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Desafio começa com discussões sobre poluição e acessibilidade

André Henriques/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Jovens escreveram sobre A Região Que Eu Quero em 2030 em concurso iniciado ontem


Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

10/09/2019 | 07:00


 Alunos da EE (Escola Estadual) Professora Inah de Mello, no Parque das Nações, em Santo André, e de outras cinco unidades da cidade deram a largada na 13ª edição do Desafio de Redação. Promovido pelo Diário, em parceria com a USCS (Universidade Municipal de São Caetano), o concurso tem como tema A Região Que Eu Quero Em 2030, o que inspirou os jovens a discutirem questões como poluição e acessibilidade.

“O ar está muito poluído e, se continuar como está, não será respirável daqui a alguns anos”, destacou a estudante do 7º ano do ensino fundamental Letícia Fraga, 12 anos. “Para melhorar a qualidade do ar precisamos parar de cortar árvores”, propôs.

Da mesma turma, Henrique Lockeman, 12, citou o caso da Amazônia em sua redação e sugeriu a implementação de uma lei para impedir o desmatamento. “Para preservar o que ainda resta (da natureza), o ideal seria uma lei que impedisse todo mundo, não importa quem fosse, de cortar árvores.”

Já a colega de turma Juliana Rodrigues, 12, apontou o uso de plástico e a emissão de gases como os vilões da atualidade. “Descrevi como gostaria que a região estivesse em 2030, que seria com o uso de vidro no lugar do plástico e com carros movidos a energia elétrica ou eólica”, apontou o garoto.

Deficiente visual, o estudante do 1º ano do ensino médio José Roberto Cipriano Júnior, 16, fez seu texto em Braile. “Falei um pouco sobre melhorar escolas e tecnologia, mas foquei na acessibilidade, principalmente na questão de ruas mais adaptadas para deficientes”, afirmou. “Hoje, as calçadas são muito esburacadas, o que dificulta nosso caminho.”

CONCURSO

Esta edição do Desafio de Redação começou ontem e termina em 11 de outubro. Os participantes das redes pública e privada concorrem a prêmios – a melhor produção literária entre estudantes do 3º ano do ensino médio e do 1º ao 3° anos da EJA (Educação de Jovens e Adultos) ganham bolsa de estudos integral em curso superior na USCS. Também há notebooks, TVs e bicicletas para os autores de outras séries escolares do Grande ABC. A iniciativa do Diário tem patrocínio do Cemitério Vale dos Pinheirais, em Mauá, e do Saesa (Sistema de Água, Esgoto e Saneamento Ambiental), de São Caetano.

Hoje, sete escolas de Santo André recebem o desafio. São elas: EE Doutor Manoel Grandini Casquel, EE Doutor Carlos de Campos, EE Fioravanti Zampol, EE Professora Inácia Teruko Inagaki, EE Parque Marajoara II,Colégio da Polícia Militar e Centro Integrado Paulista (Objetivo).

Iniciativa inspira jovens a pensarem e estarem atentos em aspectos sociais

Coordenadora do ensino fundamental da EE Inah de Mello, Érika Suzuki assinalou que o concurso literário realizado pelo Diário é uma maneira de incentivar os jovens a melhorar a leitura e a escrita. “Além disso, eles são incentivados a prestar mais atenção e refletir sobre questões sociais”, completou.

Na escola, onde estudam aproximadamente 1.200 pessoas, professores de português levantaram discussões em sala de aula com o objetivo de mostrar aos alunos quais aspectos poderiam ser considerados no momento da redação. “Por isso, ele (o Desafio de Redação) é um aliado ao aprendizado”, afirmou.

“Esse tipo de concurso é muito legal porque nos ajuda a pensar diferente e a aprender mais sobre alguns assuntos que, muitas vezes, não vamos atrás”, opinou José Roberto Cipriano, 16 anos, estudante do 1º ano do ensino médio.

A escola, vale dizer, partipa do Desafio de Redação desde o início e, inclusive, já teve alunos premiados



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Desafio começa com discussões sobre poluição e acessibilidade

Jovens escreveram sobre A Região Que Eu Quero em 2030 em concurso iniciado ontem

Flavia Kurotori
Do Diário do Grande ABC

10/09/2019 | 07:00


 Alunos da EE (Escola Estadual) Professora Inah de Mello, no Parque das Nações, em Santo André, e de outras cinco unidades da cidade deram a largada na 13ª edição do Desafio de Redação. Promovido pelo Diário, em parceria com a USCS (Universidade Municipal de São Caetano), o concurso tem como tema A Região Que Eu Quero Em 2030, o que inspirou os jovens a discutirem questões como poluição e acessibilidade.

“O ar está muito poluído e, se continuar como está, não será respirável daqui a alguns anos”, destacou a estudante do 7º ano do ensino fundamental Letícia Fraga, 12 anos. “Para melhorar a qualidade do ar precisamos parar de cortar árvores”, propôs.

Da mesma turma, Henrique Lockeman, 12, citou o caso da Amazônia em sua redação e sugeriu a implementação de uma lei para impedir o desmatamento. “Para preservar o que ainda resta (da natureza), o ideal seria uma lei que impedisse todo mundo, não importa quem fosse, de cortar árvores.”

Já a colega de turma Juliana Rodrigues, 12, apontou o uso de plástico e a emissão de gases como os vilões da atualidade. “Descrevi como gostaria que a região estivesse em 2030, que seria com o uso de vidro no lugar do plástico e com carros movidos a energia elétrica ou eólica”, apontou o garoto.

Deficiente visual, o estudante do 1º ano do ensino médio José Roberto Cipriano Júnior, 16, fez seu texto em Braile. “Falei um pouco sobre melhorar escolas e tecnologia, mas foquei na acessibilidade, principalmente na questão de ruas mais adaptadas para deficientes”, afirmou. “Hoje, as calçadas são muito esburacadas, o que dificulta nosso caminho.”

CONCURSO

Esta edição do Desafio de Redação começou ontem e termina em 11 de outubro. Os participantes das redes pública e privada concorrem a prêmios – a melhor produção literária entre estudantes do 3º ano do ensino médio e do 1º ao 3° anos da EJA (Educação de Jovens e Adultos) ganham bolsa de estudos integral em curso superior na USCS. Também há notebooks, TVs e bicicletas para os autores de outras séries escolares do Grande ABC. A iniciativa do Diário tem patrocínio do Cemitério Vale dos Pinheirais, em Mauá, e do Saesa (Sistema de Água, Esgoto e Saneamento Ambiental), de São Caetano.

Hoje, sete escolas de Santo André recebem o desafio. São elas: EE Doutor Manoel Grandini Casquel, EE Doutor Carlos de Campos, EE Fioravanti Zampol, EE Professora Inácia Teruko Inagaki, EE Parque Marajoara II,Colégio da Polícia Militar e Centro Integrado Paulista (Objetivo).

Iniciativa inspira jovens a pensarem e estarem atentos em aspectos sociais

Coordenadora do ensino fundamental da EE Inah de Mello, Érika Suzuki assinalou que o concurso literário realizado pelo Diário é uma maneira de incentivar os jovens a melhorar a leitura e a escrita. “Além disso, eles são incentivados a prestar mais atenção e refletir sobre questões sociais”, completou.

Na escola, onde estudam aproximadamente 1.200 pessoas, professores de português levantaram discussões em sala de aula com o objetivo de mostrar aos alunos quais aspectos poderiam ser considerados no momento da redação. “Por isso, ele (o Desafio de Redação) é um aliado ao aprendizado”, afirmou.

“Esse tipo de concurso é muito legal porque nos ajuda a pensar diferente e a aprender mais sobre alguns assuntos que, muitas vezes, não vamos atrás”, opinou José Roberto Cipriano, 16 anos, estudante do 1º ano do ensino médio.

A escola, vale dizer, partipa do Desafio de Redação desde o início e, inclusive, já teve alunos premiados

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