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Facilite a rotina de sono do seu filho


Do Diário do Grande ABC

21/08/2019 | 11:30


 A quantidade de sono adequada é sempre alvo de questionamentos. Quanto tempo meu filho precisa dormir? Pesquisa publicada no Journal of the National Sleep Foundation aponta que recém-nascidos precisam dormir de 14 a 17 horas por dia; já entre os bebês de 4 a 11 meses, a indicação é de 12 a 15 horas. Conforme a idade aumenta, a necessidade de sono diminui; crianças de 1 a 5 anos precisam de dez a 14 horas de sono; dos 6 aos 13 anos, a recomendação cai para nove a 11 horas. Dormir bem, tanto em quantidade como em qualidade, evita o registro de problemas futuros no desenvolvimento da criança. Se não há sono reparador, pode haver consequências diurnas como queda no desempenho escolar, desatenção, irritabilidade e até mesmo agressividade.

Muitas vezes os pais têm dificuldades para impor essa necessidade e fazer com que os filhos sigam as orientações, resultando em noites mal dormidas e com tempo menor do que o recomendado. Estabelecer rotina antes da hora de dormir ajuda a criança a entender que aquele é o momento de desacelerar. Estabeleça sequência de atividades, como tomar banho, escovar os dentes, colocar o pijama e ler uma história. Vida normal durante o dia e cuidados especiais no período da noite. Essa é a indicação para ajudar a estabelecer rotina à criança. Ensiná-la o que é dia e o que é noite é tarefa que deve começar desde cedo, de preferência já na segunda semana de vida. 

Não precisa mudar a rotina da casa durante o dia, a família deve mantê-la iluminada e não evitar barulhos da vida doméstica, como o telefone, as conversas, o liquidificador ou o aspirador de pó. Porém, quando estiver próximo ao horário de dormir, evite brincadeiras agitadas, aparelhos eletrônicos, barulhos e diminua as luzes. Quanto mais calmo o ambiente estiver, melhor para a criança, que entenderá que aquele é o momento de descansar. Aos fins de semana é comum as crianças acordarem e dormirem mais tarde, irem para a casa de coleguinhas ou dos avós, enfim, alterações que mexem com o relógio biológico. Por isso, durante o fim de semana, cabe aos pais determinar horários um pouco mais flexíveis, sabendo que o ideal é não fugir muito daqueles habitualmente praticados. Quanto mais exceções a família der aos horários, mais difícil é para a criança entendê-los e incorporá-los. Para retomar a rotina semanal é muito importante conversar com as crianças e estabelecer regras, mas isso deve fazer parte de acordo entre pais e filhos e não imposição sem sentido. As crianças devem entender que faz parte da vida ter tarefas e responsabilidades. Diálogo sobre a rotina deve ser incorporado junto com diálogo sobre respeito, empatia e preconceito.

Sandra Doria Xavier é médica otorrinolaringologista especializada em medicina do sono, integrante da Aborl-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial).

Argentina

Ao contrário do que escreveu o leitor Breno Reginaldo Silva nesta Palavra do Leitor (Esquerda, ontem), a população da Argentina está disposta a apear do poder o atual mandatário, que, através do ‘pudê’, levou a nação à beira do desastre econômico-financeiro, ensejando a volta dos peronistas Cristina Kirchner e Alberto Fernández. 

José Fernando de Assis Moura

São Bernardo

Radares

Radares fixos ou móveis objetivam preservar condutor e pedestres. Desde que seja visível a limitação de velocidade, é imprudente retirar o radar. Não procede falar em ‘indústria de multas’, pois só é penalizado quem ultrapassa o limite permitido. É simples. Basta respeitar a sinalização.

Humberto Schuwartz Soares

Vila Velha (ES)

Som alto

Venho fazer denúncia de som alto que acontece já há meses. Toda sexta-feira, a partir das 23h, começa um samba no EC Nacional, a 300 metros de minha casa, na Vila Vivaldi, em São Bernardo, que dura até as 3h30, sem nenhum tipo de isolamento acústico. Aos sábados, a mesma coisa: o som rola até altas horas da madrugada, porém, com carro de som. Aos domingos, dia de jogo, o som começa às 13h e vai até umas 21h, 22h. Domingo passado existiu ‘competição’ com dois carros com som altíssimo. Moro no 14º andar e mesmo com janelas e portas fechadas o som é absurdo. O detalhe é que estamos no inverno! Em dias de calor não há como ficar em casa com o som. A GCM (Guarda Civil Munícipal) e a PM (Polícia Militar) foram acionadas por inúmeras vezes, sem sucesso.

Fabricio C. F. Toledo

São Bernardo

Caixas eletrônicos

Ao apresentar o projeto de lei obrigando todos os caixas eletrônicos de Santo André a manter monitoramento por agentes de segurança privada (Economia, dia 16), o vereador Willians Bezerra parece não conhecer a realidade dos fatos. Se o crime organizado tem poderio bélico para invadir cidades e destruir parcial ou totalmente agências bancárias, essa lei, se sancionada pelo prefeito Paulo Serra, pode se constituir em uma piada. Até porque, a bandidagem está tão organizada e pronta para assaltar esses caixas eletrônicos, mesmo com proteção de vigilantes, que, aliás, não têm o mesmo preparo dos policiais militares no combate a roubos a bancos. Só faltava o vereador petista incluir em seu projeto a obrigatoriedade de os bancos manterem agentes nas imediações dos estabelecimentos de crédito, para coibir a incidência de assaltos, também conhecidos como ‘saidinhas de bancos’, onde muitas pessoas, principalmente aposentadas, acabam sendo roubadas tão logo saem das agências.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Sem providências!

Depois de dois anos reclamando e a Prefeitura não toma nenhuma providência quanto à situação da Rua Pindorama, no Parque João Ramalho, em Santo André, cujo trecho em frente ao número 190 está sem calçada, sem muro de arrimo e com metade da rua interditada. Em abril o Paço veio a esta coluna para tentar justificar tamanha incompetência, que se arrasta há anos e não se resolve (Resposta, dia 20). A administração não agiliza em nada para desemperrar o que está impedindo a restauração da via citada. Este Diário mostrou com imagens e notícia a condição do local em questão e a Prefeitura simplesmente quer tirar o corpo fora, dizendo que não é de sua alçada o reparo (Setecidades, dia 1º de maio). Ou seja, não realiza nenhuma ação e tudo está da mesma maneira quando da primeira reclamação, em 2017. Por que se manifestou, então, e prometeu a reparação em dezembro do ano passado? Gestão que tenta mascarar a incapacidade e ludibriar o munícipe. Trinta meses de governo e nada de concreto realizado. Nem parece que o PT saiu da administração.

William Borges

Santo André

As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.



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Facilite a rotina de sono do seu filho

Do Diário do Grande ABC

21/08/2019 | 11:30


 A quantidade de sono adequada é sempre alvo de questionamentos. Quanto tempo meu filho precisa dormir? Pesquisa publicada no Journal of the National Sleep Foundation aponta que recém-nascidos precisam dormir de 14 a 17 horas por dia; já entre os bebês de 4 a 11 meses, a indicação é de 12 a 15 horas. Conforme a idade aumenta, a necessidade de sono diminui; crianças de 1 a 5 anos precisam de dez a 14 horas de sono; dos 6 aos 13 anos, a recomendação cai para nove a 11 horas. Dormir bem, tanto em quantidade como em qualidade, evita o registro de problemas futuros no desenvolvimento da criança. Se não há sono reparador, pode haver consequências diurnas como queda no desempenho escolar, desatenção, irritabilidade e até mesmo agressividade.

Muitas vezes os pais têm dificuldades para impor essa necessidade e fazer com que os filhos sigam as orientações, resultando em noites mal dormidas e com tempo menor do que o recomendado. Estabelecer rotina antes da hora de dormir ajuda a criança a entender que aquele é o momento de desacelerar. Estabeleça sequência de atividades, como tomar banho, escovar os dentes, colocar o pijama e ler uma história. Vida normal durante o dia e cuidados especiais no período da noite. Essa é a indicação para ajudar a estabelecer rotina à criança. Ensiná-la o que é dia e o que é noite é tarefa que deve começar desde cedo, de preferência já na segunda semana de vida. 

Não precisa mudar a rotina da casa durante o dia, a família deve mantê-la iluminada e não evitar barulhos da vida doméstica, como o telefone, as conversas, o liquidificador ou o aspirador de pó. Porém, quando estiver próximo ao horário de dormir, evite brincadeiras agitadas, aparelhos eletrônicos, barulhos e diminua as luzes. Quanto mais calmo o ambiente estiver, melhor para a criança, que entenderá que aquele é o momento de descansar. Aos fins de semana é comum as crianças acordarem e dormirem mais tarde, irem para a casa de coleguinhas ou dos avós, enfim, alterações que mexem com o relógio biológico. Por isso, durante o fim de semana, cabe aos pais determinar horários um pouco mais flexíveis, sabendo que o ideal é não fugir muito daqueles habitualmente praticados. Quanto mais exceções a família der aos horários, mais difícil é para a criança entendê-los e incorporá-los. Para retomar a rotina semanal é muito importante conversar com as crianças e estabelecer regras, mas isso deve fazer parte de acordo entre pais e filhos e não imposição sem sentido. As crianças devem entender que faz parte da vida ter tarefas e responsabilidades. Diálogo sobre a rotina deve ser incorporado junto com diálogo sobre respeito, empatia e preconceito.

Sandra Doria Xavier é médica otorrinolaringologista especializada em medicina do sono, integrante da Aborl-CCF (Associação Brasileira de Otorrinolaringologia e Cirurgia Cérvico-Facial).

Argentina

Ao contrário do que escreveu o leitor Breno Reginaldo Silva nesta Palavra do Leitor (Esquerda, ontem), a população da Argentina está disposta a apear do poder o atual mandatário, que, através do ‘pudê’, levou a nação à beira do desastre econômico-financeiro, ensejando a volta dos peronistas Cristina Kirchner e Alberto Fernández. 

José Fernando de Assis Moura

São Bernardo

Radares

Radares fixos ou móveis objetivam preservar condutor e pedestres. Desde que seja visível a limitação de velocidade, é imprudente retirar o radar. Não procede falar em ‘indústria de multas’, pois só é penalizado quem ultrapassa o limite permitido. É simples. Basta respeitar a sinalização.

Humberto Schuwartz Soares

Vila Velha (ES)

Som alto

Venho fazer denúncia de som alto que acontece já há meses. Toda sexta-feira, a partir das 23h, começa um samba no EC Nacional, a 300 metros de minha casa, na Vila Vivaldi, em São Bernardo, que dura até as 3h30, sem nenhum tipo de isolamento acústico. Aos sábados, a mesma coisa: o som rola até altas horas da madrugada, porém, com carro de som. Aos domingos, dia de jogo, o som começa às 13h e vai até umas 21h, 22h. Domingo passado existiu ‘competição’ com dois carros com som altíssimo. Moro no 14º andar e mesmo com janelas e portas fechadas o som é absurdo. O detalhe é que estamos no inverno! Em dias de calor não há como ficar em casa com o som. A GCM (Guarda Civil Munícipal) e a PM (Polícia Militar) foram acionadas por inúmeras vezes, sem sucesso.

Fabricio C. F. Toledo

São Bernardo

Caixas eletrônicos

Ao apresentar o projeto de lei obrigando todos os caixas eletrônicos de Santo André a manter monitoramento por agentes de segurança privada (Economia, dia 16), o vereador Willians Bezerra parece não conhecer a realidade dos fatos. Se o crime organizado tem poderio bélico para invadir cidades e destruir parcial ou totalmente agências bancárias, essa lei, se sancionada pelo prefeito Paulo Serra, pode se constituir em uma piada. Até porque, a bandidagem está tão organizada e pronta para assaltar esses caixas eletrônicos, mesmo com proteção de vigilantes, que, aliás, não têm o mesmo preparo dos policiais militares no combate a roubos a bancos. Só faltava o vereador petista incluir em seu projeto a obrigatoriedade de os bancos manterem agentes nas imediações dos estabelecimentos de crédito, para coibir a incidência de assaltos, também conhecidos como ‘saidinhas de bancos’, onde muitas pessoas, principalmente aposentadas, acabam sendo roubadas tão logo saem das agências.

Arlindo Ligeirinho Ribeiro

Diadema

Sem providências!

Depois de dois anos reclamando e a Prefeitura não toma nenhuma providência quanto à situação da Rua Pindorama, no Parque João Ramalho, em Santo André, cujo trecho em frente ao número 190 está sem calçada, sem muro de arrimo e com metade da rua interditada. Em abril o Paço veio a esta coluna para tentar justificar tamanha incompetência, que se arrasta há anos e não se resolve (Resposta, dia 20). A administração não agiliza em nada para desemperrar o que está impedindo a restauração da via citada. Este Diário mostrou com imagens e notícia a condição do local em questão e a Prefeitura simplesmente quer tirar o corpo fora, dizendo que não é de sua alçada o reparo (Setecidades, dia 1º de maio). Ou seja, não realiza nenhuma ação e tudo está da mesma maneira quando da primeira reclamação, em 2017. Por que se manifestou, então, e prometeu a reparação em dezembro do ano passado? Gestão que tenta mascarar a incapacidade e ludibriar o munícipe. Trinta meses de governo e nada de concreto realizado. Nem parece que o PT saiu da administração.

William Borges

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As cartas para esta seção devem ser encaminhadas pelos Correios (Rua Catequese, 562, bairro Jardim, Santo André, CEP 09090-900) ou por e-mail (palavradoleitor@dgabc.com.br). Necessário que sejam indicados nome e endereço completos e telefone para contato. Não serão publicadas ofensas pessoais. Os assuntos devem versar sobre temas abordados pelo jornal. O Diário se reserva o direito de publicar somente trechos dos textos.

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