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Como identificar e se proteger de golpes no Whatsapp?

Da Redação, com assessoria

15/08/2019 | 15:18


Ataques cibernéticos via WhatsApp são cada vez mais frequentes e atingem um número maior de pessoas. Chamada de phishing, esse tipo de ameaça é definida como uma maneira desonesta que cibercriminosos utilizam para obter informações pessoais. A pesquisa Unisys Security Index 2019 aponta que 85% dos brasileiros já foram vítimas dessas armadilhas e, desse total, 36% reportaram ter recebido mensagens no smartphone por SMS ou WhatsApp.

Para ajudar a população a identificar ameaças e evitar cair em golpes como esse, Mat Newfield, Chief Information Security Officer (CISO) da Unisys, listou abaixo os tipos mais comuns de técnicas utilizadas por criminosos e dicas práticas para se proteger.

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Técnicas mais comuns de phishing

1. Confiança comercial: mensagens que parecem vir de uma organização conhecida ou com a qual você pode fazer negócios. Bancos, governo, companhias aéreas e varejistas são ótimos exemplos. Esses comunicados normalmente fornecem um link convincente para que você insira suas credenciais. Eles podem até mesmo enviar dados para o site real, para que você não perceba que foi roubado.

2. Solicitações de atualização: são mensagens simples pedindo que você revise um documento ou atualize seus dados em algum banco de informações.

3. Mensagens de Heartstring: são criadas para mexer com as emoções das pessoas em prol de uma causa. Normalmente solicitam ajuda financeira para alguém que sofre de alguma doença rara.

4. Sextortion (chantagem sexual): essas mensagens afirmam saber algo sinistro sobre a vítima e, na verdade, trazem uma “isca” válida que o usuário tenha usado no passado. A demanda é geralmente para um pagamento por Bitcoins em troca do sigilo da informação, extraída de uma violação da web anterior.

Formas de verificar se uma mensagem é phishing

1. Questione tudo: se você receber uma mensagem de um amigo ou uma empresa pedindo algo fora do comum, ligue para eles e cheque se a demanda é real.

2. Verifique links: colocar o mouse sobre um link mostrará o endereço ao qual ele se destina. Se a URL deveria redirecionar para um determinado website oficial, mas parece suspeito, não clique.

3. Analise todos os aspectos da mensagem: procure por elementos como erros de gramática e ortografia ou troca de letras. Eles indicam que pode se tratar de um comunicado falso.

4. Considere adicionar autenticação multifator a sistemas críticos: aplicativos e smartphones oferecem soluções gratuitas aos consumidores para adicionar proteções às suas contas, como autenticação multifator. Aposte nessas estratégias para reforçar a segurança de informações confidenciais.

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