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Comunicação nos novos tempos


Simpi

04/09/2019 | 07:00


Face à nova realidade econômica, as empresas atualmente vivem grande desafio: como conseguir se comunicar melhor com seus clientes, fornecedores e a sociedade como um todo. Segundo o publicitário Sérgio Lima, CEO da agência S8 WOW, a principal mudança que ocorreu foi na jornada da comunicação. “Antigamente, falávamos com o consumidor através da TV, do rádio, de jornais impressos e da revista, ou seja, as mídias tradicionais. Hoje, a comunicação se faz através do celular e outras mídias, como, por exemplo, os pontos de ônibus, elevadores e outras que, de alguma forma, interagem com o consumidor”, diz ele, explicando que essa nova forma de abordagem está obrigando o mercado a se esforçar muito para mudar, e rapidamente. “Hoje, a comunicação tem que ser interativa e, atualmente, redes sociais são a principal influência na decisão de compra. Então, são novas métricas, porque a nova tecnologia, com a internet e os meios digitais, traz resultados no exato momento em que se está veiculando a campanha, o que demanda mudança na forma de comunicação para se adequar conforme os resultados obtidos, o que força as agências a se adaptarem às tecnologias digitais”, complementa ele.

Entrevistado pelo programa de TV do Simpi (Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo) A Hora e a Vez da Pequena Empresa, o especialista afirma que outro trabalho essencial das agências é a realização de pesquisas. “Realizadas pelas redes sociais ou através de mecanismos da própria internet, esses levantamentos permitem obter resultados mais assertivos, ajudando na tomada de decisão”, diz Lima. “Por isso, é preciso encontrar o público-alvo na mídia certa e conversar com ele da maneira correta, com um conteúdo adequado, senão as ações de marketing não terão os resultados esperados”, alerta o publicitário.

Por fim, Sérgio Lima explica que, com o advento das tecnologias digitais, a comunicação ficou mais eficiente e democrática, permitindo não só às grandes marcas anunciarem, mas às pequenas também. “Desde que se tenha bom time, que pode ser até do próprio empreendedor, é possível estudar o mercado e definir as estratégias. O bom é que, hoje, já é possível ver o pequeno empreendedor e a grande marca disputando pelo mesmo espaço no Google, no Facebook e nas redes sociais”, conclui o especialista.

Rescisão consensual garante saque de parte do FGTS

Com a reforma trabalhista, foi criada nova modalidade de rescisão do contrato de trabalho, a chamada ‘rescisão consensual’, que se realiza livremente mediante acordo entre a empresa e o empregado. Dessa forma, o trabalhador recebe metade do aviso prévio indenizado, 20% da multa e poderá sacar até 80% do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), mas não terá direito ao seguro-desemprego, explica Piraci Oliveira, um dos especialistas jurídicos do Simpi. “Essa norma veio para regulamentar uma prática que era feita de forma ilegal, sem regulamentação”, complementa ele.

Antes da nova Lei, eram previstas três formas de rescisão: o pedido de demissão, por iniciativa do empregado, que recebe integralmente as verbas rescisórias (férias, 13º e aviso prévio), sem direito a multa ou movimentação do FGTS; a dispensa sem justa causa, por decisão da empresa, em que, além das verbas rescisórias, o empregado tem direito a uma multa de 40% sobre o valor total do FGTS e ao saque integral do benefício, bem como receber o seguro-desemprego, se trabalhou por 12 dos últimos 18 meses; e a dispensa por justa causa, também por iniciativa da empresa em casos devidamente justificados, quando o funcionário desligado dessa forma recebe apenas o saldo do último salário e o pagamento das férias vencidas (se existirem), não havendo direito a verbas rescisórias integrais, multa e saque do FGTS ou de seguro-desemprego. 



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Comunicação nos novos tempos

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04/09/2019 | 07:00


Face à nova realidade econômica, as empresas atualmente vivem grande desafio: como conseguir se comunicar melhor com seus clientes, fornecedores e a sociedade como um todo. Segundo o publicitário Sérgio Lima, CEO da agência S8 WOW, a principal mudança que ocorreu foi na jornada da comunicação. “Antigamente, falávamos com o consumidor através da TV, do rádio, de jornais impressos e da revista, ou seja, as mídias tradicionais. Hoje, a comunicação se faz através do celular e outras mídias, como, por exemplo, os pontos de ônibus, elevadores e outras que, de alguma forma, interagem com o consumidor”, diz ele, explicando que essa nova forma de abordagem está obrigando o mercado a se esforçar muito para mudar, e rapidamente. “Hoje, a comunicação tem que ser interativa e, atualmente, redes sociais são a principal influência na decisão de compra. Então, são novas métricas, porque a nova tecnologia, com a internet e os meios digitais, traz resultados no exato momento em que se está veiculando a campanha, o que demanda mudança na forma de comunicação para se adequar conforme os resultados obtidos, o que força as agências a se adaptarem às tecnologias digitais”, complementa ele.

Entrevistado pelo programa de TV do Simpi (Sindicato da Micro e Pequena Indústria do Estado de São Paulo) A Hora e a Vez da Pequena Empresa, o especialista afirma que outro trabalho essencial das agências é a realização de pesquisas. “Realizadas pelas redes sociais ou através de mecanismos da própria internet, esses levantamentos permitem obter resultados mais assertivos, ajudando na tomada de decisão”, diz Lima. “Por isso, é preciso encontrar o público-alvo na mídia certa e conversar com ele da maneira correta, com um conteúdo adequado, senão as ações de marketing não terão os resultados esperados”, alerta o publicitário.

Por fim, Sérgio Lima explica que, com o advento das tecnologias digitais, a comunicação ficou mais eficiente e democrática, permitindo não só às grandes marcas anunciarem, mas às pequenas também. “Desde que se tenha bom time, que pode ser até do próprio empreendedor, é possível estudar o mercado e definir as estratégias. O bom é que, hoje, já é possível ver o pequeno empreendedor e a grande marca disputando pelo mesmo espaço no Google, no Facebook e nas redes sociais”, conclui o especialista.

Rescisão consensual garante saque de parte do FGTS

Com a reforma trabalhista, foi criada nova modalidade de rescisão do contrato de trabalho, a chamada ‘rescisão consensual’, que se realiza livremente mediante acordo entre a empresa e o empregado. Dessa forma, o trabalhador recebe metade do aviso prévio indenizado, 20% da multa e poderá sacar até 80% do FGTS (Fundo de Garantia do Tempo de Serviço), mas não terá direito ao seguro-desemprego, explica Piraci Oliveira, um dos especialistas jurídicos do Simpi. “Essa norma veio para regulamentar uma prática que era feita de forma ilegal, sem regulamentação”, complementa ele.

Antes da nova Lei, eram previstas três formas de rescisão: o pedido de demissão, por iniciativa do empregado, que recebe integralmente as verbas rescisórias (férias, 13º e aviso prévio), sem direito a multa ou movimentação do FGTS; a dispensa sem justa causa, por decisão da empresa, em que, além das verbas rescisórias, o empregado tem direito a uma multa de 40% sobre o valor total do FGTS e ao saque integral do benefício, bem como receber o seguro-desemprego, se trabalhou por 12 dos últimos 18 meses; e a dispensa por justa causa, também por iniciativa da empresa em casos devidamente justificados, quando o funcionário desligado dessa forma recebe apenas o saldo do último salário e o pagamento das férias vencidas (se existirem), não havendo direito a verbas rescisórias integrais, multa e saque do FGTS ou de seguro-desemprego. 

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