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Santo André dá novo passo para construir polo tecnológico

Marina Brandão 4/4/17 Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Paço contrata projeto executivo de centro de inovação, embrião do futuro parque; com aporte de R$ 22 mi


Raphael Rocha
Do dgabc.com.br

07/09/2019 | 07:00


A Prefeitura de Santo André deu mais um passo para tirar o polo tecnológico do papel. Nesta semana, fechou contrato com a empresa CAT Engenharia Consultiva para elaboração do projeto executivo de constituição do centro de inovação tecnológica, espécie de embrião do futuro polo.

A administração desembolsará R$ 360 mil para confecção do plano, uma das últimas etapas burocráticas antes da obra física. Após o plano executivo concluído, o Paço precisará realizar licitação para as intervenções de adaptação do prédio – o local escolhido foi parte da Rhodia, no bairro Bangu.

O governo do prefeito Paulo Serra (PSDB) estima que até fevereiro esse plano executivo esteja pronto, o que viabilizará o andamento do processo licitatório exclusivo para o centro de inovação tecnológica. A gestão tem chamado esse setor como início do polo tecnológico.

A Prefeitura informou que a obra física do centro de inovação tecnológica demandará investimento de R$ 22 milhões, dinheiro pleiteado junto à Secretaria de Desenvolvimento e Geração de Emprego do Ministério de Desenvolvimento Regional.

“As negociações se encontram em fase avançada. Como o início de obra é condicionado à viabilização de recursos, a meta do governo é ter o início de obra em 2020, após conclusão do projeto executivo, já com grande previsibilidade dos investimentos necessários para a obra, e do tempo para conclusão”, discorreu a Prefeitura de Santo André, por meio de nota.

A promessa de Santo André ter seu próprio centro tecnológico se arrasta há dez anos, quando o então prefeito Aidan Ravin (Podemos) prometeu consolidar um local para pensar o futuro. Em 2010, o parque foi pré-credenciado pelo governo do Estado. Em 2016, a inscrição foi efetivada no SPTec (Sistema Paulista de Parques Tecnológicos). Só então pôde captar recursos.

O governo Paulo Serra considerou que o polo tecnológico vai além do centro de inovação tecnológica. Citou políticas para estabelecer zoneamento privilegiado para empresas de base tecnológica, criação de rede de oferta de serviços tecnológicos para atendimento às novas empresas e às atividades já instaladas na cidade – denominada Bureau de Serviço.

“O Centro de Inovação é mais um dos projetos, sendo o âncora (não o primeiro), pois materializa a ação em um espaço físico diferenciado, que busca concentrar atores do ecossistema de inovação local, assim como programas de aceleração e incubação, laboratórios, o bureau de serviços já citado (que iniciará suas atividades no próprio Paço)”, exaltou o governo.

A administração ressaltou ainda que não há pendência judicial no terreno e na estrutura que acolherão o futuro Centro de Inovação. Ou seja, assim que a licitação da obra for concluída, as intervenções já começam. 



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