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Empresas defendem adoção de mercado de negociação de carbono no Brasil



19/08/2019 | 20:12


O Ministério da Economia considera o mercado de negociação de carbono favorável ao Brasil, segundo a coordenadora geral de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do ministério, Ana Luiz Camploni. Ela participou nesta segunda-feira de evento promovido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), em Salvador (BA), um encontro que ocorre em paralelo à Semana do Clima América Latina e Caribe, da ONU.

"O impacto positivo da precificação do carbono é um marco. As pessoas não estão interessadas em novos impostos. Hoje, o governo vê o mercado de carbono como uma alternativa mais viável para se precificar o carbono", disse a representante do ministério da Economia no evento.

Já a presidente do CEBDS, Marina Grossi, avalia que o Brasil possui uma vantagem competitiva na oferta de redução de emissões de gases do efeito estufa. "Essa é uma oportunidade para atrair investimentos privados nacionais e internacionais e incentivar o desenvolvimento tecnológico no país", afirmou. O CEBDS, que reúne grandes empresas, defende a criação de um mercado de carbono no Brasil.

Para Fabio Cirilo, consultor de eficiência energética da Votorantim Cimentos, a precificação do carbono já é uma realidade: "O preço do carbono está subindo e isso tem um impacto no negócio. Precisamos entender esse desafio. Estamos fazendo nossa parte para reduzir a emissão de carbono e a precificação é uma das respostas. Entendemos que o desafio de reduzir também não é só sobre meio ambiente. Mas sobre economia também", disse ele durante evento.



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Empresas defendem adoção de mercado de negociação de carbono no Brasil


19/08/2019 | 20:12


O Ministério da Economia considera o mercado de negociação de carbono favorável ao Brasil, segundo a coordenadora geral de Meio Ambiente e Mudanças Climáticas do ministério, Ana Luiz Camploni. Ela participou nesta segunda-feira de evento promovido pelo Conselho Empresarial Brasileiro para o Desenvolvimento Sustentável (CEBDS), em Salvador (BA), um encontro que ocorre em paralelo à Semana do Clima América Latina e Caribe, da ONU.

"O impacto positivo da precificação do carbono é um marco. As pessoas não estão interessadas em novos impostos. Hoje, o governo vê o mercado de carbono como uma alternativa mais viável para se precificar o carbono", disse a representante do ministério da Economia no evento.

Já a presidente do CEBDS, Marina Grossi, avalia que o Brasil possui uma vantagem competitiva na oferta de redução de emissões de gases do efeito estufa. "Essa é uma oportunidade para atrair investimentos privados nacionais e internacionais e incentivar o desenvolvimento tecnológico no país", afirmou. O CEBDS, que reúne grandes empresas, defende a criação de um mercado de carbono no Brasil.

Para Fabio Cirilo, consultor de eficiência energética da Votorantim Cimentos, a precificação do carbono já é uma realidade: "O preço do carbono está subindo e isso tem um impacto no negócio. Precisamos entender esse desafio. Estamos fazendo nossa parte para reduzir a emissão de carbono e a precificação é uma das respostas. Entendemos que o desafio de reduzir também não é só sobre meio ambiente. Mas sobre economia também", disse ele durante evento.

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