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Com rating, Santo André tem US$ 10 mi com aval da União

DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Volume já passou por processo de autorização do Tesouro, mas Paço precisa oficializar projeto


Fábio Martins
Do dgabc.com.br

14/09/2019 | 07:00


Com melhora do rating, a Prefeitura de Santo André, chefiada por Paulo Serra (PSDB), tem fatia de crédito de US$ 10 milhões (o equivalente a R$ 40,6 milhões) de financiamento externo com aval do governo federal, por meio da STN (Secretaria do Tesouro Nacional), órgão ligado ao Ministério da Fazenda.

O volume de recursos passou por processo de autorização, quando houve requisição de empréstimo junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e à CAF (Corporação Andina de Fomento), banco de desenvolvimento da América Latina. Contudo, o Paço necessita oficializar projeto para captar esse montante, caso haja interesse.

Paulo Serra pontuou, anteriormente, que não há ideia de solicitar neste momento valores adicionais aos que já se encontram em trâmite financiados em projetos na cidade, embora o tucano tenha ponderado que o Paço não ficou endividado diante da liberação de empréstimos. “Como (Santo André) não tinha capacidade de receber financiamento, ela estava praticamente zerada neste sentido. São poucos (processos em andamento), alguns menores, mas que não chegam próximo a esses recursos (das operações de crédito)”, disse o tucano, ao reiterar que a capacidade do Paço “permite mais contratações”.

O governo tucano assinou proposta do plano viário com o BID no ano passado em US$ 25 milhões, além do mesmo valor de contrapartida da Prefeitura. O projeto inclui a segunda alça do Viaduto Antônio Adib Chammas, no Centro, e a recuperação do Viaduto Castelo Branco, no Santa Terezinha. O Paço solicitou a quantia de US$ 50 milhões à CAF, que está em fase final de tramitação – a expectativa é formalizar o processo até o fim deste exercício. Na semana passada, a gestão fechou a concessão de R$ 60 milhões com a Caixa para aplicar em programas de infraestrutura.

Apesar do volume, o prefeito assegurou que as operações de crédito não afetam de modo negativo as contas do Paço. “Com garantia do governo federal e da STN, como nos casos do BID e da CAF, ainda temos US$ 10 milhões para projetos, com aval da União. A partir da assinatura (com a Caixa), devemos ter quantia até superior, vamos recalcular (esse montante). Impacto (financeiro) começa a existir a partir de setembro de 2021, pois são 24 meses (de carência). Isso está dentro da previsão (da Prefeitura)”, alegou Paulo Serra.

O tucano justificou que a folha de pagamento do funcionalismo “ocupa espaço menor de 40%”, o que dá fôlego. “Uma das leves entre as cidades do porte de Santo André no Brasil. É bastante controlado e temos capacidade de assumir outros compromissos neste sentido, sem prejudicar finanças da cidade. Nada se compara ao que pagávamos mensalmente de precatórios. Algo em torno de R$ 12 milhões. Temos limite para evoluir.” 



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Com rating, Santo André tem US$ 10 mi com aval da União

Volume já passou por processo de autorização do Tesouro, mas Paço precisa oficializar projeto

Fábio Martins
Do dgabc.com.br

14/09/2019 | 07:00


Com melhora do rating, a Prefeitura de Santo André, chefiada por Paulo Serra (PSDB), tem fatia de crédito de US$ 10 milhões (o equivalente a R$ 40,6 milhões) de financiamento externo com aval do governo federal, por meio da STN (Secretaria do Tesouro Nacional), órgão ligado ao Ministério da Fazenda.

O volume de recursos passou por processo de autorização, quando houve requisição de empréstimo junto ao BID (Banco Interamericano de Desenvolvimento) e à CAF (Corporação Andina de Fomento), banco de desenvolvimento da América Latina. Contudo, o Paço necessita oficializar projeto para captar esse montante, caso haja interesse.

Paulo Serra pontuou, anteriormente, que não há ideia de solicitar neste momento valores adicionais aos que já se encontram em trâmite financiados em projetos na cidade, embora o tucano tenha ponderado que o Paço não ficou endividado diante da liberação de empréstimos. “Como (Santo André) não tinha capacidade de receber financiamento, ela estava praticamente zerada neste sentido. São poucos (processos em andamento), alguns menores, mas que não chegam próximo a esses recursos (das operações de crédito)”, disse o tucano, ao reiterar que a capacidade do Paço “permite mais contratações”.

O governo tucano assinou proposta do plano viário com o BID no ano passado em US$ 25 milhões, além do mesmo valor de contrapartida da Prefeitura. O projeto inclui a segunda alça do Viaduto Antônio Adib Chammas, no Centro, e a recuperação do Viaduto Castelo Branco, no Santa Terezinha. O Paço solicitou a quantia de US$ 50 milhões à CAF, que está em fase final de tramitação – a expectativa é formalizar o processo até o fim deste exercício. Na semana passada, a gestão fechou a concessão de R$ 60 milhões com a Caixa para aplicar em programas de infraestrutura.

Apesar do volume, o prefeito assegurou que as operações de crédito não afetam de modo negativo as contas do Paço. “Com garantia do governo federal e da STN, como nos casos do BID e da CAF, ainda temos US$ 10 milhões para projetos, com aval da União. A partir da assinatura (com a Caixa), devemos ter quantia até superior, vamos recalcular (esse montante). Impacto (financeiro) começa a existir a partir de setembro de 2021, pois são 24 meses (de carência). Isso está dentro da previsão (da Prefeitura)”, alegou Paulo Serra.

O tucano justificou que a folha de pagamento do funcionalismo “ocupa espaço menor de 40%”, o que dá fôlego. “Uma das leves entre as cidades do porte de Santo André no Brasil. É bastante controlado e temos capacidade de assumir outros compromissos neste sentido, sem prejudicar finanças da cidade. Nada se compara ao que pagávamos mensalmente de precatórios. Algo em torno de R$ 12 milhões. Temos limite para evoluir.” 

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