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Bolsas da Europa fecham em queda com ataques na Arábia Saudita; Lisboa sobe



16/09/2019 | 13:45


Os mercados acionários europeus encerraram o pregão desta segunda-feira, 16, majoritariamente em queda, apenas com Lisboa na contramão. O movimento vem após os ataques à maior petrolífera do mundo, a Saudi Aramco, na Arábia Saudita, reforçando temores de desaceleração da economia global com a queda na oferta da commodity energética. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou o dia em queda de 0,51%, aos 390,10 pontos.

Os ataques à petrolífera Saudi Aramco, no fim de semana, impulsionaram as cotações de da commodity em todo o mundo, o que também fortaleceu ações de empresas do setor, mas levantaram temores no mercado de que a desaceleração global pode se acentuar com a queda na oferta de petróleo.

Contudo, "as interrupções causadas pelos ataques de sábado são pequenas quando comparadas aos choques de petróleo da década de 1970", ressalta um relatório do Wells Fargo.

Reforçou os temores de desaceleração da economia global a notícia de que a produção industrial da China e as vendas no varejo do país desaceleraram em agosto.

Em clima de cautela, o índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, encerrou o dia em queda de 0,71%, aos 12.380,31 pontos. As ações da Lufthansa caíram 2,84%. Em Paris, o índice CAC 40 recuou 0,96%, para 5.602,23 pontos, e fechou na mínima do dia. Por lá, a petrolífera Total encontrou espaço para avançar 2,50%, diante da alta dos contratos de petróleo.

Nesta segunda-feira, o economista-chefe do Banco Central Europeu (BCE), Philip Lane, em discurso em Londres, afirmou que a política fiscal pode conter o impacto de choques adversos na zona do euro. A declaração vem em linha com o que foi afirmado pelo presidente da instituição, Mario Draghi, na última quinta-feira. Para ele, a política fiscal deve assumir o comando no apoio às economias do bloco. Em Milão, o índice FTSE MIB recuou 0,96%, para 21.969,24 pontos.

Na cidade em que Lane fez o discurso, o índice FTSE 100 recuou 0,63% e fechou nas mínimas, aos 7.321,41 pontos. A British Petroleum subiu 4,00%, mas a Rio Tinto caiu 2,10%. No Reino Unido, seguem as discussões do Brexit - o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse ao primeiro-ministro britânico, Boris Johnsnon, que ele deve apresentar propostas viáveis para substituir o backstop, um dos pontos mais polêmicos das negociações para a saída do Reino Unido da União Europeia, que trata da fronteira entre Irlanda do Norte e República da Irlanda.

O índice Ibex 35, da Bolsa de Madri, cedeu 0,94%, para 9.052,00 pontos, enquanto o índice PSI 20, da Bolsa de Lisboa, contrariou os outros principais mercados acionários europeus e subiu 0,45%, para 5.071,60 pontos.



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Bolsas da Europa fecham em queda com ataques na Arábia Saudita; Lisboa sobe


16/09/2019 | 13:45


Os mercados acionários europeus encerraram o pregão desta segunda-feira, 16, majoritariamente em queda, apenas com Lisboa na contramão. O movimento vem após os ataques à maior petrolífera do mundo, a Saudi Aramco, na Arábia Saudita, reforçando temores de desaceleração da economia global com a queda na oferta da commodity energética. O índice pan-europeu Stoxx 600 fechou o dia em queda de 0,51%, aos 390,10 pontos.

Os ataques à petrolífera Saudi Aramco, no fim de semana, impulsionaram as cotações de da commodity em todo o mundo, o que também fortaleceu ações de empresas do setor, mas levantaram temores no mercado de que a desaceleração global pode se acentuar com a queda na oferta de petróleo.

Contudo, "as interrupções causadas pelos ataques de sábado são pequenas quando comparadas aos choques de petróleo da década de 1970", ressalta um relatório do Wells Fargo.

Reforçou os temores de desaceleração da economia global a notícia de que a produção industrial da China e as vendas no varejo do país desaceleraram em agosto.

Em clima de cautela, o índice DAX, da Bolsa de Frankfurt, encerrou o dia em queda de 0,71%, aos 12.380,31 pontos. As ações da Lufthansa caíram 2,84%. Em Paris, o índice CAC 40 recuou 0,96%, para 5.602,23 pontos, e fechou na mínima do dia. Por lá, a petrolífera Total encontrou espaço para avançar 2,50%, diante da alta dos contratos de petróleo.

Nesta segunda-feira, o economista-chefe do Banco Central Europeu (BCE), Philip Lane, em discurso em Londres, afirmou que a política fiscal pode conter o impacto de choques adversos na zona do euro. A declaração vem em linha com o que foi afirmado pelo presidente da instituição, Mario Draghi, na última quinta-feira. Para ele, a política fiscal deve assumir o comando no apoio às economias do bloco. Em Milão, o índice FTSE MIB recuou 0,96%, para 21.969,24 pontos.

Na cidade em que Lane fez o discurso, o índice FTSE 100 recuou 0,63% e fechou nas mínimas, aos 7.321,41 pontos. A British Petroleum subiu 4,00%, mas a Rio Tinto caiu 2,10%. No Reino Unido, seguem as discussões do Brexit - o presidente da Comissão Europeia, Jean-Claude Juncker, disse ao primeiro-ministro britânico, Boris Johnsnon, que ele deve apresentar propostas viáveis para substituir o backstop, um dos pontos mais polêmicos das negociações para a saída do Reino Unido da União Europeia, que trata da fronteira entre Irlanda do Norte e República da Irlanda.

O índice Ibex 35, da Bolsa de Madri, cedeu 0,94%, para 9.052,00 pontos, enquanto o índice PSI 20, da Bolsa de Lisboa, contrariou os outros principais mercados acionários europeus e subiu 0,45%, para 5.071,60 pontos.

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