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Sindema rebate declaração de Lauro sobre tempo do Ipred

Categoria rejeita mudanças em estatuto e atribui situação do instituto a calotes do Paço


Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

31/08/2019 | 07:00


O Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) rebateu veementemente as declarações do prefeito Lauro Michels (PV) de que, se não houver restrições de direitos no estatuto dos servidores da cidade, o Ipred (Instituto de Previdência de Diadema) não terá dinheiro suficiente para pagar a aposentadoria do funcionalismo no futuro.

Por meio de nota publicada nas redes sociais, o Sindema rejeitou qualquer retirada de direito dos servidores e atribuiu a possível falência do Ipred aos “recorrentes calotes” da administração. “O prefeito vem sistematicamente descumprido a lei e acumulando dívidas com os trabalhadores e trabalhadoras. Desde o fim de 2018 o prefeito não paga os quatro acordos das dívidas (com o Ipred) e até o fim de abril deste ano o deficit de 2019 já ultrapassava os R$ 64 milhões. Nesta gestão, os gastos com as terceirizações aumentaram muito, impactando diretamente no Ipred e na qualidade dos serviços prestados à população em todas as áreas, especialmente na saúde”, diz trecho da nota. “O Sindema repudia as declarações do prefeito e não medirá esforços para impedir que qualquer tipo de retrocesso atinja os servidores e prejudique o atendimento à população”, completa o sindicato.

Lauro afirmou ao Diário nas últimas semanas que é necessário realizar “reforma muito dura do estatuto” para garantir, a longo prazo, a redução de gastos com pessoal e a sustentabilidade financeira do instituto de previdência local. “(Se não houver reforma no estatuto) Em cinco anos, o Ipred quebra”, declarou o prefeito, que também citou a necessidade de modificar as regras para acesso de servidores municipais à aposentadoria, como tem sido feito com trabalhadores da iniciativa privada.

A fala de Lauro desagradou o funcionalismo e deixou o Sindema em alerta. Na sessão de quinta-feira, o presidente da entidade sindical foi à Câmara acompanhar a sessão. As declarações foram dadas em momento em que a categoria ainda não encerrou a campanha salarial deste ano e aguarda resposta da Prefeitura quanto à proposta de reajuste salarial. 



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Sindema rebate declaração de Lauro sobre tempo do Ipred

Categoria rejeita mudanças em estatuto e atribui situação do instituto a calotes do Paço

Júnior Carvalho
Do Diário do Grande ABC

31/08/2019 | 07:00


O Sindema (Sindicato dos Funcionários Públicos de Diadema) rebateu veementemente as declarações do prefeito Lauro Michels (PV) de que, se não houver restrições de direitos no estatuto dos servidores da cidade, o Ipred (Instituto de Previdência de Diadema) não terá dinheiro suficiente para pagar a aposentadoria do funcionalismo no futuro.

Por meio de nota publicada nas redes sociais, o Sindema rejeitou qualquer retirada de direito dos servidores e atribuiu a possível falência do Ipred aos “recorrentes calotes” da administração. “O prefeito vem sistematicamente descumprido a lei e acumulando dívidas com os trabalhadores e trabalhadoras. Desde o fim de 2018 o prefeito não paga os quatro acordos das dívidas (com o Ipred) e até o fim de abril deste ano o deficit de 2019 já ultrapassava os R$ 64 milhões. Nesta gestão, os gastos com as terceirizações aumentaram muito, impactando diretamente no Ipred e na qualidade dos serviços prestados à população em todas as áreas, especialmente na saúde”, diz trecho da nota. “O Sindema repudia as declarações do prefeito e não medirá esforços para impedir que qualquer tipo de retrocesso atinja os servidores e prejudique o atendimento à população”, completa o sindicato.

Lauro afirmou ao Diário nas últimas semanas que é necessário realizar “reforma muito dura do estatuto” para garantir, a longo prazo, a redução de gastos com pessoal e a sustentabilidade financeira do instituto de previdência local. “(Se não houver reforma no estatuto) Em cinco anos, o Ipred quebra”, declarou o prefeito, que também citou a necessidade de modificar as regras para acesso de servidores municipais à aposentadoria, como tem sido feito com trabalhadores da iniciativa privada.

A fala de Lauro desagradou o funcionalismo e deixou o Sindema em alerta. Na sessão de quinta-feira, o presidente da entidade sindical foi à Câmara acompanhar a sessão. As declarações foram dadas em momento em que a categoria ainda não encerrou a campanha salarial deste ano e aguarda resposta da Prefeitura quanto à proposta de reajuste salarial. 

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