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Impulsionada pelo setor de serviços, região gera 1.098 vagas


Yara Ferraz
Do dgabc.com.br

24/08/2019 | 07:00


O saldo – diferença entre admissões e demissões – no mercado formal de trabalho do Grande ABC teve fechamento positivo, com a contratação de 1.098 pessoas em julho. Os números foram impulsionados pelo setor de serviços, que foi o que gerou o maior número de empregos.

Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e foram divulgados ontem pelo Ministério da Economia. Enquanto o setor de serviços registrou 1.196 vagas de emprego no mês (o comércio também registrou 100 contratações), a indústria da transformação (-89) e a construção civil (-88) demitiram.

“Isso acontece porque existe mais facilidade de vagas neste setor mesmo num momento lento da economia. O governo vem tentando algumas medidas, como a liberação de saques do FGTS e mudanças de financiamento da Caixa, mas que demoram para surtir efeitos na indústria, que demanda mão de obra mais qualificada. Até a MP (Medida Provisória) da Liberdade Econômica deve refletir mais em serviços”, disse o coordenador do curso de administração do Instituto Mauá de Tecnologia, Ricardo Balistiero.

Apesar de fechar no positivo, o número ainda é inferior ao registrado em julho do ano passado, quando 1.204 vagas de emprego foram criadas.

A cidade que mais realizou contratações em carteira foi Santo André, com 816. Em seguida está Ribeirão Pires (392), São Caetano (246), Mauá (149) e Rio Grande da Serra (cinco). Somente São Bernardo (-399) e Diadema (-111) fecharam com saldo negativo. A região já acumula saldo de 5.636 postos de trabalho gerados no ano e 7.203 nos últimos 12 meses. 



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Impulsionada pelo setor de serviços, região gera 1.098 vagas

Yara Ferraz
Do dgabc.com.br

24/08/2019 | 07:00


O saldo – diferença entre admissões e demissões – no mercado formal de trabalho do Grande ABC teve fechamento positivo, com a contratação de 1.098 pessoas em julho. Os números foram impulsionados pelo setor de serviços, que foi o que gerou o maior número de empregos.

Os dados são do Caged (Cadastro Geral de Empregados e Desempregados) e foram divulgados ontem pelo Ministério da Economia. Enquanto o setor de serviços registrou 1.196 vagas de emprego no mês (o comércio também registrou 100 contratações), a indústria da transformação (-89) e a construção civil (-88) demitiram.

“Isso acontece porque existe mais facilidade de vagas neste setor mesmo num momento lento da economia. O governo vem tentando algumas medidas, como a liberação de saques do FGTS e mudanças de financiamento da Caixa, mas que demoram para surtir efeitos na indústria, que demanda mão de obra mais qualificada. Até a MP (Medida Provisória) da Liberdade Econômica deve refletir mais em serviços”, disse o coordenador do curso de administração do Instituto Mauá de Tecnologia, Ricardo Balistiero.

Apesar de fechar no positivo, o número ainda é inferior ao registrado em julho do ano passado, quando 1.204 vagas de emprego foram criadas.

A cidade que mais realizou contratações em carteira foi Santo André, com 816. Em seguida está Ribeirão Pires (392), São Caetano (246), Mauá (149) e Rio Grande da Serra (cinco). Somente São Bernardo (-399) e Diadema (-111) fecharam com saldo negativo. A região já acumula saldo de 5.636 postos de trabalho gerados no ano e 7.203 nos últimos 12 meses. 

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