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Dólar abre em baixa com mercados à espera do payroll nos EUA



06/09/2019 | 09:53


O dólar abriu em baixa de 0,35% ante o real nesta sexta-feira, 6, cotado a R$ 4,0955, alinhado ao desempenho mais fraco da moeda americana ante divisas de países emergentes. No exterior, os mercados ainda operam sob o bom humor das notícias dos últimos dias e aguardam a divulgação do relatório de empregos dos Estados Unidos, o payroll, cuja divulgação estava marcada para as 9h30. A expectativa é de criação de 150 mil vagas de trabalho em agosto, ante geração de 164 mil postos em julho. O dado é importante referência para a política monetária norte-americana e, por isso, tem potencial para interferir nos mercados de câmbio.

Na quinta-feira (5) o dólar oscilou em baixa na maior parte do tempo, apoiado no otimismo com a definição de uma data para retomada das negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Mas a divisa acabou por ganhar fôlego à tarde e fechou em leve alta ante o real(+0,11%), abortando aquela que seria sua terceira queda consecutiva.

Apesar da trégua vista nesta semana, analistas afirmam que o clima de cautela deve persistir nos mercados internacionais, o que limita o ímpeto de queda da moeda americana, principalmente ante emergentes. O motivo é que, apesar das diversas sinalizações positivas dadas ao longo da semana, inclusive na Europa, nada ainda está resolvido.

No noticiário da Ásia, destaque nesta manhã para o anúncio do Banco do Povo da China (PBoC), de que vai liberar cerca de 900 bilhões de yuans (US$ 126 bilhões) para novos empréstimos, como parte da redução de compulsórios bancários. Mais cedo, o PBoC disse que irá cortar os compulsórios bancários em 0,50 ponto porcentual no próximo dia 16. Além disso, o BC chinês reduzirá os compulsórios para bancos menores em 1 ponto porcentual. Esse corte ocorrerá em duas etapas, de 0,50 ponto cada, em 15 de outubro e 15 de novembro.

Às 8h50, o Dollar Index (DXY), que mede a variação do dólar ante uma cesta de moedas fortes, tinha alta de 0,10%, aos 98,50 pontos. Os juros dos treasuries, títulos do Tesouro dos Estados Unidos, oscilavam em baixa, indicando menor busca por ativos de proteção. Os futuros das bolsas de Nova York indicam abertura positiva, em sinal de aumento do apetite por risco. Entre moedas de países emergentes, o dólar mostrava baixa ante o rublo (-0,51%), rand sul-africano (-0,77%), peso mexicano (-0,40%) e dólar neozelandês (-0,57%). Subia ante a lira turca 0,20%).



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Dólar abre em baixa com mercados à espera do payroll nos EUA


06/09/2019 | 09:53


O dólar abriu em baixa de 0,35% ante o real nesta sexta-feira, 6, cotado a R$ 4,0955, alinhado ao desempenho mais fraco da moeda americana ante divisas de países emergentes. No exterior, os mercados ainda operam sob o bom humor das notícias dos últimos dias e aguardam a divulgação do relatório de empregos dos Estados Unidos, o payroll, cuja divulgação estava marcada para as 9h30. A expectativa é de criação de 150 mil vagas de trabalho em agosto, ante geração de 164 mil postos em julho. O dado é importante referência para a política monetária norte-americana e, por isso, tem potencial para interferir nos mercados de câmbio.

Na quinta-feira (5) o dólar oscilou em baixa na maior parte do tempo, apoiado no otimismo com a definição de uma data para retomada das negociações comerciais entre Estados Unidos e China. Mas a divisa acabou por ganhar fôlego à tarde e fechou em leve alta ante o real(+0,11%), abortando aquela que seria sua terceira queda consecutiva.

Apesar da trégua vista nesta semana, analistas afirmam que o clima de cautela deve persistir nos mercados internacionais, o que limita o ímpeto de queda da moeda americana, principalmente ante emergentes. O motivo é que, apesar das diversas sinalizações positivas dadas ao longo da semana, inclusive na Europa, nada ainda está resolvido.

No noticiário da Ásia, destaque nesta manhã para o anúncio do Banco do Povo da China (PBoC), de que vai liberar cerca de 900 bilhões de yuans (US$ 126 bilhões) para novos empréstimos, como parte da redução de compulsórios bancários. Mais cedo, o PBoC disse que irá cortar os compulsórios bancários em 0,50 ponto porcentual no próximo dia 16. Além disso, o BC chinês reduzirá os compulsórios para bancos menores em 1 ponto porcentual. Esse corte ocorrerá em duas etapas, de 0,50 ponto cada, em 15 de outubro e 15 de novembro.

Às 8h50, o Dollar Index (DXY), que mede a variação do dólar ante uma cesta de moedas fortes, tinha alta de 0,10%, aos 98,50 pontos. Os juros dos treasuries, títulos do Tesouro dos Estados Unidos, oscilavam em baixa, indicando menor busca por ativos de proteção. Os futuros das bolsas de Nova York indicam abertura positiva, em sinal de aumento do apetite por risco. Entre moedas de países emergentes, o dólar mostrava baixa ante o rublo (-0,51%), rand sul-africano (-0,77%), peso mexicano (-0,40%) e dólar neozelandês (-0,57%). Subia ante a lira turca 0,20%).

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