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Reforma vai estancar crescimento do déficit previdenciário, diz Rogério Marinho



20/08/2019 | 10:49


Presente na primeira audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado para debater a reforma da Previdência, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, voltou a lembrar que a mudança nas regras de aposentadoria não irá resolver o déficit previdenciário, mas irá estancar o seu crescimento e provocar em alguns anos um declínio para permitir a "descompressão orçamentária". Segundo ele, isso deve começar entre os anos de 2021 e 2022.

"Aprovada a (reforma da) Previdência, nós vamos estabilizar o crescimento desse déficit, e começar a decrescer o déficit ao longo do tempo. Então isso não significa que a reforma que está sendo feita vai resolver o déficit previdenciário, ele vai estancar o seu crescimento, e a partir de 2022, 2021 começar uma curva declinante para permitir essa descompressão orçamentária", disse Marinho.

O secretário, que esteve na linha de frente das discussões da reforma na Câmara, defendeu as novas regras, uma vez que, em sua visão, o atual regime é "injusto" e "insustentável".

"O equilíbrio para quem contribuiu e para quem recebe é uma conta que não fechou e é insolúvel", disse Marinho, lembrando que a reforma que veio da Câmara trará uma economia de R$ 933,5 bilhões em dez anos.



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Reforma vai estancar crescimento do déficit previdenciário, diz Rogério Marinho


20/08/2019 | 10:49


Presente na primeira audiência pública da Comissão de Constituição e Justiça (CCJ) do Senado para debater a reforma da Previdência, o secretário especial de Previdência e Trabalho, Rogério Marinho, voltou a lembrar que a mudança nas regras de aposentadoria não irá resolver o déficit previdenciário, mas irá estancar o seu crescimento e provocar em alguns anos um declínio para permitir a "descompressão orçamentária". Segundo ele, isso deve começar entre os anos de 2021 e 2022.

"Aprovada a (reforma da) Previdência, nós vamos estabilizar o crescimento desse déficit, e começar a decrescer o déficit ao longo do tempo. Então isso não significa que a reforma que está sendo feita vai resolver o déficit previdenciário, ele vai estancar o seu crescimento, e a partir de 2022, 2021 começar uma curva declinante para permitir essa descompressão orçamentária", disse Marinho.

O secretário, que esteve na linha de frente das discussões da reforma na Câmara, defendeu as novas regras, uma vez que, em sua visão, o atual regime é "injusto" e "insustentável".

"O equilíbrio para quem contribuiu e para quem recebe é uma conta que não fechou e é insolúvel", disse Marinho, lembrando que a reforma que veio da Câmara trará uma economia de R$ 933,5 bilhões em dez anos.

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