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Mauá fecha contrato emergencial e garante convênio médico


Cynthia Tavares
Especial para o Diário

06/08/2011 | 07:04


Para não deixar os mais de 3.000 servidores sem convênio médico, a Prefeitura de Mauá fechou contrato emergencial de 90 dias com o plano Santamália. Depois desse prazo, a empresa vencedora do certame licitatório, que já foi aberto, assumirá os serviços.

A mudança põe fim a uma verdadeira novela entre o Executivo e a Saúde Medicol, empresa que prestou serviços por dois anos aos funcionários públicos de Mauá.

O relacionamento entre convênio e Prefeitura foi complicado, tanto que não houve consenso entre as partes para fechar contrato emergencial. A empresa foi alvo de diversas reclamações por parte dos conveniados.

O presidente do Sindserv Mauá, Jesomar Lobo, declarou que o atendimento continua normal. "Basta chegar com a antiga carteirinha (da Medicol) e documento de identidade que o atendimento é feito", afirmou. Todas as internações também foram absorvidas pelo atual convênio, "sem transtornos", segundo Lobo.

Apesar da troca, o pagamento mensal pelo convênio também não foi alterado. Atualmente, o servidor paga R$ 95 mensais, o que representa 50% do valor. A outra metade fica sob responsabilidade do Executivo.



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Mauá fecha contrato emergencial e garante convênio médico

Cynthia Tavares
Especial para o Diário

06/08/2011 | 07:04


Para não deixar os mais de 3.000 servidores sem convênio médico, a Prefeitura de Mauá fechou contrato emergencial de 90 dias com o plano Santamália. Depois desse prazo, a empresa vencedora do certame licitatório, que já foi aberto, assumirá os serviços.

A mudança põe fim a uma verdadeira novela entre o Executivo e a Saúde Medicol, empresa que prestou serviços por dois anos aos funcionários públicos de Mauá.

O relacionamento entre convênio e Prefeitura foi complicado, tanto que não houve consenso entre as partes para fechar contrato emergencial. A empresa foi alvo de diversas reclamações por parte dos conveniados.

O presidente do Sindserv Mauá, Jesomar Lobo, declarou que o atendimento continua normal. "Basta chegar com a antiga carteirinha (da Medicol) e documento de identidade que o atendimento é feito", afirmou. Todas as internações também foram absorvidas pelo atual convênio, "sem transtornos", segundo Lobo.

Apesar da troca, o pagamento mensal pelo convênio também não foi alterado. Atualmente, o servidor paga R$ 95 mensais, o que representa 50% do valor. A outra metade fica sob responsabilidade do Executivo.

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