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China diz que EUA podem sofrer consequências por "ações erradas"



24/08/2019 | 12:10


O Ministério do Comércio da China alertou os Estados Unidos neste sábado a não "subestimarem a determinação do povo chinês" e a "interromper imediatamente sua abordagem errada", caso contrário, "sofrerão todas as consequências". A resposta veio após o presidente americano, Donald Trump, anunciar aumento de tarifas sobre a importação de produtos chineses ontem à noite.

"A China exorta veementemente os Estados Unidos a não subestimar a determinação do povo chinês e a interromper imediatamente a abordagem errada, caso contrário, sofrerão todas as consequências", disse o ministério chinês em nota publicada em seu site.

O Ministério do Comércio afirmou ainda que as atitudes dos EUA prejudicam o comércio mundial e que os EUA "certamente sofrerão com isso".

"Este protecionismo comercial unilateral e intimidador e pressões extremas violam o consenso dos chefes de estado da China e dos Estados Unidos, violam o princípio do respeito mútuo, igualdade e benefício mútuo, comprometem seriamente o sistema multilateral de comércio e a ordem normal de comércio internacional, e certamente irá sofrer com isso", afirmou o Ministério.

Ontem, no final da tarde, Trump afirmou que elevará de 25% para 30% as tarifas sobre US$ 250 bilhões em produtos chineses a partir de 1º de outubro. Além disso, os US$ 300 bilhões restantes em produtos da China, que seriam tarifados em 10% a partir de 1º de setembro, sofrerão agora tarifa maior, de 15%.

O movimento de Trump foi uma resposta à China, que havia implementado horas antes tarifas extras sobre US$ 75 bilhões em produtos importados dos Estados Unidos, especialmente carne bovina e soja.



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China diz que EUA podem sofrer consequências por "ações erradas"


24/08/2019 | 12:10


O Ministério do Comércio da China alertou os Estados Unidos neste sábado a não "subestimarem a determinação do povo chinês" e a "interromper imediatamente sua abordagem errada", caso contrário, "sofrerão todas as consequências". A resposta veio após o presidente americano, Donald Trump, anunciar aumento de tarifas sobre a importação de produtos chineses ontem à noite.

"A China exorta veementemente os Estados Unidos a não subestimar a determinação do povo chinês e a interromper imediatamente a abordagem errada, caso contrário, sofrerão todas as consequências", disse o ministério chinês em nota publicada em seu site.

O Ministério do Comércio afirmou ainda que as atitudes dos EUA prejudicam o comércio mundial e que os EUA "certamente sofrerão com isso".

"Este protecionismo comercial unilateral e intimidador e pressões extremas violam o consenso dos chefes de estado da China e dos Estados Unidos, violam o princípio do respeito mútuo, igualdade e benefício mútuo, comprometem seriamente o sistema multilateral de comércio e a ordem normal de comércio internacional, e certamente irá sofrer com isso", afirmou o Ministério.

Ontem, no final da tarde, Trump afirmou que elevará de 25% para 30% as tarifas sobre US$ 250 bilhões em produtos chineses a partir de 1º de outubro. Além disso, os US$ 300 bilhões restantes em produtos da China, que seriam tarifados em 10% a partir de 1º de setembro, sofrerão agora tarifa maior, de 15%.

O movimento de Trump foi uma resposta à China, que havia implementado horas antes tarifas extras sobre US$ 75 bilhões em produtos importados dos Estados Unidos, especialmente carne bovina e soja.

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