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Mercado de imóveis respira


Do Diário do Grande ABC

11/09/2019 | 16:38


Conhecido como um dos principais termômetros da economia, o mercado imobiliário dá sinais de que retoma sua vitalidade na região. Trata-se de excelente notícia. De acordo com dados da Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC), o primeiro semestre de 2019 registrou o lançamento de 1.062 unidades nas sete cidades, o dobro do verificado no mesmo período de 2018 e o primeiro crescimento depois de dois anos de recuo. O otimismo extrapola o segmento, já que, historicamente, a recuperação do setor traz consigo outros bons indicadores.

Embora os analistas adotem prudência para falar sobre o volume de lançamentos, já que são as vendas aguardadas para 2020 que realmente darão o tom da retomada, a expectativa do mercado é imensa. Especialmente por causa da gestação de ambiente propício aos negócios, graças à aprovação da reforma previdenciária e à volta dos investimentos pelas indústrias, o que terá impacto direto na redução dos índices de desemprego.

Existe consenso sobre os efeitos benéficos da elevação do número de empregados no fortalecimento da economia. Uma coisa sustenta a outra. Certamente não foi por outro motivo, aliás, que o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, mirou o Grande ABC para dar sequência à sua agressiva política de negócios. Como mostrou ontem este Diário, ele pretende instalar unidades em todas as cidades da região, a começar por Santo André, onde até já anunciou o endereço onde funcionará o empreendimento, na Avenida dos Estados, e São Bernardo.

Faz muito tempo que o Grande ABC aguarda a recuperação econômica do Brasil. Não é para menos. O País e seus cidadãos colecionam decepções desde que a então presidente Dilma Rousseff (PT), cinco anos atrás, decidiu mascarar os indicadores para garantir a reeleição, mergulhando a Nação no caos financeiro em que se encontra. Que o sopro de ar fresco proporcionado pelo aquecimento do mercado imobiliário seja o prenúncio de bons ventos que impelirão as sete cidades rumo à retomada desenvolvimentista.



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Mercado de imóveis respira

Do Diário do Grande ABC

11/09/2019 | 16:38


Conhecido como um dos principais termômetros da economia, o mercado imobiliário dá sinais de que retoma sua vitalidade na região. Trata-se de excelente notícia. De acordo com dados da Acigabc (Associação dos Construtores, Imobiliárias e Administradoras do Grande ABC), o primeiro semestre de 2019 registrou o lançamento de 1.062 unidades nas sete cidades, o dobro do verificado no mesmo período de 2018 e o primeiro crescimento depois de dois anos de recuo. O otimismo extrapola o segmento, já que, historicamente, a recuperação do setor traz consigo outros bons indicadores.

Embora os analistas adotem prudência para falar sobre o volume de lançamentos, já que são as vendas aguardadas para 2020 que realmente darão o tom da retomada, a expectativa do mercado é imensa. Especialmente por causa da gestação de ambiente propício aos negócios, graças à aprovação da reforma previdenciária e à volta dos investimentos pelas indústrias, o que terá impacto direto na redução dos índices de desemprego.

Existe consenso sobre os efeitos benéficos da elevação do número de empregados no fortalecimento da economia. Uma coisa sustenta a outra. Certamente não foi por outro motivo, aliás, que o empresário Luciano Hang, dono da rede de lojas Havan, mirou o Grande ABC para dar sequência à sua agressiva política de negócios. Como mostrou ontem este Diário, ele pretende instalar unidades em todas as cidades da região, a começar por Santo André, onde até já anunciou o endereço onde funcionará o empreendimento, na Avenida dos Estados, e São Bernardo.

Faz muito tempo que o Grande ABC aguarda a recuperação econômica do Brasil. Não é para menos. O País e seus cidadãos colecionam decepções desde que a então presidente Dilma Rousseff (PT), cinco anos atrás, decidiu mascarar os indicadores para garantir a reeleição, mergulhando a Nação no caos financeiro em que se encontra. Que o sopro de ar fresco proporcionado pelo aquecimento do mercado imobiliário seja o prenúncio de bons ventos que impelirão as sete cidades rumo à retomada desenvolvimentista.

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