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Inflação em supermercados acumula alta de 2,71% de janeiro a julho, aponta Apas



20/08/2019 | 09:43


Os preços em supermercados acumulam alta de 2,71% este ano até julho, segundo o Índice de Preços dos Supermercados, calculado pela Associação Paulista dos Supermercados (Apas) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O resultado está perto do piso inflacionário estimado pela Apas para o ano de 2019, de 3%. O teto é de 4%.

No ano, o item que acumula maior alta é a cebola, com 61,00%, seguida da cenoura, com 54,56%. Em terceiro, a mandioquinha, com 53,49%.

No mês de julho, a alta de 0,22% foi impulsionada por itens como a carne suína, cuja demanda no mercado internacional ampliou em função da peste suína africana na China. O preço subiu 3,6% no mercado interno e o pernil com osso ficou 7,8% mais caro.

O movimento, contudo, foi compensado pela queda nos preços de alimentos como feijão, verduras e legumes. O feijão caiu pelo quarto mês seguido, recuando 8,7%. Nos últimos quatro meses, o quilo do feijão preto saiu de mais de R$ 10 para uma faixa de R$ 4,98 a R$ 6, enquanto o carioca oscila entre R$ 4 e R$ 3, um recuo de 48%.



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Inflação em supermercados acumula alta de 2,71% de janeiro a julho, aponta Apas


20/08/2019 | 09:43


Os preços em supermercados acumulam alta de 2,71% este ano até julho, segundo o Índice de Preços dos Supermercados, calculado pela Associação Paulista dos Supermercados (Apas) e pela Fundação Instituto de Pesquisas Econômicas (Fipe). O resultado está perto do piso inflacionário estimado pela Apas para o ano de 2019, de 3%. O teto é de 4%.

No ano, o item que acumula maior alta é a cebola, com 61,00%, seguida da cenoura, com 54,56%. Em terceiro, a mandioquinha, com 53,49%.

No mês de julho, a alta de 0,22% foi impulsionada por itens como a carne suína, cuja demanda no mercado internacional ampliou em função da peste suína africana na China. O preço subiu 3,6% no mercado interno e o pernil com osso ficou 7,8% mais caro.

O movimento, contudo, foi compensado pela queda nos preços de alimentos como feijão, verduras e legumes. O feijão caiu pelo quarto mês seguido, recuando 8,7%. Nos últimos quatro meses, o quilo do feijão preto saiu de mais de R$ 10 para uma faixa de R$ 4,98 a R$ 6, enquanto o carioca oscila entre R$ 4 e R$ 3, um recuo de 48%.

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