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Bolsas de NY oscilam com petróleo e Fed no radar, mas ganham força no fim



17/09/2019 | 17:56


As bolsas de Nova York fecharam com ganhos nesta terça-feira, em dia marcado por expectativa pela decisão de política monetária de quarta-feira do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Ações de petrolíferas recuaram, em dia ruim para a commodity, e bancos também tiveram jornada negativa, mas o setor imobiliário foi destaque positivo, em jornada de ganhos também para as gigantes de tecnologia, a Boeing e a General Motors.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,13%, a 27.110,80 pontos, na máxima do dia, o Nasdaq avançou 0,40%, a 8.186,02 pontos, e o S&P 500 teve ganho de 0,26%, a 3.005,70 pontos, retomando a marca de 3 mil pontos.

Os índices acionários chegaram a ficar com sinal negativo durante boa parte do dia, mas melhoraram na reta final. Há expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Embora o mercado se mostrasse dividido nesta tarde sobre a chance de um corte nos juros, a expectativa majoritária dos analistas é de que o Fed os reduzirá em 25 pontos-base, o que tende a apoiar a economia e a ajudar também os mercados acionários.

Na segunda, o dia havia sido de baixas nos mercados acionários, em dia de cautela após um ataque no fim de semana contra instalações de petróleo da Arábia Saudita. Nesta terça, o governo saudita traçou cenário positivo sobre a volta ao normal de suas operações, o que levou os contratos da commodity a registrar fortes perdas. Nas bolsas de Nova York, isso se traduziu em baixas para petroleiras como Chevron (-0,19%), ExxonMobil (-0,76%) e ConocoPhillips (-2,09%).

Os bancos tampouco se saíram bem, em dia de recuo nos juros dos Treasuries. Goldman Sachs (-0,60%), JPMorgan (-0,50%), Morgan Stanley (-1,21%) e Citigroup (-0,50%) estiveram entre as baixas.

Por outro lado, a queda nos retornos dos bônus americanos beneficiou papéis ligados ao setor imobiliário, que se destacou. American Tower subiu 2,09% e Realty Income, 2,43%. No caso desta última, ajudou o fato de o Morgan Stanley ter elevado o preço-alvo da ação, de US$ 72 para US$ 75.

Papéis do setor de tecnologia também se saíram em geral bem, com Apple em alta de 0,36% e Microsoft, de 0,78%. Outro papel de peso no mercado, o da Boeing, registrou ganho de 1,41%, depois de a companhia elevar a projeção de demanda da China por suas aeronaves.

Entre outras ações em foco, General Motors subiu 2,90%, recuperando-se da baixa de segunda mesmo que tenha continuado a greve na montadora. A paralisação envolve cerca de 50 mil funcionários, ao custo de US$ 50 milhões ao dia para a GM. / Com informações da Dow Jones Newswires



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Bolsas de NY oscilam com petróleo e Fed no radar, mas ganham força no fim


17/09/2019 | 17:56


As bolsas de Nova York fecharam com ganhos nesta terça-feira, em dia marcado por expectativa pela decisão de política monetária de quarta-feira do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Ações de petrolíferas recuaram, em dia ruim para a commodity, e bancos também tiveram jornada negativa, mas o setor imobiliário foi destaque positivo, em jornada de ganhos também para as gigantes de tecnologia, a Boeing e a General Motors.

O índice Dow Jones fechou em alta de 0,13%, a 27.110,80 pontos, na máxima do dia, o Nasdaq avançou 0,40%, a 8.186,02 pontos, e o S&P 500 teve ganho de 0,26%, a 3.005,70 pontos, retomando a marca de 3 mil pontos.

Os índices acionários chegaram a ficar com sinal negativo durante boa parte do dia, mas melhoraram na reta final. Há expectativa pela decisão de política monetária do Federal Reserve (Fed, o banco central americano). Embora o mercado se mostrasse dividido nesta tarde sobre a chance de um corte nos juros, a expectativa majoritária dos analistas é de que o Fed os reduzirá em 25 pontos-base, o que tende a apoiar a economia e a ajudar também os mercados acionários.

Na segunda, o dia havia sido de baixas nos mercados acionários, em dia de cautela após um ataque no fim de semana contra instalações de petróleo da Arábia Saudita. Nesta terça, o governo saudita traçou cenário positivo sobre a volta ao normal de suas operações, o que levou os contratos da commodity a registrar fortes perdas. Nas bolsas de Nova York, isso se traduziu em baixas para petroleiras como Chevron (-0,19%), ExxonMobil (-0,76%) e ConocoPhillips (-2,09%).

Os bancos tampouco se saíram bem, em dia de recuo nos juros dos Treasuries. Goldman Sachs (-0,60%), JPMorgan (-0,50%), Morgan Stanley (-1,21%) e Citigroup (-0,50%) estiveram entre as baixas.

Por outro lado, a queda nos retornos dos bônus americanos beneficiou papéis ligados ao setor imobiliário, que se destacou. American Tower subiu 2,09% e Realty Income, 2,43%. No caso desta última, ajudou o fato de o Morgan Stanley ter elevado o preço-alvo da ação, de US$ 72 para US$ 75.

Papéis do setor de tecnologia também se saíram em geral bem, com Apple em alta de 0,36% e Microsoft, de 0,78%. Outro papel de peso no mercado, o da Boeing, registrou ganho de 1,41%, depois de a companhia elevar a projeção de demanda da China por suas aeronaves.

Entre outras ações em foco, General Motors subiu 2,90%, recuperando-se da baixa de segunda mesmo que tenha continuado a greve na montadora. A paralisação envolve cerca de 50 mil funcionários, ao custo de US$ 50 milhões ao dia para a GM. / Com informações da Dow Jones Newswires

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