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OEA aprova resolução contra "violações graves" aos direitos humanos na Venezuela



28/08/2019 | 20:48


O Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) aprovou nesta quarta-feira uma resolução na qual condena "as violações graves e sistemáticas dos direitos humanos na Venezuela". A nota afirma que essas violações incluem "o uso da tortura e a prática de detenções ilegais e arbitrárias, execuções extrajudiciais, desaparições forçadas e a negação de direitos e necessidades básicas, especialmente relacionados à saúde, à alimentação e à educação".

A resolução foi aprovada por 21 votos a favor, inclusive do Brasil. Dominica, Nicarágua e São Vicente e Granadinas votaram contra, enquanto outras sete nações se abstiveram, entre elas Bolívia e México. Antígua e Barbuda, Granada e Uruguai não tinham representantes presentes na votação.

A nota diz que a OEA exige "uma investigação independente, exaustiva e digna de crédito que permita levar justiça aos autores materiais e intelectuais das violações aos direitos humanos".



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OEA aprova resolução contra "violações graves" aos direitos humanos na Venezuela


28/08/2019 | 20:48


O Conselho Permanente da Organização dos Estados Americanos (OEA) aprovou nesta quarta-feira uma resolução na qual condena "as violações graves e sistemáticas dos direitos humanos na Venezuela". A nota afirma que essas violações incluem "o uso da tortura e a prática de detenções ilegais e arbitrárias, execuções extrajudiciais, desaparições forçadas e a negação de direitos e necessidades básicas, especialmente relacionados à saúde, à alimentação e à educação".

A resolução foi aprovada por 21 votos a favor, inclusive do Brasil. Dominica, Nicarágua e São Vicente e Granadinas votaram contra, enquanto outras sete nações se abstiveram, entre elas Bolívia e México. Antígua e Barbuda, Granada e Uruguai não tinham representantes presentes na votação.

A nota diz que a OEA exige "uma investigação independente, exaustiva e digna de crédito que permita levar justiça aos autores materiais e intelectuais das violações aos direitos humanos".

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