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Concurso põe alunos como protagonistas

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Estudantes de escolas de Santo André são os primeiros a participar da 13ª edição, com início nesta segunda


Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

08/09/2019 | 07:00


 Os alunos de escolas públicas e particulares do Grande ABC já estão se preparando para a 13ª edição do Desafio de Redação, que começa amanhã e termina no dia 11 de outubro. Realizado em parceria do Diário com a USCS (Universidade Municipal de São Caetano), o concurso literário terá como tema A Região Que Eu Quero Em 2030.

A primeira cidade a participar da atividade é Santo André, com a EE Professor Beneraldo de Toledo Piza, a partir das 8h. Em 12 anos de projeto, cerca de 1,3 milhão de redações foram escritas por estudantes e professores. A estimativa é que nesta edição sejam redigidos 90 mil trabalhos para avaliação, que terá os critérios de correção semelhantes aos aplicados no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), como criatividade, coerência com o tema e ortografia gramatical. O prêmio para a melhor produção literária entre estudantes do 3º ano do ensino médio e do 1º ao 3° anos da EJA (Educação de Jovens e Adultos) é uma bolsa de estudos integral em curso superior de livre escolha na USCS.

A produção dos textos literários vai além da criatividade, como no caso da estudante Larissa Mylene Alecrin, 22 anos, vencedora do concurso em 2014 e que, neste ano, se forma em psicologia. Na época em que participou ela era aluna na Etec (Escola Técnica Estadual) Júlio de Mesquita, em Santo André e entregou texto com tema Qualidade de Vida Hoje. Saúde no Futuro. Larissa utilizou o gênero anagrama, no qual buscou utilizar as mesmas letras do título criado por ela para desenvolver a dissertação.

“Lembro que no dia em que o Diário foi até minha escola paramos nossas atividades para produzir as redações de 30 linhas e eu não conseguia pensar em nada legal. Foi difícil, mas depois que refleti sobre o anagrama, o bloqueio foi embora e consegui finalizar. Cada letra do título me ajudou a produzir a redação”, lembra a estudante.

Hoje, já atuando na área de escolha como estagiária, ela comenta que não esperava receber o prêmio e estava em dúvida sobre qual curso iniciar. “Sempre me interessei por psicologia, mas também por jornalismo e direito. Sabia que precisava cursar algo para fazer a diferença na vida dos outros. Gosto de pessoas e entendi isso escolhendo minha área atual”, ressalta.

E como aprendizado no Desafio de Redação, Larissa comenta que todas suas realizações chegaram na hora certa. “Acredito que todas as coisas na vida são predestinadas. Desde 2007, participo do Desafio e lembro que na época queria fazer medicina veterinária. Mas o desejo mudou e sempre me vem essa lembrança, de que para chegar até aqui, precisei investir minhas energias em coisas que valem a pena”, conta.

Para todos os participantes desta edição do Desafio de Redação do Diário, que tem patrocínio do Cemitério Vale dos Pinheirais e apoio do Saesa (Sistema de Água, Esgoto e Saneamento Ambiental), Larissa dá algumas dicas com relação ao empenho e atenção na produção dos textos. “Sempre vou dar esse conselho, pois foi a principal dica que recebi da minha professora na época: use a criatividade e saia da caixa. Abuse das ideias e saia do padrão. Estude o tema, crie e aplique todas as suas experiências e sentimentos sobre o assunto”, finaliza a estudante.

Ganhadora do concurso em 2016 produziu poema e faz jornalismo
A estudante de jornalismo Ynarah Rodrigues Zamproni, 20 anos, que vai se formar no curso de comunicação em dezembro de 2020, estudava no Colégio Dom José Gaspar, no Centro Alto, em Ribeirão Pires, quando ganhou o concurso literário, em 2016. Ela afirma que sempre soube de sua vocação para lidar com textos. “Antes de me contarem que fui a ganhadora, sabia que gostaria de atuar em comunicação, algo relacionado ao público, e o prêmio foi incentivador. Pensei: se ganhei por causa do meu texto, vou fazer jornalismo.”

Ynarah optou por produzir um poema para o concurso, cujo tema era Água Não Nasce na Torneira. “Busquei colocar a água em várias etapas e formas, como cachoeira e onda do mar, por exemplo, e mostrar o quanto ela (a água) é importante para nós”, lembra Ynarah.

Como experiência, a atual estagiária em assessoria de imprensa comenta que além do prêmio principal – o curso de jornalismo na USCS –, ganhou a valorização dos amigos e da família. “O mais legal de tudo é que, além da minha família e amigos próximos, pessoas que eu nem conhecia ficaram felizes por mim. Além disso, sempre vou lembrar de uma grande amiga da escola, que, infelizmente, morreu em um acidente de carro. Mas ofereço essa conquista também para ela, que sempre esteve comigo e me incentivou muito.”



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Concurso põe alunos como protagonistas

Estudantes de escolas de Santo André são os primeiros a participar da 13ª edição, com início nesta segunda

Yasmin Assagra
Do Diário do Grande ABC

08/09/2019 | 07:00


 Os alunos de escolas públicas e particulares do Grande ABC já estão se preparando para a 13ª edição do Desafio de Redação, que começa amanhã e termina no dia 11 de outubro. Realizado em parceria do Diário com a USCS (Universidade Municipal de São Caetano), o concurso literário terá como tema A Região Que Eu Quero Em 2030.

A primeira cidade a participar da atividade é Santo André, com a EE Professor Beneraldo de Toledo Piza, a partir das 8h. Em 12 anos de projeto, cerca de 1,3 milhão de redações foram escritas por estudantes e professores. A estimativa é que nesta edição sejam redigidos 90 mil trabalhos para avaliação, que terá os critérios de correção semelhantes aos aplicados no Enem (Exame Nacional do Ensino Médio), como criatividade, coerência com o tema e ortografia gramatical. O prêmio para a melhor produção literária entre estudantes do 3º ano do ensino médio e do 1º ao 3° anos da EJA (Educação de Jovens e Adultos) é uma bolsa de estudos integral em curso superior de livre escolha na USCS.

A produção dos textos literários vai além da criatividade, como no caso da estudante Larissa Mylene Alecrin, 22 anos, vencedora do concurso em 2014 e que, neste ano, se forma em psicologia. Na época em que participou ela era aluna na Etec (Escola Técnica Estadual) Júlio de Mesquita, em Santo André e entregou texto com tema Qualidade de Vida Hoje. Saúde no Futuro. Larissa utilizou o gênero anagrama, no qual buscou utilizar as mesmas letras do título criado por ela para desenvolver a dissertação.

“Lembro que no dia em que o Diário foi até minha escola paramos nossas atividades para produzir as redações de 30 linhas e eu não conseguia pensar em nada legal. Foi difícil, mas depois que refleti sobre o anagrama, o bloqueio foi embora e consegui finalizar. Cada letra do título me ajudou a produzir a redação”, lembra a estudante.

Hoje, já atuando na área de escolha como estagiária, ela comenta que não esperava receber o prêmio e estava em dúvida sobre qual curso iniciar. “Sempre me interessei por psicologia, mas também por jornalismo e direito. Sabia que precisava cursar algo para fazer a diferença na vida dos outros. Gosto de pessoas e entendi isso escolhendo minha área atual”, ressalta.

E como aprendizado no Desafio de Redação, Larissa comenta que todas suas realizações chegaram na hora certa. “Acredito que todas as coisas na vida são predestinadas. Desde 2007, participo do Desafio e lembro que na época queria fazer medicina veterinária. Mas o desejo mudou e sempre me vem essa lembrança, de que para chegar até aqui, precisei investir minhas energias em coisas que valem a pena”, conta.

Para todos os participantes desta edição do Desafio de Redação do Diário, que tem patrocínio do Cemitério Vale dos Pinheirais e apoio do Saesa (Sistema de Água, Esgoto e Saneamento Ambiental), Larissa dá algumas dicas com relação ao empenho e atenção na produção dos textos. “Sempre vou dar esse conselho, pois foi a principal dica que recebi da minha professora na época: use a criatividade e saia da caixa. Abuse das ideias e saia do padrão. Estude o tema, crie e aplique todas as suas experiências e sentimentos sobre o assunto”, finaliza a estudante.

Ganhadora do concurso em 2016 produziu poema e faz jornalismo
A estudante de jornalismo Ynarah Rodrigues Zamproni, 20 anos, que vai se formar no curso de comunicação em dezembro de 2020, estudava no Colégio Dom José Gaspar, no Centro Alto, em Ribeirão Pires, quando ganhou o concurso literário, em 2016. Ela afirma que sempre soube de sua vocação para lidar com textos. “Antes de me contarem que fui a ganhadora, sabia que gostaria de atuar em comunicação, algo relacionado ao público, e o prêmio foi incentivador. Pensei: se ganhei por causa do meu texto, vou fazer jornalismo.”

Ynarah optou por produzir um poema para o concurso, cujo tema era Água Não Nasce na Torneira. “Busquei colocar a água em várias etapas e formas, como cachoeira e onda do mar, por exemplo, e mostrar o quanto ela (a água) é importante para nós”, lembra Ynarah.

Como experiência, a atual estagiária em assessoria de imprensa comenta que além do prêmio principal – o curso de jornalismo na USCS –, ganhou a valorização dos amigos e da família. “O mais legal de tudo é que, além da minha família e amigos próximos, pessoas que eu nem conhecia ficaram felizes por mim. Além disso, sempre vou lembrar de uma grande amiga da escola, que, infelizmente, morreu em um acidente de carro. Mas ofereço essa conquista também para ela, que sempre esteve comigo e me incentivou muito.”

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