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Bolsas de NY caem, em dia de cautela após ataque contra Arábia Saudita



16/09/2019 | 18:09


As bolsas de Nova York fecharam em baixa nesta segunda-feira, em dia de postura cautelosa entre investidores após no fim de semana a Arábia Saudita ter sofrido um ataque contra suas instalações de petróleo. A novidade provocou forte alta da commodity e isso levou ao avanço de papéis do setor de energia, mas nos demais setores a menor propensão ao risco predominou.

O índice Dow Jones fechou em queda de 0,52%, em 27.076,82 pontos, o Nasdaq recuou 0,28%, a 8.153,54 pontos, e o S&P 500 teve baixa de 0,31%, a 2.997,96 pontos, perdendo portanto a marca de 3 mil pontos.

O ataque com drones à produção de petróleo saudita no fim de semana reverberou nos mercados internacionais. Em meio a notícias desencontradas sobre o prazo necessário para a retomada da produção do país em níveis normais, os contratos do petróleo subiram quase 15% em Londres e em Nova York. Isso apoiou papéis de petroleiras, como Chevron (+2,16%), ExxomMobil (+1,50%) e ConocoPhillips (+9,05%).

Por outro lado, papéis de companhias aéreas recuaram, já que o movimento do petróleo pode significar preços mais altos à frente para o combustível. American Airlines Group fechou em baixa de 7,28% e United Airlines, de 2,84%. Ações de bancos também recuaram, em dia de baixa nos retornos dos Treasuries, como Goldman Sachs (-1,22%), JPMorgan (-0,89%) e Citigroup (-0,80%).

Dados modestos da China contribuíram para a cautela. Nesta segunda, ações de consumo discricionário estiveram entre as maiores perdas em Nova York: Amazon fechou em baixa de 1,71% e McDonald's, de 1,15%. Boeing, por sua vez, teve baixa de 0,24%.

Entre outros papéis no radar, a ação da General Motors recuou 4,25%, no primeiro dia de uma greve que envolve 46 mil de seus trabalhadores nos EUA. Um acordo coletivo entre a empresa e seus funcionários expirou no fim de semana e agora o sindicato United Auto Workers deseja assegurar melhores condições nos contratos. O presidente americano, Donald Trump, disse que não deseja ver a GM construir fábricas fora dos EUA. Além disso, Trump disse esperar um fim rápido para a questão da greve. / Com informações da Dow Jones Newswires



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Bolsas de NY caem, em dia de cautela após ataque contra Arábia Saudita


16/09/2019 | 18:09


As bolsas de Nova York fecharam em baixa nesta segunda-feira, em dia de postura cautelosa entre investidores após no fim de semana a Arábia Saudita ter sofrido um ataque contra suas instalações de petróleo. A novidade provocou forte alta da commodity e isso levou ao avanço de papéis do setor de energia, mas nos demais setores a menor propensão ao risco predominou.

O índice Dow Jones fechou em queda de 0,52%, em 27.076,82 pontos, o Nasdaq recuou 0,28%, a 8.153,54 pontos, e o S&P 500 teve baixa de 0,31%, a 2.997,96 pontos, perdendo portanto a marca de 3 mil pontos.

O ataque com drones à produção de petróleo saudita no fim de semana reverberou nos mercados internacionais. Em meio a notícias desencontradas sobre o prazo necessário para a retomada da produção do país em níveis normais, os contratos do petróleo subiram quase 15% em Londres e em Nova York. Isso apoiou papéis de petroleiras, como Chevron (+2,16%), ExxomMobil (+1,50%) e ConocoPhillips (+9,05%).

Por outro lado, papéis de companhias aéreas recuaram, já que o movimento do petróleo pode significar preços mais altos à frente para o combustível. American Airlines Group fechou em baixa de 7,28% e United Airlines, de 2,84%. Ações de bancos também recuaram, em dia de baixa nos retornos dos Treasuries, como Goldman Sachs (-1,22%), JPMorgan (-0,89%) e Citigroup (-0,80%).

Dados modestos da China contribuíram para a cautela. Nesta segunda, ações de consumo discricionário estiveram entre as maiores perdas em Nova York: Amazon fechou em baixa de 1,71% e McDonald's, de 1,15%. Boeing, por sua vez, teve baixa de 0,24%.

Entre outros papéis no radar, a ação da General Motors recuou 4,25%, no primeiro dia de uma greve que envolve 46 mil de seus trabalhadores nos EUA. Um acordo coletivo entre a empresa e seus funcionários expirou no fim de semana e agora o sindicato United Auto Workers deseja assegurar melhores condições nos contratos. O presidente americano, Donald Trump, disse que não deseja ver a GM construir fábricas fora dos EUA. Além disso, Trump disse esperar um fim rápido para a questão da greve. / Com informações da Dow Jones Newswires

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