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Argentina e Espanha vencem e duelam na final do Mundial de Basquete na China



13/09/2019 | 11:35


Com grandes atuações de seus maiores astros, Argentina e Espanha estão na final do Mundial de Basquete Masculino, que está sendo realizado na China. Na rodada dupla das semifinais disputada na Wukesong Sport Arena, nesta sexta-feira, os torcedores viram primeiro o pivô Marc Gasol liderar os espanhóis com 33 pontos na vitória sobre a Austrália por 95 a 88, após duas prorrogações. Depois, o brilho foi do veterano pivô Luis Scola, de 39 anos, autor de 28 pontos e 13 rebotes no triunfo sobre a França por 80 a 66.

A final do Mundial será realizada neste domingo, a partir das 9 horas (de Brasília), novamente em Pequim. Antes, às 5 horas, Austrália e França decidirão o terceiro lugar. Juntamente com Estados Unidos, Irã e Nigéria, além do país-sede Japão, os quatro semifinalistas já garantiram vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.

O título não será inédito para a Argentina ou para a Espanha. Os sul-americanos já foram campeões em 1950, quando sediaram a primeira edição do Mundial, em Buenos Aires, e bateram os Estados Unidos. Jogaram também a final em 2002, em Indianápolis, em solo norte-americano, mas caíram para a Iugoslávia. Os europeus têm 100% de aproveitamento em decisões ao derrotarem a Grécia no jogo derradeiro do campeonato de 2006, realizado em Saitama, no Japão.

Sob os olhares de Kobe Bryant e Manu Ginóbili, outro astro da seleção argentina que se aposentou no ano passado, o time sul-americano não deu chances para a França, que vinha embalada por ter eliminado os Estados Unidos nas quartas de final. A Argentina liderou o placar em todos os momentos, inclusive vencendo em cada um dos quatro períodos, e não permitiu qualquer reação dos europeus.

Além de sua grande atuação, Luis Scola foi ajudado em quadra por seus companheiros. Gabriel Deck contribuiu com 13 pontos e Facundo Campazzo, com seus passes precisos, fez 12, além de sete rebotes e seis assistências. No lado francês Frank Ntilikina e Evan Fournier combinaram para 32 pontos - 16 de cada um -, mas não conseguiram levar o time à sua primeira final na história.

CLASSIFICAÇÃO EMOCIONANTE - Em duelo épico e decidido apenas na segunda prorrogação, Marc Gasol liderou a Espanha na vitória sobre a Austrália. Além dos 33 pontos, o pivô do Toronto Raptors contribuiu com seis rebotes. O armador Ricky Rubio também foi bem com 19 pontos e 12 assistências. Sergio Llull ajudou muito e terminou com 17 pontos.

No minuto derradeiro do tempo normal, a Austrália vencia por apenas um ponto de vantagem (70 a 69). Patty Mills teve a bola em suas mãos faltando 24 segundos, mas a perdeu, dando a posse para a Espanha. O pivô Andrew Bogut fez falta em Gasol, que bateu dois lances livres e virou para 71 a 70 com oito segundos no relógio. Mills assumiu a responsabilidade, bateu para dentro e sofreu a falta. Acertou um lance e errou o outro, levando o duelo para a prorrogação.

Gasol cresceu no tempo extra. Fez os cinco primeiros pontos da Espanha, mas Mills não deixava a Austrália perder as esperanças de vaga na final. Ambos acertaram lances livres nos últimos segundos e a primeira prorrogação acabou com o empate por 80 a 80. Controlando os cinco minutos finais, os espanhóis contaram com o bom desempenho de Llull, que acertou duas bolas de três pontos para abrir oito de vantagem (90 a 82) e decidir o duelo.

Assim como em toda a competição, Patty Mills foi o cestinha australiano, com 32 pontos e duas assistências. Nic Kay, com 18, também foi muito bem.



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Argentina e Espanha vencem e duelam na final do Mundial de Basquete na China


13/09/2019 | 11:35


Com grandes atuações de seus maiores astros, Argentina e Espanha estão na final do Mundial de Basquete Masculino, que está sendo realizado na China. Na rodada dupla das semifinais disputada na Wukesong Sport Arena, nesta sexta-feira, os torcedores viram primeiro o pivô Marc Gasol liderar os espanhóis com 33 pontos na vitória sobre a Austrália por 95 a 88, após duas prorrogações. Depois, o brilho foi do veterano pivô Luis Scola, de 39 anos, autor de 28 pontos e 13 rebotes no triunfo sobre a França por 80 a 66.

A final do Mundial será realizada neste domingo, a partir das 9 horas (de Brasília), novamente em Pequim. Antes, às 5 horas, Austrália e França decidirão o terceiro lugar. Juntamente com Estados Unidos, Irã e Nigéria, além do país-sede Japão, os quatro semifinalistas já garantiram vaga nos Jogos Olímpicos de Tóquio-2020.

O título não será inédito para a Argentina ou para a Espanha. Os sul-americanos já foram campeões em 1950, quando sediaram a primeira edição do Mundial, em Buenos Aires, e bateram os Estados Unidos. Jogaram também a final em 2002, em Indianápolis, em solo norte-americano, mas caíram para a Iugoslávia. Os europeus têm 100% de aproveitamento em decisões ao derrotarem a Grécia no jogo derradeiro do campeonato de 2006, realizado em Saitama, no Japão.

Sob os olhares de Kobe Bryant e Manu Ginóbili, outro astro da seleção argentina que se aposentou no ano passado, o time sul-americano não deu chances para a França, que vinha embalada por ter eliminado os Estados Unidos nas quartas de final. A Argentina liderou o placar em todos os momentos, inclusive vencendo em cada um dos quatro períodos, e não permitiu qualquer reação dos europeus.

Além de sua grande atuação, Luis Scola foi ajudado em quadra por seus companheiros. Gabriel Deck contribuiu com 13 pontos e Facundo Campazzo, com seus passes precisos, fez 12, além de sete rebotes e seis assistências. No lado francês Frank Ntilikina e Evan Fournier combinaram para 32 pontos - 16 de cada um -, mas não conseguiram levar o time à sua primeira final na história.

CLASSIFICAÇÃO EMOCIONANTE - Em duelo épico e decidido apenas na segunda prorrogação, Marc Gasol liderou a Espanha na vitória sobre a Austrália. Além dos 33 pontos, o pivô do Toronto Raptors contribuiu com seis rebotes. O armador Ricky Rubio também foi bem com 19 pontos e 12 assistências. Sergio Llull ajudou muito e terminou com 17 pontos.

No minuto derradeiro do tempo normal, a Austrália vencia por apenas um ponto de vantagem (70 a 69). Patty Mills teve a bola em suas mãos faltando 24 segundos, mas a perdeu, dando a posse para a Espanha. O pivô Andrew Bogut fez falta em Gasol, que bateu dois lances livres e virou para 71 a 70 com oito segundos no relógio. Mills assumiu a responsabilidade, bateu para dentro e sofreu a falta. Acertou um lance e errou o outro, levando o duelo para a prorrogação.

Gasol cresceu no tempo extra. Fez os cinco primeiros pontos da Espanha, mas Mills não deixava a Austrália perder as esperanças de vaga na final. Ambos acertaram lances livres nos últimos segundos e a primeira prorrogação acabou com o empate por 80 a 80. Controlando os cinco minutos finais, os espanhóis contaram com o bom desempenho de Llull, que acertou duas bolas de três pontos para abrir oito de vantagem (90 a 82) e decidir o duelo.

Assim como em toda a competição, Patty Mills foi o cestinha australiano, com 32 pontos e duas assistências. Nic Kay, com 18, também foi muito bem.

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