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Família espalha cartazes por São Bernardo em busca de coruja

Denis Maciel/DGABC Diário do Grande ABC - Notícias e informações do Grande ABC: Santo André, São Bernardo, São Caetano, Diadema, Mauá, Ribeirão Pires e Rio Grande da Serra

Animal de estimação fugiu na madrugada do dia 4, no Centro da cidade


Do Dgabc.com.br

17/08/2019 | 07:06


Desde que a coruja Morgana (da espécie Tyto furcata  – conhecida pelos nomes de coruja-da-igreja, coruja-católica, rasga-mortalha e suindara) fugiu de casa, na madrugada do último dia 4, a família do biólogo e veterinário Antônio Fernando Alves da Silva, 43 anos, procura alternativas diversas para encontrar o animal de estimação. Além de publicações nas redes sociais, foram espalhados 60 cartazes pelo Centro de São Bernardo na tentativa de obter notícias da ave silvestre.

“Ela estava em treinamento, escapou e acabou fugindo. Foi para o telhado do vizinho, mas acabou perdendo o rumo e sumindo”, lembra Silva, que adquiriu a coruja ainda filhote – Morgana está com 8 meses de vida. Além da experiência no manejo e tratamento de animais silvestres devido à profissão, ele conta que a escolha pouco comum de animal de estimação corresponde à concretização de desejo antigo. “Sempre tive um encanto por corujas desde criança.”

A ideia do cartaz surgiu para atingir população que não tem acesso ou que quase não utiliza as redes sociais. “Usei todos os meios que estavam ao meu alcance. Vejo por aí muitos cartazes com o mesmo apelo, porém, de cães, gatos. Foi uma forma rápida que encontrei de difundir a informação.” Neste período, a família chegou a receber alguns contatos com dicas, mas nada que levasse ao paradeiro de Morgana.

Uma das principais preocupações de Silva é a dificuldade de a coruja sobreviver no ambiente urbano tendo em vista sua característica caseira. “Ela é um animal que veio desde filhote para mim. É totalmente dependente e pode ter dificuldades”, observa ao referir-se ao fato de Morgana não ter aprendido com os pais a caçar nem a compreender o que é um predador. No dia a dia, a ave silvestre fica em viveiro e também dentro de casa e tem alimentação específica.

Para o veterinário, ou a coruja não resistiu e morreu ou foi capturada por algum morador. Neste caso, ele faz um apelo para que ela seja devolvida. “Essa ave tem documento e está em meu nome. Manter um animal sem ter autorização do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) é crime”, ressalta.



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Família espalha cartazes por São Bernardo em busca de coruja

Animal de estimação fugiu na madrugada do dia 4, no Centro da cidade

Do Dgabc.com.br

17/08/2019 | 07:06


Desde que a coruja Morgana (da espécie Tyto furcata  – conhecida pelos nomes de coruja-da-igreja, coruja-católica, rasga-mortalha e suindara) fugiu de casa, na madrugada do último dia 4, a família do biólogo e veterinário Antônio Fernando Alves da Silva, 43 anos, procura alternativas diversas para encontrar o animal de estimação. Além de publicações nas redes sociais, foram espalhados 60 cartazes pelo Centro de São Bernardo na tentativa de obter notícias da ave silvestre.

“Ela estava em treinamento, escapou e acabou fugindo. Foi para o telhado do vizinho, mas acabou perdendo o rumo e sumindo”, lembra Silva, que adquiriu a coruja ainda filhote – Morgana está com 8 meses de vida. Além da experiência no manejo e tratamento de animais silvestres devido à profissão, ele conta que a escolha pouco comum de animal de estimação corresponde à concretização de desejo antigo. “Sempre tive um encanto por corujas desde criança.”

A ideia do cartaz surgiu para atingir população que não tem acesso ou que quase não utiliza as redes sociais. “Usei todos os meios que estavam ao meu alcance. Vejo por aí muitos cartazes com o mesmo apelo, porém, de cães, gatos. Foi uma forma rápida que encontrei de difundir a informação.” Neste período, a família chegou a receber alguns contatos com dicas, mas nada que levasse ao paradeiro de Morgana.

Uma das principais preocupações de Silva é a dificuldade de a coruja sobreviver no ambiente urbano tendo em vista sua característica caseira. “Ela é um animal que veio desde filhote para mim. É totalmente dependente e pode ter dificuldades”, observa ao referir-se ao fato de Morgana não ter aprendido com os pais a caçar nem a compreender o que é um predador. No dia a dia, a ave silvestre fica em viveiro e também dentro de casa e tem alimentação específica.

Para o veterinário, ou a coruja não resistiu e morreu ou foi capturada por algum morador. Neste caso, ele faz um apelo para que ela seja devolvida. “Essa ave tem documento e está em meu nome. Manter um animal sem ter autorização do Ibama (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente) é crime”, ressalta.

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