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Fitch rebaixa rating da Argentina de B para 'CCC'



16/08/2019 | 16:24


A agência de classificação de risco de crédito Fitch rebaixou o rating da Argentina de ''B'' para ''CCC'', segundo comunicado publicado pela instituição nesta sexta-feira.

De acordo com a nota, o rebaixamento reflete "elevada incerteza de políticas" após os resultados das eleições primárias de domingo, nos quais o presidente Mauricio Macri ficou 15 pontos percentuais atrás da chapa representada pelo peronista Alberto Fernández e pela ex-presidente Cristina Kirchner.

No comunicado, a Fitch revisa de 1,7% para 2,5% sua projeção de contração da economia argentina em 2019. Além disso, a agência prevê estagnação em 2020, mas vê alto nível de incerteza dada a "falta de clareza sobre políticas econômicas cruciais após as eleições".

A Fitch avalia que há "um aperto profundo das condições de financiamento e uma expectativa de deterioração do ambiente macroeconômico que aumenta a probabilidade de um calote soberano ou algum tipo de reestruturação".

Na análise da instituição, o cenário de vitória da chapa Fernández-Kirchner representa maior risco de descontinuidade das política econômicas de Macri guiadas por um programa com o Fundo Monetário Internacional (FMI).



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Fitch rebaixa rating da Argentina de B para 'CCC'


16/08/2019 | 16:24


A agência de classificação de risco de crédito Fitch rebaixou o rating da Argentina de ''B'' para ''CCC'', segundo comunicado publicado pela instituição nesta sexta-feira.

De acordo com a nota, o rebaixamento reflete "elevada incerteza de políticas" após os resultados das eleições primárias de domingo, nos quais o presidente Mauricio Macri ficou 15 pontos percentuais atrás da chapa representada pelo peronista Alberto Fernández e pela ex-presidente Cristina Kirchner.

No comunicado, a Fitch revisa de 1,7% para 2,5% sua projeção de contração da economia argentina em 2019. Além disso, a agência prevê estagnação em 2020, mas vê alto nível de incerteza dada a "falta de clareza sobre políticas econômicas cruciais após as eleições".

A Fitch avalia que há "um aperto profundo das condições de financiamento e uma expectativa de deterioração do ambiente macroeconômico que aumenta a probabilidade de um calote soberano ou algum tipo de reestruturação".

Na análise da instituição, o cenário de vitória da chapa Fernández-Kirchner representa maior risco de descontinuidade das política econômicas de Macri guiadas por um programa com o Fundo Monetário Internacional (FMI).

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