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Alaíde quer se unir a Neycar na defesa do impeachment

Claudinei Plaza/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Herdeira da cadeira de Atila, prefeita vai à Justiça para tentar ser ouvida no processo


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

03/09/2019 | 07:42


Principal beneficiada com a cassação de Atila Jacomussi (PSB) em Mauá, a prefeita Alaíde Damo (MDB) pediu à Justiça para se unir ao presidente da Câmara, Vanderley Cavalcante da Silva, o Neycar (SD), na defesa do impeachment nos tribunais. O socialista aguarda julgamento, na segunda-feira, de ação em que pede anulação da cassação.

Na petição, endereçada à desembargadora Ana Liarte, relatora do processo no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), Alaíde sustenta ter “legitimidade” para ser parte nos autos porque a decisão pode ter “influência direta e inequívoca” nas funções que exerce no Paço mauaense. A emedebista se tornou prefeita com a deposição de Atila, em abril, mas foi eleita vice-prefeita na chapa do socialista, em 2016.

No mesmo documento, Alaíde sai em defesa da decisão da Câmara e pede, assim como os vereadores, o indeferimento do pedido de Atila, que já foi rejeitado na primeira instância. A prefeita cita decisão da mesma desembargadora, que negou suspender a votação do impeachment, em abril. “Ora, não há sentido, nesse ponto, em que se reconheçam, agora, as nulidades que já foram afastadas por este mesmo juízo quando da análise do mesmo decreto de cassação”, sustenta a emedebista, ao emendar que não há motivos para o Judiciário intervir porque “o julgamento do processo de cassação é juízo político exercido pela Câmara”.

HISTÓRICO
Cassado em 18 de abril, Atila entrou na Justiça no mês seguinte, a fim de anular o impeachment. O socialista foi deposto pela Câmara, por 16 votos a cinco, por deixar o cargo de prefeito vago – ficou preso entre dezembro e fevereiro e não pediu licença formal para os parlamentares. O pedido de anulamento foi rejeitado pelo juiz Rodrigo Soares, da 5ª Vara Cível de Mauá. 



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Alaíde quer se unir a Neycar na defesa do impeachment

Herdeira da cadeira de Atila, prefeita vai à Justiça para tentar ser ouvida no processo

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

03/09/2019 | 07:42


Principal beneficiada com a cassação de Atila Jacomussi (PSB) em Mauá, a prefeita Alaíde Damo (MDB) pediu à Justiça para se unir ao presidente da Câmara, Vanderley Cavalcante da Silva, o Neycar (SD), na defesa do impeachment nos tribunais. O socialista aguarda julgamento, na segunda-feira, de ação em que pede anulação da cassação.

Na petição, endereçada à desembargadora Ana Liarte, relatora do processo no TJ-SP (Tribunal de Justiça de São Paulo), Alaíde sustenta ter “legitimidade” para ser parte nos autos porque a decisão pode ter “influência direta e inequívoca” nas funções que exerce no Paço mauaense. A emedebista se tornou prefeita com a deposição de Atila, em abril, mas foi eleita vice-prefeita na chapa do socialista, em 2016.

No mesmo documento, Alaíde sai em defesa da decisão da Câmara e pede, assim como os vereadores, o indeferimento do pedido de Atila, que já foi rejeitado na primeira instância. A prefeita cita decisão da mesma desembargadora, que negou suspender a votação do impeachment, em abril. “Ora, não há sentido, nesse ponto, em que se reconheçam, agora, as nulidades que já foram afastadas por este mesmo juízo quando da análise do mesmo decreto de cassação”, sustenta a emedebista, ao emendar que não há motivos para o Judiciário intervir porque “o julgamento do processo de cassação é juízo político exercido pela Câmara”.

HISTÓRICO
Cassado em 18 de abril, Atila entrou na Justiça no mês seguinte, a fim de anular o impeachment. O socialista foi deposto pela Câmara, por 16 votos a cinco, por deixar o cargo de prefeito vago – ficou preso entre dezembro e fevereiro e não pediu licença formal para os parlamentares. O pedido de anulamento foi rejeitado pelo juiz Rodrigo Soares, da 5ª Vara Cível de Mauá. 

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