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'Dívida virou uma bola de neve; tive de vender o negócio'



17/09/2019 | 07:03


Até quatro anos atrás, a baiana Luciana Santos Santana, de 43 anos, tinha uma vida um pouco mais estável financeiramente. Então proprietária de uma distribuidora de bebidas de pequeno porte, no município de Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador, ela "ia levando a vida com tranquilidade".

Entretanto, com o aumento da violência na região, que provocou reiterados assaltos em seu estabelecimento comercial, a rotina começou a mudar: "Perdi muito dinheiro em espécie e em forma de mercadoria roubada. Chegou a um ponto que passou a inviabilizar o pagamento dos fornecedores. Então, passei e entrar no cheque especial, a tomar empréstimo a juros altos. Virou uma bola de neve."

A alternativa foi vender o depósito. Com o dinheiro, quitou as dívidas e teve uma sobrevida financeira. Desde então, busca colocação fixa no mercado de trabalho. Enquanto procura, fez um curso de banho e tosa e, agora, tenta viver atendendo clientes em domicílio: "Mas até nesse campo de pets os clientes têm desaparecido", diz. / HELIANA FRAZÃO, ESPECIAL PARA O ESTADO, SALVADOR

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.



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'Dívida virou uma bola de neve; tive de vender o negócio'


17/09/2019 | 07:03


Até quatro anos atrás, a baiana Luciana Santos Santana, de 43 anos, tinha uma vida um pouco mais estável financeiramente. Então proprietária de uma distribuidora de bebidas de pequeno porte, no município de Lauro de Freitas, Região Metropolitana de Salvador, ela "ia levando a vida com tranquilidade".

Entretanto, com o aumento da violência na região, que provocou reiterados assaltos em seu estabelecimento comercial, a rotina começou a mudar: "Perdi muito dinheiro em espécie e em forma de mercadoria roubada. Chegou a um ponto que passou a inviabilizar o pagamento dos fornecedores. Então, passei e entrar no cheque especial, a tomar empréstimo a juros altos. Virou uma bola de neve."

A alternativa foi vender o depósito. Com o dinheiro, quitou as dívidas e teve uma sobrevida financeira. Desde então, busca colocação fixa no mercado de trabalho. Enquanto procura, fez um curso de banho e tosa e, agora, tenta viver atendendo clientes em domicílio: "Mas até nesse campo de pets os clientes têm desaparecido", diz. / HELIANA FRAZÃO, ESPECIAL PARA O ESTADO, SALVADOR

As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.

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