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Dólar fraco ante real e exterior positivo para ativos de risco influenciam taxas

EBC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra


19/08/2019 | 09:58


Os juros futuros operam com viés de baixa neste início de sessão. Ao longo de toda a curva, é observado o ajuste em queda, influenciado pelo dólar levemente fraco ante o real e um exterior positivo para ativos de risco. A fraca agenda desta segunda-feira e a expectativa com divulgações ao longo da semana - o resultado do IPCA-15 (dia 22) e as atas dos bancos centrais dos EUA e da zona do euro - submetem os juros futuros à influência externa positiva. Na sexta-feira, as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) haviam encerrado a sessão regular em queda.

De forma geral, os ativos de risco no mercado global têm nesta manhã um bom desempenho diante do anúncio de ação do governo chinês para acelerar o crescimento econômico do gigante asiático e também à sinalização da Alemanha de que poderá adotar medidas de estímulo. Além disso, no fim de semana, o presidente americano Donald Trump afirmou que as discussões com a China sobre comércio têm sido "muito substanciais", ainda não que não esteja preparado para assinar um acordo definitivo. Essa cena estimula a alta das bolsas na Europa, dos índices acionários futuros em Nova York e das taxas das T-Notes. Pouco antes das 9h, os futuros em NY ampliaram ainda mais os ganhos em reação à confirmação pelo secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, de que a Casa Branca estenderá por 90 dias a licença da gigante de telecomunicações chinesa Huawei para atender empresas americanas.

Na cena doméstica, o investidor continua monitorando o noticiário político, ainda que os desdobramentos das crises do Poder Executivo com a Polícia Federal e também com a Receita Federal não motive ajustes nos preços, segundo agentes do mercado. Hoje cedo, a FGV divulgou que o IPC-S desacelerou em seis das sete capitais analisadas na segunda quadrissemana de agosto em relação à primeira leitura do mês. No período, o indicador passou de 0,32% para 0,26%.

A FGV também divulgou que o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) recuou 0,68% na segunda prévia de agosto, após ter subido 0,53% na segunda prévia de julho. Com o resultado, o índice acumulou elevação de 4,08% no ano de 2019 e avanço de 4,94% em 12 meses.

Mais cedo, o Banco Central (BC) brasileiro divulgou o Relatório de Mercado Focus que trouxe mais uma queda para o IPCA de 2019, que passou de 3,76% para 3,71%. Para 2020, a mediana das projeções para o índice de inflação ficou inalterada (3,90%). Quanto ao crescimento do PIB, a Focus revelou uma alta das projeções em 2019 (de 0,81% para 0,83%) e também para 2020 (de 2,10% para 2,20%). O aumento deve-se aos novos cálculos sobre o crescimento doméstico motivados pela confirmação da liberação do FGTS.

Os economistas do mercado financeiro projetam corte de 0,50 ponto porcentual da Selic (a taxa básica de juros) em setembro. Com isso, a taxa atingiria novo piso histórico, de 5,50% ao ano.



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Dólar fraco ante real e exterior positivo para ativos de risco influenciam taxas


19/08/2019 | 09:58


Os juros futuros operam com viés de baixa neste início de sessão. Ao longo de toda a curva, é observado o ajuste em queda, influenciado pelo dólar levemente fraco ante o real e um exterior positivo para ativos de risco. A fraca agenda desta segunda-feira e a expectativa com divulgações ao longo da semana - o resultado do IPCA-15 (dia 22) e as atas dos bancos centrais dos EUA e da zona do euro - submetem os juros futuros à influência externa positiva. Na sexta-feira, as taxas dos contratos de Depósito Interfinanceiro (DI) haviam encerrado a sessão regular em queda.

De forma geral, os ativos de risco no mercado global têm nesta manhã um bom desempenho diante do anúncio de ação do governo chinês para acelerar o crescimento econômico do gigante asiático e também à sinalização da Alemanha de que poderá adotar medidas de estímulo. Além disso, no fim de semana, o presidente americano Donald Trump afirmou que as discussões com a China sobre comércio têm sido "muito substanciais", ainda não que não esteja preparado para assinar um acordo definitivo. Essa cena estimula a alta das bolsas na Europa, dos índices acionários futuros em Nova York e das taxas das T-Notes. Pouco antes das 9h, os futuros em NY ampliaram ainda mais os ganhos em reação à confirmação pelo secretário de Comércio dos EUA, Wilbur Ross, de que a Casa Branca estenderá por 90 dias a licença da gigante de telecomunicações chinesa Huawei para atender empresas americanas.

Na cena doméstica, o investidor continua monitorando o noticiário político, ainda que os desdobramentos das crises do Poder Executivo com a Polícia Federal e também com a Receita Federal não motive ajustes nos preços, segundo agentes do mercado. Hoje cedo, a FGV divulgou que o IPC-S desacelerou em seis das sete capitais analisadas na segunda quadrissemana de agosto em relação à primeira leitura do mês. No período, o indicador passou de 0,32% para 0,26%.

A FGV também divulgou que o Índice Geral de Preços - Mercado (IGP-M) recuou 0,68% na segunda prévia de agosto, após ter subido 0,53% na segunda prévia de julho. Com o resultado, o índice acumulou elevação de 4,08% no ano de 2019 e avanço de 4,94% em 12 meses.

Mais cedo, o Banco Central (BC) brasileiro divulgou o Relatório de Mercado Focus que trouxe mais uma queda para o IPCA de 2019, que passou de 3,76% para 3,71%. Para 2020, a mediana das projeções para o índice de inflação ficou inalterada (3,90%). Quanto ao crescimento do PIB, a Focus revelou uma alta das projeções em 2019 (de 0,81% para 0,83%) e também para 2020 (de 2,10% para 2,20%). O aumento deve-se aos novos cálculos sobre o crescimento doméstico motivados pela confirmação da liberação do FGTS.

Os economistas do mercado financeiro projetam corte de 0,50 ponto porcentual da Selic (a taxa básica de juros) em setembro. Com isso, a taxa atingiria novo piso histórico, de 5,50% ao ano.

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