Fechar
Publicidade

Quinta-Feira, 19 de Setembro

|

Max º Min º
Clima da Região Trânsito Assine Clube do Assinante Diário Virtual Login

Economia

soraiapedrozo@dgabc.com.br | 4435-8057

Economista Armando Castelar se diz contrário à flexibilização da PEC do teto



11/09/2019 | 14:02


O economista e coordenador de economia aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Armando Castelar, se posicionou nesta quarta-feira, 11, contrário à flexibilização da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que criou o teto dos gastos para que o governo possa vir a fazer investimentos. Castelar participou do segundo painel do Seminário FGV Ibre Estadão, que acontece na sede da FGV na capital paulista.

A discussão sobre uma possível alteração nas regras do teto dos gastos ganhou força por conta da ausência de investimentos na economia, em especial na infraestrutura, e da elevada taxa de desemprego no País, que atinge 11,8% da População Economicamente Ativa (PEA).

A ideia por trás da defesa da flexibilização do teto dos gastos é dar um impulso à economia. O risco, segundo Castelar, é que depois o impacto passa, como ocorreu com a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no governo de Michel Temer.

Por outro lado, segundo o economista, se for para fazer investimentos públicos todos os anos, novamente a economia vai esbarrar em problemas fiscais como os que levaram à crise fiscal atual.

"A criação do teto dos gastos não foi uma opção, mas uma necessidade à falta de uma dinâmica fiscal", observou Castelar.



Comentários

Atenção! Os comentários do site são via Facebook. Lembre-se de que o comentário é de inteira responsabilidade do autor e não expressa a opinião do jornal. Comentários que violem a lei, a moral e os bons costumes ou violem direitos de terceiros poderão ser denunciados pelos usuários e sua conta poderá ser banida.

Economista Armando Castelar se diz contrário à flexibilização da PEC do teto


11/09/2019 | 14:02


O economista e coordenador de economia aplicada do Instituto Brasileiro de Economia (Ibre) da Fundação Getúlio Vargas (FGV), Armando Castelar, se posicionou nesta quarta-feira, 11, contrário à flexibilização da Proposta de Emenda Constitucional (PEC) que criou o teto dos gastos para que o governo possa vir a fazer investimentos. Castelar participou do segundo painel do Seminário FGV Ibre Estadão, que acontece na sede da FGV na capital paulista.

A discussão sobre uma possível alteração nas regras do teto dos gastos ganhou força por conta da ausência de investimentos na economia, em especial na infraestrutura, e da elevada taxa de desemprego no País, que atinge 11,8% da População Economicamente Ativa (PEA).

A ideia por trás da defesa da flexibilização do teto dos gastos é dar um impulso à economia. O risco, segundo Castelar, é que depois o impacto passa, como ocorreu com a liberação de recursos do Fundo de Garantia do Tempo de Serviço (FGTS) no governo de Michel Temer.

Por outro lado, segundo o economista, se for para fazer investimentos públicos todos os anos, novamente a economia vai esbarrar em problemas fiscais como os que levaram à crise fiscal atual.

"A criação do teto dos gastos não foi uma opção, mas uma necessidade à falta de uma dinâmica fiscal", observou Castelar.

Ao acessar você concorda com a nossa Política de Privacidade.


Para continuar, faça o seu login:


  • Aceito receber novidades e ofertas do Diário do Grande ABC e parceiros por
    correio eletrônico, mala direta, SMS ou outros meios de comunicação.


Ou acesse todo o conteúdo de forma ilimitada:

Veja como ter acesso a todo o conteúdo de forma ilimitada:

Copyright © 1995-2017 - Todos direitos reservados

;