Fechar
Publicidade

Domingo, 20 de Outubro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Política

politica@dgabc.com.br | 4435-8391

Porta-voz: decisão sobre troca na PF é de Moro, mas Valeixo conduz bem o órgão



18/09/2019 | 20:32


O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta quarta-feira, 18, que decisões sobre a troca de comando da Polícia Federal cabem ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Rêgo Barros, no entanto, disse que a PF está "sendo bem conduzida" pelo seu diretor-geral, o delegado Maurício Valeixo.

Após impasse entre Bolsonaro e Moro, o delegado Valeixo já teria sido informado pelo próprio ministro que não será substituído pelo menos por enquanto. A saída do delegado era dada como certa internamente na PF após o presidente Bolsonaro ter declarado, no mês passado, que poderia trocar a direção do órgão. Sua permanência é considerada uma vitória de Moro.

"O presidente me deixou claro o seguinte ponto: diretamente nunca fez nenhum tipo de restrição ao doutor Valeixo, reconhece o seu trabalho e reforça que decisões sobre a Polícia Federal são de responsabilidade do ministro Moro", disse Rêgo Barros.

Reunião sobre clima

O porta-voz negou que a ONU tenha vetado o discurso do Brasil na Cúpula do Clima. "Nesta reunião, que é reunião onde participam chefes de Estado, especialmente nesta reunião, o Brasil não está participando", disse Rêgo Barros.

Em nota, o Itamaraty afirmou que "a Carta da ONU não prevê mecanismo de veto da organização a discursos de Estados-membros em conferências multilaterais, que contam com regras específicas de participação". A pasta argumentou que apenas chefes de Estado ou de governo discursarão, conforme regras da organização da reunião. O Brasil será representado pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, "e por esse critério não foi incluído nas primeiras versões da lista provisória de oradores", diz o Itamaraty.

Imposto

Rêgo Barros disse "desconhecer" a posição de Guedes sobre o imposto sobre transações financeiras. "A posição do presidente é de não desejar ver esse imposto ser tocado adiante. (Bolsonaro) Já disse isso algumas vezes, e reafirmo agora", afirmou o porta-voz.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Porta-voz: decisão sobre troca na PF é de Moro, mas Valeixo conduz bem o órgão


18/09/2019 | 20:32


O porta-voz da Presidência da República, Otávio Rêgo Barros, afirmou nesta quarta-feira, 18, que decisões sobre a troca de comando da Polícia Federal cabem ao ministro da Justiça e Segurança Pública, Sergio Moro. Rêgo Barros, no entanto, disse que a PF está "sendo bem conduzida" pelo seu diretor-geral, o delegado Maurício Valeixo.

Após impasse entre Bolsonaro e Moro, o delegado Valeixo já teria sido informado pelo próprio ministro que não será substituído pelo menos por enquanto. A saída do delegado era dada como certa internamente na PF após o presidente Bolsonaro ter declarado, no mês passado, que poderia trocar a direção do órgão. Sua permanência é considerada uma vitória de Moro.

"O presidente me deixou claro o seguinte ponto: diretamente nunca fez nenhum tipo de restrição ao doutor Valeixo, reconhece o seu trabalho e reforça que decisões sobre a Polícia Federal são de responsabilidade do ministro Moro", disse Rêgo Barros.

Reunião sobre clima

O porta-voz negou que a ONU tenha vetado o discurso do Brasil na Cúpula do Clima. "Nesta reunião, que é reunião onde participam chefes de Estado, especialmente nesta reunião, o Brasil não está participando", disse Rêgo Barros.

Em nota, o Itamaraty afirmou que "a Carta da ONU não prevê mecanismo de veto da organização a discursos de Estados-membros em conferências multilaterais, que contam com regras específicas de participação". A pasta argumentou que apenas chefes de Estado ou de governo discursarão, conforme regras da organização da reunião. O Brasil será representado pelo ministro do Meio Ambiente, Ricardo Salles, "e por esse critério não foi incluído nas primeiras versões da lista provisória de oradores", diz o Itamaraty.

Imposto

Rêgo Barros disse "desconhecer" a posição de Guedes sobre o imposto sobre transações financeiras. "A posição do presidente é de não desejar ver esse imposto ser tocado adiante. (Bolsonaro) Já disse isso algumas vezes, e reafirmo agora", afirmou o porta-voz.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;