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'Intestino não está funcionando como eu quero', diz médico sobre Bolsonaro



14/09/2019 | 12:38


O médico responsável pela cirurgia do presidente Jair Bolsonaro, Antônio Macedo, afirmou neste sábado, 14, que o intestino do paciente não está evoluindo conforme desejado, mas está melhor. Em todas as cirurgias feitas, conforme ele, houve certo retardo da função intestinal. "Quando a (função intestinal) retorna, aí vai rápido (a recuperação). De ontem para hoje, tivemos uma melhora significante dos movimentos", explicou Macedo, em coletiva de imprensa, nesta manhã.

De acordo com o médico, essa demora não estaria relacionada ao procedimento feito no último domingo, dia 8. Ele lembrou que o presidente Bolsonaro já havia passado por outras três cirurgias. "São três diferentes. Ele foi muito bem tratado, mas repercutiu com uma paralisia intestinal longa e muitas aderências. Agora, já tinha bastante aderência. Na cirurgia do dia 28 de janeiro, já havia paralisia intestinal. A gente trata, e volta a aderência, então existe uma certa dificuldade no retorno normal da função intestinal", explicou Macedo.

De acordo com ele, existe uma série de substâncias para tentar evitar que aderências voltem a se formar e que uma delas, inclusive, foi usada na cirurgia do dia 28 de janeiro. O médico não revelou qual medicamento usado. Disse apenas que é uma substância complexa e a "mais famosa", mas que a imunização teria sido baixa uma vez que o quadro intestinal de Bolsonaro segue evoluindo no mesmo ritmo.

"Não é muito fácil evitar aderência em um paciente que teve uma peritonite grave, entende? Provavelmente, já tinha uma aderência, mas quando ocorre uma peritonite com a facada e fezes e sangue na barriga, mistura como se fosse queloide interno. A aderência seria, mal comparando, como se fosse uma cicatrização exagerada dentro do abdômen", detalhou Macedo.

Apesar das aderências, o médico afirmou que Jair Bolsonaro está muito bem de saúde, com hemograma perfeito e que não tem nada contra. "Ele está com o coração perfeito, com saúde perfeita, com a musculatura perfeita. Não tem nenhum problema crônico que pudesse atrasar a função intestinal", disse Macedo.

Segundo o boletim médico do Hospital Vila Nova Star, O presidente continua apresentando melhora clínica progressiva. A nota divulgada neste sábado, 14, relata que ele segue sem dor, afebril e com melhora dos movimentos intestinais.

Bolsonaro se recupera no hospital em São Paulo, de uma cirurgia realizada no domingo, 8, para correção de uma hérnia que surgiu na região do abdômen. O presidente, segundo o boletim, aceitou muito bem a dieta líquida (endovenosa) que foi reintroduzida na sexta-feira e segue com alimentação parenteral. Foi mantida a fisioterapia respiratória e motora. As visitas, segundo o hospital, seguem restritas.

O procedimento cirúrgico a que o presidente foi submetido foi o quarto após o atentado. A cirurgia durou cerca de cinco horas e foi considerada bem-sucedida pela equipe médica. Na tarde de sexta-feira, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, afirmou, em comunicado, que Bolsonaro não reclama mais de dor.



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'Intestino não está funcionando como eu quero', diz médico sobre Bolsonaro


14/09/2019 | 12:38


O médico responsável pela cirurgia do presidente Jair Bolsonaro, Antônio Macedo, afirmou neste sábado, 14, que o intestino do paciente não está evoluindo conforme desejado, mas está melhor. Em todas as cirurgias feitas, conforme ele, houve certo retardo da função intestinal. "Quando a (função intestinal) retorna, aí vai rápido (a recuperação). De ontem para hoje, tivemos uma melhora significante dos movimentos", explicou Macedo, em coletiva de imprensa, nesta manhã.

De acordo com o médico, essa demora não estaria relacionada ao procedimento feito no último domingo, dia 8. Ele lembrou que o presidente Bolsonaro já havia passado por outras três cirurgias. "São três diferentes. Ele foi muito bem tratado, mas repercutiu com uma paralisia intestinal longa e muitas aderências. Agora, já tinha bastante aderência. Na cirurgia do dia 28 de janeiro, já havia paralisia intestinal. A gente trata, e volta a aderência, então existe uma certa dificuldade no retorno normal da função intestinal", explicou Macedo.

De acordo com ele, existe uma série de substâncias para tentar evitar que aderências voltem a se formar e que uma delas, inclusive, foi usada na cirurgia do dia 28 de janeiro. O médico não revelou qual medicamento usado. Disse apenas que é uma substância complexa e a "mais famosa", mas que a imunização teria sido baixa uma vez que o quadro intestinal de Bolsonaro segue evoluindo no mesmo ritmo.

"Não é muito fácil evitar aderência em um paciente que teve uma peritonite grave, entende? Provavelmente, já tinha uma aderência, mas quando ocorre uma peritonite com a facada e fezes e sangue na barriga, mistura como se fosse queloide interno. A aderência seria, mal comparando, como se fosse uma cicatrização exagerada dentro do abdômen", detalhou Macedo.

Apesar das aderências, o médico afirmou que Jair Bolsonaro está muito bem de saúde, com hemograma perfeito e que não tem nada contra. "Ele está com o coração perfeito, com saúde perfeita, com a musculatura perfeita. Não tem nenhum problema crônico que pudesse atrasar a função intestinal", disse Macedo.

Segundo o boletim médico do Hospital Vila Nova Star, O presidente continua apresentando melhora clínica progressiva. A nota divulgada neste sábado, 14, relata que ele segue sem dor, afebril e com melhora dos movimentos intestinais.

Bolsonaro se recupera no hospital em São Paulo, de uma cirurgia realizada no domingo, 8, para correção de uma hérnia que surgiu na região do abdômen. O presidente, segundo o boletim, aceitou muito bem a dieta líquida (endovenosa) que foi reintroduzida na sexta-feira e segue com alimentação parenteral. Foi mantida a fisioterapia respiratória e motora. As visitas, segundo o hospital, seguem restritas.

O procedimento cirúrgico a que o presidente foi submetido foi o quarto após o atentado. A cirurgia durou cerca de cinco horas e foi considerada bem-sucedida pela equipe médica. Na tarde de sexta-feira, o porta-voz da Presidência, Otávio Rêgo Barros, afirmou, em comunicado, que Bolsonaro não reclama mais de dor.

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