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Hotel Dona Carolina é chique e histórico

Divulgação Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

12/09/2019 | 07:00


Uma verdadeira viagem no tempo. Assim é colocar os pés no Hotel Fazenda Dona Carolina, situado em Itatiba, a 121 quilômetros do Grande ABC. O local, antiga fazenda de café que ainda hoje preserva o plantio de alguns pés, é a verdadeira personificação do charme, conforto, requinte e romantismo.

Construída em 1872 por ‘dona’ Carolina e seu marido, José Alves Cardoso, a então Fazenda Jaboticabal foi uma das pioneiras do movimento abolicionista no Brasil. Antes mesmo que a Lei Áurea fosse assinada pela Princesa Isabel, em 1888, a fazenda já atuava de maneira distinta com seus escravos. Ousada e à frente de seu tempo, Carolina se encantou com as ideias libertárias com as quais teve contato na França, após viagem de navio para o país, e alforriou os escravos de sua fazenda, concedendo a eles terreno de 100 alqueires – mesmo tamanho da propriedade onde vivia. Ali também eles recebiam pelo trabalho exercido, e tinham a liberdade de comprar produtos vendidos na propriedade.

Histórias como esta, e sobre a produção de café – assim como que um dos tipos mais consumidos no Brasil, o extraforte, é o que tem qualidade inferior de grãos –, podem ser aprendidas enquanto se relaxa no hotel. Aos fins de semana, são realizados tours gratuitos para que o visitante se aprofunde mais na história local.

O local é uma pintura para onde se olha. Desde as acomodações, chiques e clássicas, que conservam o ar colonial sem deixar de se modernizar – há banheira e kits de amenities L’Occitane –, até as áreas comuns. Não dá vontade de parar de fotografar. É uma natureza de ‘doer’ os olhos. A programação é farta, com tirolesa, arvorismo e cavalgadas – pagos à parte –, assim como as memoráveis refeições (destaques para sopa de tomates e banana da terra), o que faz, por um momento, se esquecer da existência das piscinas, o que é refrescado pelo som da música ao vivo que vem de lá. Bebidas não estão incluídas. Se a fome bater na calada da noite, dá para chegar em uma das copas espalhadas pelos edifícios de apartamentos, pensadas para socorrer bebês, e comer uma fruta ou tomar um chá quentinho. 



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Hotel Dona Carolina é chique e histórico

Soraia Abreu Pedrozo
Do Diário do Grande ABC

12/09/2019 | 07:00


Uma verdadeira viagem no tempo. Assim é colocar os pés no Hotel Fazenda Dona Carolina, situado em Itatiba, a 121 quilômetros do Grande ABC. O local, antiga fazenda de café que ainda hoje preserva o plantio de alguns pés, é a verdadeira personificação do charme, conforto, requinte e romantismo.

Construída em 1872 por ‘dona’ Carolina e seu marido, José Alves Cardoso, a então Fazenda Jaboticabal foi uma das pioneiras do movimento abolicionista no Brasil. Antes mesmo que a Lei Áurea fosse assinada pela Princesa Isabel, em 1888, a fazenda já atuava de maneira distinta com seus escravos. Ousada e à frente de seu tempo, Carolina se encantou com as ideias libertárias com as quais teve contato na França, após viagem de navio para o país, e alforriou os escravos de sua fazenda, concedendo a eles terreno de 100 alqueires – mesmo tamanho da propriedade onde vivia. Ali também eles recebiam pelo trabalho exercido, e tinham a liberdade de comprar produtos vendidos na propriedade.

Histórias como esta, e sobre a produção de café – assim como que um dos tipos mais consumidos no Brasil, o extraforte, é o que tem qualidade inferior de grãos –, podem ser aprendidas enquanto se relaxa no hotel. Aos fins de semana, são realizados tours gratuitos para que o visitante se aprofunde mais na história local.

O local é uma pintura para onde se olha. Desde as acomodações, chiques e clássicas, que conservam o ar colonial sem deixar de se modernizar – há banheira e kits de amenities L’Occitane –, até as áreas comuns. Não dá vontade de parar de fotografar. É uma natureza de ‘doer’ os olhos. A programação é farta, com tirolesa, arvorismo e cavalgadas – pagos à parte –, assim como as memoráveis refeições (destaques para sopa de tomates e banana da terra), o que faz, por um momento, se esquecer da existência das piscinas, o que é refrescado pelo som da música ao vivo que vem de lá. Bebidas não estão incluídas. Se a fome bater na calada da noite, dá para chegar em uma das copas espalhadas pelos edifícios de apartamentos, pensadas para socorrer bebês, e comer uma fruta ou tomar um chá quentinho. 

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