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O retorno de Atila


Do Diário do Grande ABC

10/09/2019 | 14:51


 Atila Jacomussi (PSB) reassume hoje como prefeito de Mauá, função para a qual foi eleito com 112.788 votos, em segundo turno, no pleito de 2016. A chegada do socialista ao posto pela quarta vez, agora após hiato de cinco meses, dá-se amparada por liminar do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que anulou decisão da Câmara, que havia cassado o chefe do Executivo por vacância do cargo. Eis a oportunidade que o município tem para se pacificar. Os cidadãos têm sofrido em demasia com a instabilidade política desde que a principal cadeira do Paço se transformou em gangorra.

A terceira passagem da vice-prefeita Alaíde Damo (MDB) pelo Executivo – ela já havia ocupado a chefia nas duas vezes em que o titular foi preso por suspeita de corrupção no âmbito das operações Prato Feito e Trato Feito, ambas da Polícia Federal – foi uma tragédia social, como sabem todos os leitores deste Diário. A emedebista se limitou a lotear o governo a apadrinhados, entre eles a imensa maioria dos vereadores que lhe garantiram a posse definitiva ao votarem o impeachment de Atila, e a quebrar ordens cronológicas de pagamentos em benefício de empresários amigos.

Os resultados da administração foram sofríveis. Guardas-civis não puderam patrulhar a cidade porque faltavam viaturas, o atendimento à saúde sofreu abalo por causa da briga com a FUABC (Fundação do ABC) e até a concessão de benefícios a famílias carentes enfrenta contratempos devido à medida intempestiva da prefeita. A desorganização administrativa era tão grande que Alaíde Damo, em resposta a ofício da Câmara, admitiu não saber com quantos ônibus a Suzantur operava o sistema público de transporte no município!

Espera-se que a volta de Atila Jacomussi ao posto para o qual foi eleito democraticamente dê norte à gestão municipal. A população não aguenta mais tantos desmandos, irresponsabilidade e insegurança. Há muito trabalho a ser feito. Por isso, o novo chefe do Executivo não tem tempo a perder. É preciso começar a atuar imediatamente. Os mauaenses agradecem.



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O retorno de Atila

Do Diário do Grande ABC

10/09/2019 | 14:51


 Atila Jacomussi (PSB) reassume hoje como prefeito de Mauá, função para a qual foi eleito com 112.788 votos, em segundo turno, no pleito de 2016. A chegada do socialista ao posto pela quarta vez, agora após hiato de cinco meses, dá-se amparada por liminar do TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), que anulou decisão da Câmara, que havia cassado o chefe do Executivo por vacância do cargo. Eis a oportunidade que o município tem para se pacificar. Os cidadãos têm sofrido em demasia com a instabilidade política desde que a principal cadeira do Paço se transformou em gangorra.

A terceira passagem da vice-prefeita Alaíde Damo (MDB) pelo Executivo – ela já havia ocupado a chefia nas duas vezes em que o titular foi preso por suspeita de corrupção no âmbito das operações Prato Feito e Trato Feito, ambas da Polícia Federal – foi uma tragédia social, como sabem todos os leitores deste Diário. A emedebista se limitou a lotear o governo a apadrinhados, entre eles a imensa maioria dos vereadores que lhe garantiram a posse definitiva ao votarem o impeachment de Atila, e a quebrar ordens cronológicas de pagamentos em benefício de empresários amigos.

Os resultados da administração foram sofríveis. Guardas-civis não puderam patrulhar a cidade porque faltavam viaturas, o atendimento à saúde sofreu abalo por causa da briga com a FUABC (Fundação do ABC) e até a concessão de benefícios a famílias carentes enfrenta contratempos devido à medida intempestiva da prefeita. A desorganização administrativa era tão grande que Alaíde Damo, em resposta a ofício da Câmara, admitiu não saber com quantos ônibus a Suzantur operava o sistema público de transporte no município!

Espera-se que a volta de Atila Jacomussi ao posto para o qual foi eleito democraticamente dê norte à gestão municipal. A população não aguenta mais tantos desmandos, irresponsabilidade e insegurança. Há muito trabalho a ser feito. Por isso, o novo chefe do Executivo não tem tempo a perder. É preciso começar a atuar imediatamente. Os mauaenses agradecem.

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