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Atento à postura ética nos negócios


Do Diário do Grande ABC

29/08/2019 | 12:30


Nos últimos tempos, ter de verdade postura ética diante do mundo dos negócios e do mercado em si tem sido preocupação recorrente de muitos empresários. Não é fácil. O que, no entanto, muitos esquecem é que contar com estrutura de governança corporativa facilita e muito o processo. Digo, sem medo de errar, que ter time de conselheiros comprometidos com o negócio, independentes, é o que garante que a empresa seja administrada de forma isenta, em benefício da corporação, e não de apenas alguns. Gosto sempre de pontuar: não importa o tamanho da empresa, ela precisa ser gerida com a estrutura de governança corporativa, sempre, seja ela micro, pequena, média ou de grande porte.

O mundo dos negócios se tornou altamente complexo nas últimas décadas, hoje sem fronteiras reais e financeiras e há novos players globais, muitos deles vindos de países emergentes. Ao mesmo tempo, internamente muita coisa mudou também nas corporações. Das estruturas societárias do passado, vivemos hoje privatizações, fusões e aquisições, assim como os chamados controles consorciados. As empresas abertas estão diante de inúmeros desafios para alcançar bons resultados e temos visto companhias em processos sucessórios passarem da segunda para a terceira geração. O cenário é outro e as empresas precisam investir para crescer, pois a segunda alternativa é desaparecer do mercado. Vimos muitas pegarem esta segunda via e simplesmente deixarem de existir. Quase nem nos lembramos de várias delas e, quando recordamos, mais uma vez nos surpreendemos, como foram desaparecer.

O mercado hoje está inserido em novos padrões. Os valores são a conformidade. É preciso seguir com rigor série de regras, transparência, regime de portas abertas, e ainda conviver com participação diferente. Não são mais os sócios majoritários que ditam regras sozinhos, os minoritários são ativos e buscam a justa retribuição, com muitos tendo representação nos conselhos. Importante dizer: é preciso investir tempo e energia em governança corporativa, em todos os mecanismos de controle, disseminar a cultura do ‘ser’ compliance, do ‘estar’ em compliance para, principalmente, estar em conformidade com as leis e regras necessárias para o equilíbrio financeiro, social e ambiental das empresas. De suma importância também é que todos devem igualmente entender que conselho de administração, bem montado, com profissionais capacitados e em sintonia com o negócio, será não só o guardião da companhia, como dizemos sempre, mas também o guardião do compromisso ético, definindo os rumos e monitorando cada passo.

Só assim caminharemos na direção correta. A direção do sucesso.

Geovana Donella é conselheira de administração e especialista em governança corporativa.

Lembrado?

Dezembro é mês do 13º. O seu está reservado para compras de Natal, presente das crianças, ou vai pagar banco, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), matrícula e compra de material escolar dos filhos? Comprou carro novo? Viu de quanto foi o imposto? Saiba que somando taxas você pagou um dos preços mais caros do mundo. E não está tudo aí não! Ah, não é zero! Comprou a prazo e deve ‘trocentas’ parcelas? O carro acaba e a dívida continua. Mas se mesmo assim acha que ganha bem porque ainda sobrou algum, está melhor que a maioria dos brasileiros, que vive em pindaíba que dá dó. Se outro candidato ganhasse a eleição iria mudar isso? Claro que não! Oposição ou situação? Qual a diferença? Nenhuma! Eles só querem o poder. São todos farinha do mesmo saco. E você, nesta democracia, serve só para trabalhar, produzir, pagar impostos e, claro, ser lembrado em ano de eleição. 

Nilson Martins Altran

São Caetano

Amazônia

Trabalhei por 38 anos na Rhodia, empresa francesa. Foi ótimo. Fiz estágios na França e sempre fui muito bem tratado. Fiz muitos amigos franceses. É povo culto, que contribuiu muito para a humanidade em inúmeras áreas. Basta ver a história. Mas, infelizmente, como acontece com todos os povos, às vezes aparecem figuras que destoam do padrão. Veja o Brasil , por exemplo. Tivemos no governo picaretas, corruptos, ladrões etc. Na França, como em outros países, também acontece o mesmo. O tal de Macron, que era envolvido com bancos, virou para esquerda, porém, não muito, e foi eleito com pequena margem em sinal de protesto. Na verdade não é bem-visto, de modo geral, nem pela direita nem pela esquerda e tampouco pelo centro. Então o cara está precisando aparecer, pois mexeu com aposentadoria do povão e está se apegando a qualquer tema para tentar conquistar a simpatia do povo. Bolsonaro, ingênuo, deu chance e ele, muito esperto, aproveitou. Os europeus, com medo do acordo Mercosul-União Européia, e consequentemente concorrência, agarraram a causa com tudo. 

Donaldo Dagnone

Santo André

Devastador

Quer saber como acabar com um País em nove meses? É só prestar atenção nas atitudes de Bolsonaro. Tem de ser muito cego para não enxergar a irresponsabilidade desse sujeito.

Juvenal Avelino Suzélido

Jundiaí (SP)

Maquiavel explica

Causa-me perplexidade o fato de pessoas não conseguirem avaliar situações com bom-senso e clareza. Deixam-se levar facilmente por fake news, sem perceber que estão sendo usadas politicamente. Alguns continuam acreditando que a Europa é boazinha e que está preocupada com nossas florestas, que as queimadas foram provocadas pelo presidente e chegam ao cúmulo de colocar em seus perfis nas redes sociais ‘SOS Amazônia’ como se fossem baluartes da proteção ao meio ambiente. Só não se dão conta de que nem o lixo no lixo conseguem colocar. Por outro lado, existem outros que, após a maioria dos países do G-7 dar tremendo ‘passa-moleque’ em Macron, alardeiam que o mundo confia no Brasil e na nossa capacidade de preservação da Floresta Amazônica. Aviso: eles também não são bonzinhos, não. O interesse deles, assim como o da França, é o mesmo, ou seja, pelas riquezas da região. Portanto, antes de postar algo, pesquise, estude, analise, pois pessoas sem discernimento nos remetem a pensamento de Maquiavel que diz: ‘Há três espécies de cérebros: uns entendem por si próprios; os outros discernem o que os primeiros entendem; e os terceiros não entendem nem por si próprios nem pelos outros; os primeiros são excelentíssimos; os segundos excelentes; e os terceiros totalmente inúteis’.

Vanderlei A. Retondo

Santo André

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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Atento à postura ética nos negócios

Do Diário do Grande ABC

29/08/2019 | 12:30


Nos últimos tempos, ter de verdade postura ética diante do mundo dos negócios e do mercado em si tem sido preocupação recorrente de muitos empresários. Não é fácil. O que, no entanto, muitos esquecem é que contar com estrutura de governança corporativa facilita e muito o processo. Digo, sem medo de errar, que ter time de conselheiros comprometidos com o negócio, independentes, é o que garante que a empresa seja administrada de forma isenta, em benefício da corporação, e não de apenas alguns. Gosto sempre de pontuar: não importa o tamanho da empresa, ela precisa ser gerida com a estrutura de governança corporativa, sempre, seja ela micro, pequena, média ou de grande porte.

O mundo dos negócios se tornou altamente complexo nas últimas décadas, hoje sem fronteiras reais e financeiras e há novos players globais, muitos deles vindos de países emergentes. Ao mesmo tempo, internamente muita coisa mudou também nas corporações. Das estruturas societárias do passado, vivemos hoje privatizações, fusões e aquisições, assim como os chamados controles consorciados. As empresas abertas estão diante de inúmeros desafios para alcançar bons resultados e temos visto companhias em processos sucessórios passarem da segunda para a terceira geração. O cenário é outro e as empresas precisam investir para crescer, pois a segunda alternativa é desaparecer do mercado. Vimos muitas pegarem esta segunda via e simplesmente deixarem de existir. Quase nem nos lembramos de várias delas e, quando recordamos, mais uma vez nos surpreendemos, como foram desaparecer.

O mercado hoje está inserido em novos padrões. Os valores são a conformidade. É preciso seguir com rigor série de regras, transparência, regime de portas abertas, e ainda conviver com participação diferente. Não são mais os sócios majoritários que ditam regras sozinhos, os minoritários são ativos e buscam a justa retribuição, com muitos tendo representação nos conselhos. Importante dizer: é preciso investir tempo e energia em governança corporativa, em todos os mecanismos de controle, disseminar a cultura do ‘ser’ compliance, do ‘estar’ em compliance para, principalmente, estar em conformidade com as leis e regras necessárias para o equilíbrio financeiro, social e ambiental das empresas. De suma importância também é que todos devem igualmente entender que conselho de administração, bem montado, com profissionais capacitados e em sintonia com o negócio, será não só o guardião da companhia, como dizemos sempre, mas também o guardião do compromisso ético, definindo os rumos e monitorando cada passo.

Só assim caminharemos na direção correta. A direção do sucesso.

Geovana Donella é conselheira de administração e especialista em governança corporativa.

Lembrado?

Dezembro é mês do 13º. O seu está reservado para compras de Natal, presente das crianças, ou vai pagar banco, IPTU (Imposto Predial e Territorial Urbano), IPVA (Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores), matrícula e compra de material escolar dos filhos? Comprou carro novo? Viu de quanto foi o imposto? Saiba que somando taxas você pagou um dos preços mais caros do mundo. E não está tudo aí não! Ah, não é zero! Comprou a prazo e deve ‘trocentas’ parcelas? O carro acaba e a dívida continua. Mas se mesmo assim acha que ganha bem porque ainda sobrou algum, está melhor que a maioria dos brasileiros, que vive em pindaíba que dá dó. Se outro candidato ganhasse a eleição iria mudar isso? Claro que não! Oposição ou situação? Qual a diferença? Nenhuma! Eles só querem o poder. São todos farinha do mesmo saco. E você, nesta democracia, serve só para trabalhar, produzir, pagar impostos e, claro, ser lembrado em ano de eleição. 

Nilson Martins Altran

São Caetano

Amazônia

Trabalhei por 38 anos na Rhodia, empresa francesa. Foi ótimo. Fiz estágios na França e sempre fui muito bem tratado. Fiz muitos amigos franceses. É povo culto, que contribuiu muito para a humanidade em inúmeras áreas. Basta ver a história. Mas, infelizmente, como acontece com todos os povos, às vezes aparecem figuras que destoam do padrão. Veja o Brasil , por exemplo. Tivemos no governo picaretas, corruptos, ladrões etc. Na França, como em outros países, também acontece o mesmo. O tal de Macron, que era envolvido com bancos, virou para esquerda, porém, não muito, e foi eleito com pequena margem em sinal de protesto. Na verdade não é bem-visto, de modo geral, nem pela direita nem pela esquerda e tampouco pelo centro. Então o cara está precisando aparecer, pois mexeu com aposentadoria do povão e está se apegando a qualquer tema para tentar conquistar a simpatia do povo. Bolsonaro, ingênuo, deu chance e ele, muito esperto, aproveitou. Os europeus, com medo do acordo Mercosul-União Européia, e consequentemente concorrência, agarraram a causa com tudo. 

Donaldo Dagnone

Santo André

Devastador

Quer saber como acabar com um País em nove meses? É só prestar atenção nas atitudes de Bolsonaro. Tem de ser muito cego para não enxergar a irresponsabilidade desse sujeito.

Juvenal Avelino Suzélido

Jundiaí (SP)

Maquiavel explica

Causa-me perplexidade o fato de pessoas não conseguirem avaliar situações com bom-senso e clareza. Deixam-se levar facilmente por fake news, sem perceber que estão sendo usadas politicamente. Alguns continuam acreditando que a Europa é boazinha e que está preocupada com nossas florestas, que as queimadas foram provocadas pelo presidente e chegam ao cúmulo de colocar em seus perfis nas redes sociais ‘SOS Amazônia’ como se fossem baluartes da proteção ao meio ambiente. Só não se dão conta de que nem o lixo no lixo conseguem colocar. Por outro lado, existem outros que, após a maioria dos países do G-7 dar tremendo ‘passa-moleque’ em Macron, alardeiam que o mundo confia no Brasil e na nossa capacidade de preservação da Floresta Amazônica. Aviso: eles também não são bonzinhos, não. O interesse deles, assim como o da França, é o mesmo, ou seja, pelas riquezas da região. Portanto, antes de postar algo, pesquise, estude, analise, pois pessoas sem discernimento nos remetem a pensamento de Maquiavel que diz: ‘Há três espécies de cérebros: uns entendem por si próprios; os outros discernem o que os primeiros entendem; e os terceiros não entendem nem por si próprios nem pelos outros; os primeiros são excelentíssimos; os segundos excelentes; e os terceiros totalmente inúteis’.

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