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ANP arrecada R$ 22 mi em bônus de assinatura no 1º leilão de oferta permanente



10/09/2019 | 13:26


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) arrecadou R$ 22 milhões em bônus de assinatura no primeiro ciclo de oferta permanente, no qual foram oferecidas, nesta terça-feira, 10, áreas que não haviam despertado o interesse de investidores no passado.

Ao todo, dez empresas saíram vencedoras, do Brasil e dos Estados Unidos. Muitas delas são estreantes no País.

O bônus de assinatura foi de R$ 15,3 milhões e o ágio médio, de 61,48% para as áreas exploratórias. Já nas acumulações marginais, o bônus foi de R$ 6,98 milhões e o ágio médio, de 2.221%.

A licitação teve como foco, principalmente, empresas de pequeno e médio portes. Mas, em Sergipe conseguiu atrair a gigante Exxon Mobil, em consórcio com a brasileira Enauta e com a norte-americana Murphy.

A Bacia de Campos, que costuma despertar o apetite das grandes petroleiras, não recebeu ofertas. Foram as áreas de acumulações marginais, em fase de declínio, que hoje estimularam a disputa.

"Acabamos de ver uma metodologia que começa de forma positiva. Planejamos o leilão de forma despretensiosa, achando que haveria interesse por uma única área. Então, o resultado foi surpreendentemente positivo", afirmou o diretor-geral da ANP, Décio Oddone.

Com esse leilão, cresceu em 11% no número de contratos de exploração firmado entre empresas e a União.

"Não é pouco para a nossa indústria, se considerarmos que na 15ª Rodada não contratamos nenhuma área terrestre. E agora estamos vendo empresas de pequeno e médio porte entrando nas bacias terrestres tradicionais", destacou o diretor-geral da ANP, acrescentando que esse é o primeiro leilão em que a Petrobras não participa e, mesmo assim, "foi um sucesso".

Presente em coletiva para apresentar o resultado da concorrência, a secretária interina de Petróleo e Gás, Renata Isfer, ressaltou que o importante do leilão não foi a arrecadação de bônus de assinatura que vai para o Tesouro. "Não é uma questão de bônus, mas de desenvolvimento do País", destacou.



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ANP arrecada R$ 22 mi em bônus de assinatura no 1º leilão de oferta permanente


10/09/2019 | 13:26


A Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP) arrecadou R$ 22 milhões em bônus de assinatura no primeiro ciclo de oferta permanente, no qual foram oferecidas, nesta terça-feira, 10, áreas que não haviam despertado o interesse de investidores no passado.

Ao todo, dez empresas saíram vencedoras, do Brasil e dos Estados Unidos. Muitas delas são estreantes no País.

O bônus de assinatura foi de R$ 15,3 milhões e o ágio médio, de 61,48% para as áreas exploratórias. Já nas acumulações marginais, o bônus foi de R$ 6,98 milhões e o ágio médio, de 2.221%.

A licitação teve como foco, principalmente, empresas de pequeno e médio portes. Mas, em Sergipe conseguiu atrair a gigante Exxon Mobil, em consórcio com a brasileira Enauta e com a norte-americana Murphy.

A Bacia de Campos, que costuma despertar o apetite das grandes petroleiras, não recebeu ofertas. Foram as áreas de acumulações marginais, em fase de declínio, que hoje estimularam a disputa.

"Acabamos de ver uma metodologia que começa de forma positiva. Planejamos o leilão de forma despretensiosa, achando que haveria interesse por uma única área. Então, o resultado foi surpreendentemente positivo", afirmou o diretor-geral da ANP, Décio Oddone.

Com esse leilão, cresceu em 11% no número de contratos de exploração firmado entre empresas e a União.

"Não é pouco para a nossa indústria, se considerarmos que na 15ª Rodada não contratamos nenhuma área terrestre. E agora estamos vendo empresas de pequeno e médio porte entrando nas bacias terrestres tradicionais", destacou o diretor-geral da ANP, acrescentando que esse é o primeiro leilão em que a Petrobras não participa e, mesmo assim, "foi um sucesso".

Presente em coletiva para apresentar o resultado da concorrência, a secretária interina de Petróleo e Gás, Renata Isfer, ressaltou que o importante do leilão não foi a arrecadação de bônus de assinatura que vai para o Tesouro. "Não é uma questão de bônus, mas de desenvolvimento do País", destacou.

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