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Ataques aéreos apoiados pela Rússia matam sete membros da mesma família na Síria



17/08/2019 | 22:09


Ataques aéreos do governo sírio e da Rússia atingiram neste sábado um reduto de rebeldes oposicionistas na aldeia de Deir al-Sharqi, no sul da cidade de Idlib, noroeste da Síria, matando ao menos sete membros de uma família. Os ataques foram acompanhados de confrontos em terra, segundo relatos de ativistas.

Idlib e áreas vizinhas abrigam 3 milhões de civis e são dominadas por insurgentes islâmicos. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede na Grã-Bretanha, informou que as vítimas do ataque foram uma mulher e seus seis filhos, todos menores de idade. O pai das crianças sobreviveu porque não estava em casa no momento do ataque.

A equipe da Defesa Civil da Síria, grupo de resgate voluntário conhecido como "Capacetes Brancos", registrou neste sábado 31 ataques. A Organização das Nações Unidas (ONU) vem pedindo que se respeite a vida de civis, bem como de médicos e trabalhadores humanitários, dizendo que o número de mortos está "aumentando a cada dia".

Nos últimos três meses e meio, a ONU documentou 500 mortes de civis. Também informou que 42 ataques a instalações de saúde foram relatados, que resultaram na morte de ao menos um paramédico e um motorista de ambulância. Fonte: Associated Press.



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Ataques aéreos apoiados pela Rússia matam sete membros da mesma família na Síria


17/08/2019 | 22:09


Ataques aéreos do governo sírio e da Rússia atingiram neste sábado um reduto de rebeldes oposicionistas na aldeia de Deir al-Sharqi, no sul da cidade de Idlib, noroeste da Síria, matando ao menos sete membros de uma família. Os ataques foram acompanhados de confrontos em terra, segundo relatos de ativistas.

Idlib e áreas vizinhas abrigam 3 milhões de civis e são dominadas por insurgentes islâmicos. O Observatório Sírio para os Direitos Humanos, com sede na Grã-Bretanha, informou que as vítimas do ataque foram uma mulher e seus seis filhos, todos menores de idade. O pai das crianças sobreviveu porque não estava em casa no momento do ataque.

A equipe da Defesa Civil da Síria, grupo de resgate voluntário conhecido como "Capacetes Brancos", registrou neste sábado 31 ataques. A Organização das Nações Unidas (ONU) vem pedindo que se respeite a vida de civis, bem como de médicos e trabalhadores humanitários, dizendo que o número de mortos está "aumentando a cada dia".

Nos últimos três meses e meio, a ONU documentou 500 mortes de civis. Também informou que 42 ataques a instalações de saúde foram relatados, que resultaram na morte de ao menos um paramédico e um motorista de ambulância. Fonte: Associated Press.

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