Essa medida foi proposta por Raquel Dodge em seu último dia como procuradora-geral da República, esta terça-feira, 17.

Gussem lembrou que Dodge já havia proposto a mesma medida no ano passado, menos de 24 horas depois dos crimes, ocorridos em 14 de março. Naquela ocasião a medida acabou não sendo adotada.

No ofício, o procurador-geral de Justiça ressaltou que há constante colaboração entre os órgãos encarregados da investigação e que as instituições estaduais têm mantido postura efetiva e independente. Gussem mencionou ainda os encontros realizados com os familiares e advogados das vítimas, o mais recente deles ocorrido na sede do MP-RJ, na última segunda-feira, 16.



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Chefe do MP-RJ critica federalização de investigação sobre morte de Marielle


18/09/2019 | 20:36


O procurador-geral de Justiça do Estado do Rio de Janeiro, Eduardo Gussem, que é chefe do Ministério Público do Estado do Rio (MP-RJ), encaminhou nesta quarta-feira, 18, ofício ao procurador-geral da República interino, Alcides Martins, em que se opõe à transferência da Polícia Civil do Rio para a Polícia Federal da investigação sobre o assassinato de Marielle Franco e Anderson Gomes. Essa medida foi proposta por Raquel Dodge em seu último dia como procuradora-geral da República, esta terça-feira, 17.

Gussem lembrou que Dodge já havia proposto a mesma medida no ano passado, menos de 24 horas depois dos crimes, ocorridos em 14 de março. Naquela ocasião a medida acabou não sendo adotada.

No ofício, o procurador-geral de Justiça ressaltou que há constante colaboração entre os órgãos encarregados da investigação e que as instituições estaduais têm mantido postura efetiva e independente. Gussem mencionou ainda os encontros realizados com os familiares e advogados das vítimas, o mais recente deles ocorrido na sede do MP-RJ, na última segunda-feira, 16.

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